sábado, 17 de agosto de 2019


Introdução. A ascensão de Jesus (At 1.1-14)

O livro de Atos começa com a informação do autor de que o livro que escreveu é o segundo destinado a um irmão chamado Teófilo. Lucas no início do livro faz referência a ressurreição de Cristo e suas aparições durante os quarenta dias que ficou com a sua Igreja antes de Sua ascensão. Lucas também informa da promessa do derramamento do Espírito sobre os discípulos concedo-lhes poder espiritual para testificar do Evangelho no mundo inteiro. Depois disso, Lucas fala sobre a ascensão do Senhor. (At 1.9). Ao observarem a ascensão do Senhor, os discípulos recebem a visita de dois anjos de Deus informando sobre a segunda vinda de Cristo. “E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” At 1.10,11. Depois Lucas informa, que os discípulos com duas promessas de Deus na mente – o dom do Espirito e a segunda vinda do Senhor, voltaram de Betânia, onde houvera a ascensão do Senhor, para Jerusalém, e lá estavam reunidos no primeiro andar de uma casa, orando de formas unânime e perseverante. Lucas também cita os nomes dos apóstolos e de Maria, mãe de Jesus e seus irmãos que já estavam convertidos ao Evangelho, o que não acontecera no ministério de Jesus. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


PERGUNTA 13. Conservaram-se nossos primeiros pais no estado em que foram criados?
R. Nossos primeiros pais, sendo deixados à liberdade da sua própria vontade, caíram do estado em que foram criados, pecando contra Deus.
Ref. Rm 5.12; Gn 3.6.
Nosso Comentário: Nossos primeiros pais não conseguiram cumprir a aliança que Deus fizera com eles. A Bíblia relata o fato assim: uma serpente aproveitando que Eva estava só, sem a presença do seu marido, entabulou uma conversa com ela sobre a questão da proibição feita por Deus do homem comer do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal. Ela, sutilmente, pergunta a Eva se Deus proibira que ela comesse dos frutos das árvores do jardim, e Eva respondeu dizendo que a proibição era  somente em relação ao fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e falou sobre as consequências que adviria disso. Satanás, que estava usando a serpente, contradisse a Deus, dizendo que ela não morreria, e que, na verdade, Deus não queria que ela se apropriar-se daquele fruto porque ele daria um conhecimento semelhante ao de Deus, em outras palavras, seriam como Deus. Pergunta-se por que Eva não se assustou porque um animal falava?  Suponho que foi porque tudo era novidade no inicio da criação. Eva comeu do fruto proibido, pois o viu como algo agradável aos seus olhos, que poderia aumentar-lhe o conhecimento, e o pior é que o deu a Adão e ele também comeu. Pior ainda porque Adão representava toda a humanidade como cabeça federal e através do seu pecado todos os seres humanos caíram também e morreram espiritualmente.  
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 


               Comentando Atos dos Apóstolos
                  Introdução ao livro de Atos dos Apóstolos
 Atos dos Apóstolos é o livro histórico do N.T. Ele foi escrito por Lucas autor do Evangelho de Lucas, sendo Atos uma continuação do relato histórico da obra que o Senhor Jesus viera realizar neste mundo. Lucas, companheiro de Paulo em duas viagens  missionárias, escreveu Atos para fornecer a Teófilo, o mesmo destinatário do Evangelho de Lucas, o registro do começo da Igreja, a partir do dia de Pentecostes em Jerusalém e o seu crescimento em Israel e sua expansão pelo mundo gentílico, durante trinta anos. Olhando Atos de forma panorâmica vemos duas divisões, a saber: Uma, contemplando os capítulos 1 a 12, cujo enfoque é a igreja em Jerusalém como centro irradiador do Evangelho e Pedro como personagem principal. A outra do capítulo 13 a 28, enfocando como centro irradiador do Evangelho a igreja de Antioquia da Síria e cujo personagem principal é o apostolo Paulo.   As características de Atos são: 1) Ênfase na Igreja – Atos revela a origem da Igreja na sua expressão visível, a natureza da sua missão neste mundo, juntamente com alguns princípios que deve nortear o seu viver; 2) Ênfase no Espírito Santo - O Espírito de Deus é mencionado cinquenta vezes, conferindo a Igreja poder, dons espirituais e direção na execução da obra do Senhor; 3) Revela o teor verdadeiro da mensagem do Evangelho – boas novas de salvação através da morte e ressurreição de Cristo; 4) Ênfase na oração – a igreja primitiva dedicava-se  a oração perseverante, dando condições para que o Espírito Santo operasse nela e através dela; 5) Ênfase nos milagres e sinais que acompanhavam a pregação do Evangelho (cura de enfermidades, exorcismo, etc.); 6) Ênfase nas perseguições sofridas pela igreja através dos judeus descrentes e por outros inimigos do Evangelho; 7) Ênfase no ministério feminino – Atos revela Deus usando mulheres para abençoar outras vidas; 8) Ênfase na marcha vitoriosa da Igreja – barreira alguma nacional, religiosa, cultural ou racial, nem oposição ou perseguição puderam impedir o progresso do Evangelho. Merece destaque a descida do Espírito Santo sobre a Igreja no dia de Pentecoste. O Espírito desceu como que línguas de fogo sobre cada um deles, batizando-os e concedendo-lhes poder para testemunhar do Evangelho. A partir dali começa a Dispensação do Espírito, que se encerrará quando da segunda vinda do Senhor. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti  




Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus
(Mt 7.22-29)
Terminamos o comentário do Sermão do Monte tratando da obediência às palavras de Jesus. O Senhor Jesus Cristo é Deus, portanto, as suas palavras que foram registradas nos Evangelhos devem ser obedecidas por todos os homens, especialmente por aqueles que professam a fé nEle. É isto o que diz o último tema da seção estudada. O Senhor Jesus foi bem claro, quando disse que só entra no reino dos céus quem faz a vontade de Deus (Mt 7.21). No dia do juízo final, muitos dirão que profetizaram em nome de Jesus, que expulsaram demônios, e que até em Seu nome fizeram maravilhas, mas essas obras não irão impressionar o Senhor, pois elas não estavam misturadas com a obediência aos Seus mandamentos. Jesus usa uma metáfora de uma casa alicerçada sobre uma rocha e uma casa alicerçada sobre a areia. Ele disse que os que obedecem a Sua palavra são comparados a uma  construção sobre a rocha que suporta as intempéries e tempestades da vida e não desabam, e os que não obedecem são comparados a uma construção feita sobre a areia, que não suporta as tempestades da vida e desabam, fracassam. É bom que todos saibam que Deus é um ser pessoal, que tem vontade, inteligência e emoções. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Essa vontade é o código de ética que o Senhor revelou que deve ser obedecido por todos.  O segredo da vitória na vida depende essencialmente da observância a esse código.    
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti         

sexta-feira, 12 de julho de 2019



Comentando o Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 12. Que ato especial de providência exerceu Deus para com o homem no estado em que ele foi criado? 
R. Quando Deus criou o homem, fez com ele um pacto de vida, com a condição de perfeita obediência: proibindo-lhe comer da árvore da ciência do bem e do mal, sob pena de morte. 
Ref. Gl 3.12; Gn 2.17.
Nosso Comentário: Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, macho e fêmea o  criou. Deus preparou para o casal um jardim paradisíaco e o colocou nele para  cultivar e o guardar. Deus colocou no jardim à disposição do casal tudo que existia nele, exceto o fruto de uma árvore identificada pelo próprio Deus como a arvore do conhecimento do bem e do mal. Disse Deus ao casal poderia comer de todos os frutos das arvores do jardim do Éden, exceto do fruto da arvore do conhecimento do bem e mal porque, disse Deus, de uma maneira bem clara, que se isso acontecesse o homem morreria. A vida e a morte do homem estavam condicionadas, a partir daquele momento à obediência do homem ao mandamento divino.  Esse foi o teste que Deus fez com o homem para saber se ele o amava, mas do qualquer outra coisa, se o obedeceria ou não.  Esse teste era um pacto de vida ou morte com o homem. Se ele obedecesse viveria para sempre, mas também se desobedecesse traria sobre si, sobre sua mulher e sobre os seus descendentes a terrível sentença de morte como punição pelo pecado. A morte, que é uma separação,  nas suas dimensões espiritual, física e eterna, entraria no cenário humano se a desobediência se concretizasse, o que de fato, infelizmente, aconteceu.             
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


Comentando o Sermão do Monte

Os falsos profetas  (Mt 7.1-29)

Dando continuidade a reflexão nesta seção, o   assunto tratado é sobre “Os falsos profetas” (Mt 7.15-20). O Senhor Jesus advertiu a sua Igreja e aos presentes a que se acautelassem dos falsos profetas, que se apresentariam diante do povo como pessoas piedosas, mas interiormente eram lobos devoradores. A lei mosaica já advertia a todos que os falsos profetas surgiriam para enganar o povo, afastando-o de Deus. O povo fora orientado como deveria ter a prova se um indivíduo era um falso profeta ou não. A prova  era se a profecia proferida se cumpriria ou não (Dt 18.20-22). O Senhor Jesus ampliou, no Sermão do Monte, o teste para se reconhecer um falso profeta, que era a conduta desse profeta, ou frutos produzidos pela vida dele. O Senhor usou uma metáfora de uma arvore e seus frutos. Ele disse que uma arvore boa, produz bons frutos e uma arvore má produz maus frutos. O homem por natureza é mau. Quando o evangelho entra no coração de alguém, ele produz uma transformação, uma mudança profunda, a ponto de a Bíblia dizer que se alguém está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo (2 Co 5.17). O falso profeta nunca nasceu de novo, portanto não poderia produzir bons frutos. É a árvore má que produz maus frutos. Às vezes a falsa profecia parece-se com a verdade de Deus, e aí é preciso o dom de discernimento para entender a questão. Foi o caso da pitonisa de At 16.16-18.                
 Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 6 de julho de 2019


COMENTANDO O BREVE CATECISMO

PERGUNTA 11. Quais são as obras da providência de Deus?
R. As obras da providência de Deus são a sua maneira muito santa, sábia e poderosa de preservar e governar todas as suas criaturas, e todas as ações delas.
Ref. Sl 145.17; 104.10-24; Hb 1.3; Mt 10.29-30; Os 2.6.
Nosso Comentário: no comentário anterior dissemos que Deus criou todas as coisas visíveis e invisíveis pela palavra do Seu poder. Tudo foi criado por Ele e para Ele. Quando Deus criou todas as coisas não as abandonou e deixou que elas existissem aleatoriamente, muito pelo contrário, Ele as governa e dirige. Em relação aos corpos celestes Ele estabeleceu leis que os regem. Tratando-se dos seres vivos, a sábia, santa e poderosa providência de Deus os preservam. Veja o que diz a carta aos Hebreus sobre o assunto: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder,...” Hb 1.3. Nesse texto, é-nos dito que o Senhor que criou, sustenta a sua criação pela palavra do Seu poder, de maneira que nada acontece no universo sem a sua autorização, chegando a ponto de Jesus dizer que um passarinho não cai do seu voo sem autorização divina (Mt 10.29). Tratando-se da Igreja de Cristo, a providência de Deus é tão atuante que Paulo disse: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” Rm 8.28. A providência de Deus na vida de José, por exemplo, é notória. José disse que fora Deus, de fato, que o enviara ao Egito e não a traição de seus irmãos, e o colocara como o segundo mandatário daquele país (Gn 45.5,7,8). E todos sabem da história, da maneira como Deus trabalhou.      
PR. Eudes Lopes Cavalcanti          



COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE
A Porta Estreita (Mt 7.13,14)
Dando continuidade a reflexão nesta seção, o   enfoque será na expressão “A Porta Estreita” (Mt 7.13,14). Nessa expressão o Senhor Jesus conclama os ouvintes a entrarem pela porta estreita para que possam ser salvos, porque a porta larga e espaçosa é o caminho da perdição, e disse Ele que poucos são os que são salvos, e a imensa maioria os perdidos. Mas, o que é essa porta estreita e o que é a porta larga e espaçosa? Olhando outros textos das Sagradas Escrituras, descobrimos que essa expressão nos fala sobre a salvação eterna que só pode ser concedida pelo próprio Deus através de Seu Filho José Cristo. O Senhor Jesus Cristo, conforme o programa divino, é o único meio através do qual o homem é salvo da perdição eterna. Ele disse em certa ocasião que Ele próprio era a porta: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” Jo 10.9. Em certa ocasião, o apóstolo Pedro disse as autoridades religiosas de Israel que o Senhor Jesus é o único meio de salvação (At 4.12). Paulo escrevendo a Timóteo disse que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo homem. (1 Tm 2.5).  Outra questão é quem são esses poucos e esses muitos. Os poucos que são salvos são aquelas pessoas escolhidas por Deus para esse propósito (At 13.48), e os muitos são os réprobos quanto à fé em Cristo, ou seja, os que rejeitam a salvação oferecida por Deus. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


sábado, 29 de junho de 2019

                                               COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE


Perseverança na oração (Mt 7.1-12)

Dando continuidade a reflexão nesta seção,  enfocaremos a expressão “Perseverança na oração” (Mt 7.7-12). A oração é um meio da graça que deve ser usado para se comunicar com Deus. A oração deve ser feita ao Pai em nome do Seu Filho Jesus Cristo, isto pelo Espirito Santo. Deus fala ao coração do homem através das circunstâncias, de sonhos, de profecias de curta duração e, especialmente, através de Sua Palavra, mas só há um meio pelo qual nos comunicamos com Deus que é através da oração. Deus graciosamente resolveu ouvir a oração de quem o busca com sinceridade de coração. A oração de um justo, de um crente em Cristo, tem um poder extraordinário. “”... a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” Tg 5.16. A recomendação do Senhor no Sermão do Monte, nessa área, é que o crente persevere na oração. ”Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á”. Observe os três verbos: pedir, buscar e bater. A ideia aí apresentada é que o crente deve perseverar na oração. A resposta de Deus à oração de uma pessoa é líquida e certa, pois o Senhor Jesus exemplificando esse compromisso de Deus em responder a oração sincera, cita a experiência humana em que um filho se pedir um pão, por acaso, dar-lhe-ia o pai uma pedra ou se pedisse um peixe dar-lhe-ia uma serpente? Complementando o assunto, o Senhor revela que se o homem que é mau dar coisas boas aos seus, quando mais o Pai Celestial dará bens aos que lhe pedirem        

  

                                             COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE


As coisas santas não deis aos cães (Mt 7.6)
Dando continuidade a reflexão nesta seção, enfocaremos a expressão “As coisas santas não deis aos cães”. O que são as coisas santas? Essas coisas são as coisas de Deus, do Seu reino. Sabemos pelas Bíblia Sagrada que Deus, graciosamente, se revelou a Si mesmo até aonde quis revelar o Ser, o Seu caráter, os Seus atributos e, sobretudo, a Sua vontade. Além disso, Deus revelou o Seu programa redentor o qual fala sobre a queda do homem por causa do pecado e a Sua provisão graciosa, através do Seu Filho Jesus Cristo, para restaurar a comunhão do homem com quem o criou. Todo o conjunto de coisas atreladas a esse programa são as coisas santas, porque provém de um Deus santo e verdadeiro. Quem são os cães a quem essas coisas não devem ser dadas? Deus ordenou que o programa redentor fosse proclamado por todo o mundo e a toda a criatura. Quem crê nesse programa, são os eleitos de Deus. Os réprobos quando à fé, são aquelas pessoas que rejeitam o convite de Cristo e não O aceitam como Salvador e Senhor de suas vidas. O cristão não deve perder tempo com essas pessoas, pois elas rejeitaram a oferta divina para salvá-los. Jesus disse, quando comissionou os discípulos, que aquelas cidades que os rejeitassem, eles lançassem o pó de suas alparcas em testemunho contra elas.
  

                                                COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE


O juízo temerário (Mt 7.1-5)
Nessa seção, iremos tratar dos temas de forma individual. Comecemos com a questão do juízo temerário. Fazer juízo sobre a vida de uma pessoa sem conhecer os fatos não é aconselhável pela Palavra de Deus, pois podemos causar danos irreversíveis a essa pessoa. Tiago, o irmão do Senhor nos diz em sua epístola (Tg 4.11,12) que o juízo é uma exclusividade de Deus, o justo Juiz. No entanto, Deus deu a Igreja como comunidade local, autoridade para julgar as falhas de seus membros, observando aquele critério estipulado no A.T. e confirmado no N.T. de que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra será confirmada. Adverte também o Senhor sobre o falso testemunho, pois quem assim o fizer, aquilo que pensava fazer contra o seu próximo será debitado a ele. Tratando-se do juízo individual, o Senhor adverte no Sermão do Monte que com a medida com que medimos o nosso próximo seremos medidos também. Adverte ainda o Senhor que, mesmo que ousemos fazer juízo de alguém, devemos antes de fazer isso, olharmos para nós mesmos se temos condições morais e espirituais para tanto. Mesmo tendo condições, devemos ser cautelosos para não cairmos no pecado da hipocrisia, ou seja, condenar os outros pelos pecados que nós mesmos cometemos.

Simão, o mágico (At 8.9-13) No relato do texto em apreço, nos é apresentada a figura de um homem famoso na cidade de Samaria, onde De...