segunda-feira, 27 de maio de 2013

Deus soberano


  Quando falamos sobre a soberania de Deus queremos dizer que Ele é o Senhor do Universo e que Ele domina sobre tudo e todos e nada acontece no mundo, especialmente entre as suas criaturas morais, e ainda mais no meio daqueles que professam a fé em Cristo, sem a sua autorização. No Salmo 103.19 encontramos um versículo que fala sobre essa soberania: “O Senhor tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo”. Nas visões que alguns bem-aventurados servos de Deus tiveram do Senhor, O viram assentado sobre um trono de glória, governando. Assim aconteceu com o profeta Isaías conforme relatado em seu livro, que nos diz assim: ”No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e o seu séquito enchia o templo” Is 6.2. (Veja ainda 1 Rs 22.19; Ap 4.2,3).
   Essa soberania ou esse controle que Ele tem de todas as coisas nos enche o coração de admiração e temor. Tudo o que acontece no mundo é ordenado ou permitido por Deus, nada acontece sem a sua permissão. Razão sobeja teve o poeta sacro quando compôs: “Tu és soberano sobre a terra, Sobre os céus tu és Senhor, absoluto. Tudo que existe e acontece Tu o sabes muito bem, Tu és tremendo. E apesar dessa glória que tens, Tu te importas comigo também, E este amor tão grande eleva-me, Amarra-me a ti, Tu és tremendo”.
Essa soberania traz para a Igreja, além de admiração e temor como foi dito, uma segurança maravilhosa, pois esse Deus soberano que governa tudo, inclusive as contingências da vida dos salvos, não perdeu nem perderá o controle das coisas.
   Às vezes no cotidiano da vida cristã enfrentamos terríveis vendavais, mas precisamente acreditar na revelação da Palavra de Deus que diz que o Soberano Senhor está no barco de nossas vidas e esse barco não  naufragará, mesmo que pensemos que Deus está indiferente ao que está acontecendo, como foi o caso dos discípulos numa das travessias do Mar da Galiléia feita pelo  Senhor e por eles. O texto bíblico nos relata que Jesus ordenou aos seus discípulos que passassem de uma margem para a outra do Mar da Galiléia. Ele fora também com eles nessa travessia. Em dado momento surgiu um grande temporal de vento e as ondas se agitaram e enchiam o barco a ponto dele correr o risco de afundar. Foi aí que os discípulos apavorados, despertaram Jesus que dormia na popa do barco, dizendo: Mestre não se te dá que pereçamos? Prontamente o Senhor levantou-se e ordenou com a sua voz poderosa que o vento e o mar se aquietassem, e fez-se grande bonança (Mc 4.35-42).
   Querido irmão, você que está enfrentando dificuldades, que viu desabar um terrível temporal em sua vida, creia nesse Senhor soberano, porque Ele tem poder sobre todas as coisas. Assim como ele aquietou o mar e fez-se bonança repreenderá a tempestade e lhe dará vitória.  “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” Sl 46.1.
                      Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 26/05/13

sábado, 18 de maio de 2013

Qual desses você é?


  Nos evangelhos sinóticos encontramos o Senhor Jesus Cristo ensinando através de parábolas, método de ensino comum no oriente antigo, em que o Mestre usando coisas do cotidiano ensinava verdades morais ou espirituais profundas.  A Bíblia já vaticinava que o Mestre Galileu utilizaria esse método de ensino para falar das coisas de Deus à sua geração.  “Tudo isto disse Jesus por parábolas à multidão, e nada lhes falava sem parábolas; Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta, que disse: Abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo” Mt 13.34,35.
   Dentre as parábolas proferidas por Jesus encontramos a Parábola do Semeador (Mt 13.1-8). Nessa parábola Jesus disse que o semeador saiu a semear e que a semeadura caiu em quatro tipos de terrenos. No primeiro tipo (ao pé do caminho) a semente foi comida pelas aves do céu. No segundo tipo de terreno (entre pedras) a semente germinou, mas como a terra não tinha profundidade ela morreu. A terceira semeadura caiu entre espinhos. A semente germinou, mas os espinhos a sufocaram e ela não produziu fruto com perfeição. A última semeadura caiu em boa terra e germinou e produziu frutos com abundância.
     Explicando a parábola aos seus discípulos (Mt 13.18-23), Jesus disse que a semente que caiu ao pé do caminho são aquelas pessoas que ouvem o Evangelho, mas não lhe dão atenção, pois o diabo tira a semente do seu coração. A semente que caiu em terra sem profundidade são aquelas pessoas que creem por certo tempo no evangelho e depois se desviam.  A semente que caiu entre os espinhos são aquelas pessoas que ouvem o evangelho e creem nele, mas os cuidados e deleites da vida sufocam a semente e ela não produz fruto com perfeição. A semente que caiu em boa terra são aquelas pessoas que ouvem o Evangelho creem nele e perseveram vivendo para Deus, produzindo frutos.
    Olhando para a igreja da atualidade vemos o povo de Deus feito aquele tipo de semeadura feita entre espinhos, pois o vemos encharcado com as coisas deste mundo, muitas delas lícitas, mas que tomam o lugar de Deus no coração do cristão, pois eles dão mais atenção a elas do que a vida espiritual.      Dentre essas coisas comparadas a espinhos temos a televisão que muitos não conseguem desligar para vir para a Igreja; a internet quando, sem disciplina, passamos horas a fio navegando; o lazer nos dias reservados para cultuar a Deus; o trabalho; os estudos, etc, esses dois últimos quando feitos sem se dá mais tempo para Deus. 
     Permita Deus, irmãos, que nós da 3ª IEC/JPA sejamos sempre uma boa terra onde o Espirito Santo tenha a liberdade de produzir frutos para a glória de Deus.
                  Pastor Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 6 de maio de 2013

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 05/05/13

Vencedor por Cristo



    Nunca no meio evangélico se cantou tanto vitória na vida cristã como na atualidade. Infelizmente quando esse tema é poetizado a ênfase maior é a vitória no âmbito terreno da vida do cristão. Se fala muito em vitória na cura de uma enfermidade, na prosperidade material, na consecução do sonho da casa própria (que para uns deve ser a melhor casa ou apartamento), de um emprego melhor, da compra de um carro novo e de  outra bênção de natureza material ou física. Nada contra essas coisas, pois a Bíblia diz que Deus dá prosperidade a quem Ele quer dar. “... Ninguém pode ter alguma coisa se ela não for dada por Deus” Jo 3.27.
   Queremos nesta reflexão enfocar outra área sobre que o cristão precisa ter vitória constante, a espiritual.
   Primeiramente queremos informar que o crente é uma pessoa vencedora, pois assim nos é revelado na Palavra de Deus, e sempre essa vitória é através de Jesus Cristo. Citemos apenas um texto: “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo,...” 2 Co 2.14. (Veja ainda 1 Co 15.57, Rm 8.37).
  Quando se fala em vitória deve se levar em consideração, inimigos e guerra. A Bíblia nos revela a existência de três grandes inimigos que combatem insistentemente contra a alma do cristão: o mundo, a carne (a natureza pecaminosa) e o diabo. Esses inimigos não dão trégua ao crente. É uma batalha intensa que é travada dia e noite.
   Falemos um pouco sobre cada um deles, pois conhecendo-os fica mais fácil vencê-los.
    Quando a Bíblia fala de mundo como inimigo do cristão ela está se referindo ao sistema no qual estamos vivendo, a grande Babilônia. João apóstolo nos revela que o mundo inteiro está posto no maligno (1 Jo 5.19), ou seja, Satanás está manipulando as pessoas levando-as a fazerem coisas contrárias a lei divina. Veja o que Paulo falou sobre o assunto: “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espirito que agora opera nos filhos da desobediência” Ef 2.2.
   Tratando-se da carne (a natureza pecaminosa) a Bíblia diz que o crente em Cristo recebeu da parte de Deus uma nova natureza infundida em sua alma pelo Espírito Santo. “Pelas quais ele nos em dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo” 2 Pe 1.4.  (Veja ainda 1 Jo 3.9). Mas, é sabido pelas Escrituras que a natureza humana propensa ao pecado não é erradicada do crente, pois ele a terá consigo até aquele grande dia da sua partida deste mundo para o Céu ou do arrebatamento da Igreja. Paulo falou de uma luta incessante entre a carne e o Espírito no interior de um crente (Rm 7.13-23).
   Quanto ao diabo, ele é o querubim ungido que se rebelou contra Deus. Ele é o formidável inimigo do crente. Pedro nos revelou que ele é o adversário do povo de Deus e que vive em derredor da Igreja procurando tragá-la (1 Pe 5.8,9). É o tentador (Mt 4.3) e o acusador (Ap 12.10), pai da mentira (Jo 8.44), etc.
   Sobre esses inimigos, Jesus já decretou a vitória por nós, pois os venceu na cruz. “E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”  (Cl 2.15).                      
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

terça-feira, 30 de abril de 2013

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 04/11/12

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 30/12/12

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 28/04/13

Uma decisão acertada



    Na vida sempre nos deparamos com situações difíceis ou fáceis que nos levam a tomar decisões.
   Olhando para a Bíblia observamos também que servos de Deus do passado, de vez em quando, enfrentavam situações que requeriam uma decisão, dentre eles um grande servo de Deus, Josué, que corajosa e publicamente declarou-a perante todo o povo de Deus, inclusive de seus líderes.
    Segundo a vontade soberana de Deus coube a Josué, filho de Num, da tribo de Efraim, suceder a Moisés, o grande líder do povo de Deus, e introduzir a Israel na terra da promessa. Grandes foram as batalhas enfrentadas por aquele servo de Deus. A terra foi conquistada e dividida entre as nove tribos e meia (duas tribos e meia – Rubem, Gade e meia tribo de Manassés - já tinham recebido a sua herança além do rio Jordão quando Moisés destruíra os reinos de Seom e de Og).
    Estando Josué já velho, cansado de suas lides ministeriais, sabendo que o povo de Deus sempre se inclinava ao erro, convocou os líderes de Israel e todo o povo e, depois de fazer uma recapitulação dos grandes feitos do Senhor, despede-se deles, dizendo: “... Então Josué disse a todo o povo: Assim diz o Senhor Deus de Israel: ... Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”  Js 24.1-15.
    Observem que nesse texto o povo de Deus ainda estava se envolvendo com os deuses dos povos que foram destruídos tanto de um lado como do outro do Jordão e também com os  deuses do Egito. Diante disso, Josué os desafia a servir somente ao Senhor, o Deus verdadeiro, o Deus de Israel. Depois de confrontá-los Josué revela a decisão que tomara em sua vida: “porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.
    Amados, servir a Deus é, antes de ser uma obrigação, um privilégio. Deus para fazer as coisas não precisa de ninguém. Lembremo-nos de que Ele é todo-poderoso capaz de fazer tudo sozinho, sem depender de ninguém, mas aprouve a Ele, segundo a sua soberana vontade, dá o privilégio a Sua Igreja de servi-Lo. Paulo disse que nós os crentes somos colaboradores de Deus. “Porque nós somos colaboradores de Deus;...” 1 Co 3.9.
    Assim sendo, devemos, como crentes em Cristo, procurar servir a Deus de todo o nosso coração. A Bíblia orienta a Igreja a servir a Deus com um coração sincero e com uma alma voluntaria (1 Cr 28.9), com alegria (Sl 100.2), com fervor (Rm12.11), sempre de forma abundante (1 Co 15.58), sem esperar recompensa nenhuma, apesar de Deus prometer recompensar aos seus servos fiéis (1 Co 15.58).
    Não seja irmão um mero assistente das coisas que acontecem no serviço do Reino de Deus através do ministério da Igreja local, e sim um fervoroso trabalhador. Siga o exemplo de Josué que tomou a decisão acertada nessa área, desafiando todo o povo de Deus no seu tempo a fazer o mesmo.                       
                               Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
   

Louvando a Deus



    Nós seres humanos fomos criados para viver para Deus. Por isso Ele nos fez conforme a Sua imagem e semelhança “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” Gn 1.27. Na construção dessa imagem (Imago Dei) Deus dotou o homem com atributos que o distingue do restante da criação: vontade, inteligência e emoções, ou seja, faculdades que Deus as possui de forma perfeita e plena, e que as compartilhou conosco em certa medida, que nos tornam capazes de nos relacionarmos com Ele.
   O pecado deteriorou a imagem de Deus no homem, mas não a destruiu, graças a Deus por isso. Em Cristo essa imagem está sendo reconstruída, mas não só isso, mas também a imagem de Cristo estar sendo refletida no cristão. “Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” 2 Co 3.18.
   Essa transformação operada pelo Espírito de Deus em nossas vidas nos habilita a adorarmos ao Senhor de uma forma que Lhe seja agradável, isto quando essa adoração é feita em espírito e em verdade.
   Deus, através de sua Palavra, determinou que os que cressem em Cristo se agrupassem e se organizassem como igrejas locais para que se desincumbissem de quatro grandes propósitos, a saber: adoração, edificação, proclamação e beneficência.
  Quanto à adoração, ou seja, ao culto que se deve celebrar a Deus o louvor é uma das suas partes componentes. Qualquer liturgia que se preze não pode prescindir do louvor a Deus, quer através de cânticos congregacionais e/ou através de conjuntos que são organizados para celebrar ao Senhor, ou através de cantores solo.
    A nossa igreja tem sido contemplada por Deus com alguns conjuntos instrumentais e vocais dentre eles o Conjunto Ebenézer que é composto só de mulheres, tendo a liderança da irmã Adriana Meireles. Esse Conjunto tem sido uma benção no ministério da III IEC/JPA, se apresentando regularmente nos cultos que  celebramos ao Senhor nosso Deus.
   Esse precioso Conjunto teve o seu início em 2004 sob a liderança do Presb. Franklim José que hoje serve ao Senhor na Assembleia de Deus. Ainda o Conjunto Ebenézer teve um grande impulso sob a liderança do Presb. Adelson Alexandre que devido ter infartado não pode mais continuar na liderança do mesmo. Deus graciosamente levantou a irmã Adriana para tomar conta do Conjunto o que ela vem fazendo com muita propriedade e graça.
    Hoje estamos celebrando ao Senhor pelos nove anos de existência do Conjunto Ebenézer. Nessa celebração estamos oferecendo a Deus dois cultos de ações de graças, sendo um pela manhã e o outro a noite, em ambos estará pregando a Palavra de Deus a Missionária Edileusa Veras sobre o tema “Louvando a Deus pela sua grandeza”, baseado no Salmo 150.2.
   Neste dia toda a nossa Igreja se regozija no Senhor por mais um ano que Ele graciosamente concede ao Conjunto Ebenézer. Rogamos a Deus que Ele dê saúde e disposição a essas irmãs para que continuem servindo a Deus com alegria. 
                                   Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ainda há terra para ser conquistada



    Moisés foi usado por Deus para libertar os filhos de Israel da escravidão egípcia. Ainda coube a ele levar o povo, do Egito até as portas da terra que o Senhor prometera a Abraão e sua descendência. Devido a uma falha sua Moisés não teve o privilegio de entrar com o povo na terra da promessa, cabendo a Josué, seu sucessor, fazer isso.   Após a morte de Moisés Deus falou a Josué dizendo: “Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu disse a Moisés... Ninguém se susterá diante de ti, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Esforça-te e tem bom ânimo, porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria” Js 1.2-6.
    Após passar o Jordão, graças a uma intervenção poderosa de Deus, os israelitas começaram a obra de conquista. Trinta e um reis que lideravam as cidades estados de Canaã foram subjugados, mas mesmo assim faltava ainda muita terra para ser conquistada.  
     Nessa obra de conquista podemos observar duas coisas: uma a soberania de Deus, e a outra a responsabilidade humana. Deus dera a terra, pois a terra pertence ao Senhor, e prometera guerrear pelo seu povo, mas cabia a cada israelita lutar com as armas disponíveis para conquistar a terra.
Contextualizando o assunto,  ou seja, trazendo-o para a experiência da Igreja no plano espiritual, podemos constatar que Cristo, antítipo de Josué, está realizando uma obra de conquista no coração de seus eleitos. Milhões já foram alcançados, mas ainda o rebanho do Senhor não está completo. “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor” Jo 10.16.
      No plano espiritual, naquilo a que se refere aos que já creem em Cristo, tudo já está resolvido. Eles foram conquistados por Cristo e o seu coração, que é comparado a uma terra, já pertence ao Senhor, e Ele através de Seu Espírito se estabeleceu nele. “E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” Gl 4.6.
       Agora trazendo essa experiência ao crente individual, o Espirito que habita em cada um deles, começou uma obra de conquista que visa alcançar todos os compartimentos da alma do homem redimido (inteligência, vontade e emoções). Nessa obra poderosa do Espírito Ele quer que nós, ao contrário dos cananeus que se opuseram e guerrearam contra Josué, nos submetamos humildemente ao seu controle. Quando isso acontece o Espírito nos enche de Si, e nós passamos a viver uma vida cristã abundante. “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isso disse ele do Espírito, que haviam de receber os que nele cressem;...” Jo 7.38,39.
     Você querido irmão que já professa a fé em Cristo não quer facilitar o trabalho de conquista do Espírito em sua vida, em vez de resistir-Lhe (At 7.51), de entristecê-Lo (Ef 4.30) ou mesmo de apagar (1 Ts 5.19) a Sua ação em sua vida?       
                                   Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Simão, o mágico (At 8.9-13) No relato do texto em apreço, nos é apresentada a figura de um homem famoso na cidade de Samaria, onde De...