terça-feira, 12 de setembro de 2017

CRISTO NA BÍBLIA - FILIPENSES (CRISTO, A RAZÃO DO VIVER)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) FILIPENSES – CRISTO, A RAZÃO DO VIVER A Igreja na cidade de Filipos começou com a conversão da comerciante Lídia e sua família e a do carcereiro de Filipos e sua família, conforme relato de At 16.12-40, isto na segunda viagem missionária de Paulo. Um forte vinculo de amizade se desenvolveu entre o apóstolo e aquela Igreja, inclusive tornando-se ela uma parceira missionária do apóstolo enviando-lhe ajuda financeira várias vezes. Paulo escreveu essa carta quando estava prisioneiro em Roma, isso pelos idos de 63 d.C. Paulo ao escrever a carta aos Filipenses tinha como propósito: a) Manifestar a sua gratidão a Igreja pela ajuda que dera ao seu ministério apostólico; b) Informar sobre o seu estado pessoal, visto que estava preso por causa do Evangelho; c) Para fazer conhecido do Igreja o propósito de Deus em sua prisão em Roma; d) Para assegurar a Igreja que o mensageiro enviado por ela (Epafrodito), cumprira fielmente o seu papel; Para encorajar os membros da igreja a se esforçarem em conhecer melhor o Senhor que os resgatara, conservando a unidade, a humildade, a comunhão e a paz. Nessa carta encontra-se um dos mais belos hinos cristológicos de todo o Novo Testamento, que se encontra em Fp 2.5-11. Nesse hino encontramos revelados os estados de Humilhação e de Exaltação de Cristo. No Estado de Humilhação Paulo fala sobre a encarnação, os sofrimentos e a morte de Cristo, e no Estado de Exaltação Paulo fala sobre a ressurreição, ascensão e a entronização de Cristo. A Carta aos Filipenses ainda é, juntamente com 2 Coríntios, uma carta que mais revela o coração do apostolo aos gentios (carta autobiográfica). Sobre essa questão encontramos Paulo revelando, o que se segue: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” Fp 1.21. Cristo, a suprema revelação do Pai, era o motivo principal da existência e ministério do apóstolo Paulo. Paulo o reconhecia como Deus a quem devia adoração, e Senhor a quem devia se submeter e fazer a sua vontade. E esse entendimento levava o apóstolo a consagrar plenamente a sua vida a Cristo e ao seu reino. Veja o que ele disse: “Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas as coisas, e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo” Fp 3.7. Essa epístola é chamada também a epístola da alegria, por isso Paulo convoca a Igreja a se alegrar com ele: “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo, regozijai-vos”. Fp 4.4. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

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