Este blog veicula reflexões bíblicas feitas pelo Reverendo Eudes Lopes Cavalcanti
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016
O Estado Eterno
As coisas que em breve devem acontecer (VII)
O Estado Eterno
O último tema tratado pela Escatologia Geral é o Estado Eterno, ou seja, a consumação de todas as coisas, quando tudo será definido e continuará sem alteração por toda a eternidade. O plano eterno de Deus em relação as suas criaturas morais tem início, meio e fim. A execução do plano começou quando da criação dos seres morais e continuará até a consumação, no futuro. Esse Estado Eterno contemplará os anjos, os homens e a Santíssima Trindade. Esse período se instalará logo após o Juízo Final, depois que o Senhor julgar os seres humanos e os anjos. A Bíblia nos fala deste assunto nestes termos: “Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora o último inimigo que a de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. ... E quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará aquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” 1 Co 15.24-28. A Bíblia diz que quando da consumação de todas as coisas os crentes com seus corpos glorificados estarão para sempre com o Senhor (1 Ts 4.17), gozando plenamente da beatitude eterna, daquelas coisas preparadas por Deus para eles antes da fundação do mundo (1 Co 2.9). Diz ainda a Bíblia que os descrentes padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e da glória do seu poder (2 Ts 1.9). Dos anjos diz a Bíblia que após o julgamento final o Diabo e seus anjos serão lançados no inferno quando, junto com os ímpios, serão atormentados para todo o sempre (Ap 20.10,15). Este mundo em que vivemos será destruído, purificado pelo fogo e Deus reorganizará as coisas criando novos céus e nova terra (2 Pe 3.7-13). No livro de Apocalipse (21.1-4) nos é dito o seguinte: “E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem prato, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas”. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
O Juízo Final
As coisas que em breve devem acontecer (VI)
O Juízo Final
A Bíblia Sagrada nos revela que na consumação de todas as coisas o ser humano, todos eles, exceto a Igreja, irão se apresentar diante de Deus para dar conta de sua mordomia (suas ações, suas palavras, seus bens, enfim, de sua vida). (Ap 20.11,12; At 17.30,31). O Juízo Final é a grande ocasião pública quando o mundo inteiro estará reunido na presença de Deus (O Senhor Jesus Cristo) e o destino final de cada indivíduo será pronunciado publicamente pelo Supremo Juiz, e tem como objetivo primordial vindicar a justiça de Deus e promover a Sua glória. (Sl 9.7,8; 115.1; Ap 4.11;...). A primeira coisa a ser considerada no estudo deste tema é que Deus, por ser o criador do homem, tem o direito de exigir dele a responsabilidade pelos atos praticados nesta vida. A segunda coisa é que o ser humano, como criatura que é, é moralmente responsável pelos seus atos diante de Deus e deles dará contas no dia do Juízo Final. A doutrina do juízo final é embasada tanto pelas Escrituras do Antigo como do Novo Testamento (Sl 96.13; 98.9; Ec 3.17;...; At 17.31; Rm 2.16; 2 Ts 2.12; 1 Pe 4.5; Ap 11.18;...), sendo, portanto, uma doutrina bastante consolidada. No Juízo Final pressupõe-se que todos os seres humanos já terão morrido e ressuscitado com corpos especiais, capazes de suportar o castigo que será aplicado por Deus. (Dn 12.2; Jo 5.28,29). No Julgamento Final o Juiz será o Senhor Jesus Cristo. (At 17.31). A Igreja glorificada nos céus também tomará parte nesse julgamento. (1 Co 6.2,3). Os julgados serão condenados e banidos para sempre da presença de Deus, indo sofrer a punição eterna por causa do pecado, no inferno, lugar de sofrimento e dor. (2 Ts 1.9; Sl 9.17). Satanás e seus anjos serão, também, julgados no dia do Juízo Final, e serão lançados no inferno, que foi preparado para eles. (Mt 25.41). Tratando-se dos salvos, os seus pecados já foram julgados em Cristo na cruz do Calvário, sendo os mesmos perdoados e justificados pelos méritos do Salvador, não havendo mais condenação para eles. (Rm 8.1). Segundo a Bíblia, o único julgamento dos crentes é o referente à distribuição de galardões pelo serviço prestado ao Senhor (Rm 14.10; 1 Co 3.13,14; 15.58; 2 Co 5.10). O Julgamento da Igreja (nos céus durante o período tribulacional – na visão pré-tribulacionista; por ocasião do juízo final – na visão amilenista) é a grande ocasião em que a Igreja será recompensada pelas obras realizadas durante sua existência. (Rm 14.10-12; Mt 25.21).
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
A Ressurreição Geral
As coisas que em breve devem acontecer (V)
A Ressurreição Geral
No programa divino está previsto a ressurreição dos mortos, tanto de salvos como de perdidos. O ser humano foi criado por Deus com uma parte material (corpo) e uma parte imaterial (alma chamada também de espírito). (Gn 2.7). O pecado de nossos primeiros pais atingiu a alma e o corpo do ser humano (Rm 5.12). Ainda segundo o plano divino, o homem integral (corpo e alma) é responsável pelos seus atos morais praticados durante a sua existência neste mundo. O Evangelho promete para o homem, além da salvação de sua alma, a ressurreição do seu corpo, glorificado, quando da segunda vinda de Cristo (1 Ts 4.16). No capítulo 15 de 1ª Coríntios o apóstolo Paulo discorreu longamente sobre a ressurreição, com corpos glorificados, dos crentes falecidos. (1 Co 15.1-58). Escrevendo aos Filipenses Paulo disse que o corpo dos crentes será transformado num corpo semelhante ao corpo do Cristo ressurreto, com as mesmas propriedades (Fp 3.20,21). A doutrina da ressurreição corporal tem respaldo tanto no Antigo como no Novo Testamento. No Antigo Testamento encontramos o profeta Daniel falando sobre o assunto (Dn 12.2). No Novo Testamento o Salvador num de seus sermões tratou também da questão (Jo 5.28,29). O Espírito Santo revela no texto de 1ª Coríntios 15 que os crentes que estiverem vivos no dia da Segunda Vinda do Senhor, terão os seus corpos mortais revestidos de imortalidade, ou seja, glorificados. Isto quer dizer que tanto os mortos salvos ressuscitados como os salvos que estiverem vivos terão corpos glorificados, semelhantes. Sobre a ressurreição dos mortos não salvos a Bíblia não fala muito sobre o assunto. Infere-se que eles ressuscitarão com corpos especiais, capazes de suportar o juízo divino, e com esses corpos sofrerão eternamente. Falando sobre o juízo final, o autor de Apocalipse assim se expressou: “O restante dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos” (Ap 20.5). Discute-se sobre o assunto quando ocorrerá a ressurreição dos mortos. Uns dizem que a ressurreição geral ocorrerá ao mesmo tempo quando da segunda vinda do Senhor (amilenismo). Outros acham que a ressurreição de salvos e perdidos ocorrerá separada uma da outra por 1.000 anos (premilenismo). Observando o escopo geral da doutrina, é melhor pensar numa única ressurreição geral quando da segunda vinda do Senhor, seguindo-se o juízo final e o estado eterno.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
O Milênio
As coisas que em breve devem acontecer (IV)
O Milênio
Os profetas antigos previram um tempo em que Deus iria implantar um reino, através do Messias, onde imperasse a paz, a justiça e a prosperidade (Isaías 11; Dn 2.44; 7.13,14,27;...). Esse Messias seria da casa real de Davi (2 Sm 7.16). Os reinos do mundo nessa época passariam para controle do Messias (Dn 2.44; 7.13,14,27). Devido à reiterada ênfase nesse reino no Antigo Testamento, na época em que Jesus viveu havia uma grande expectativa por parte dos judeus quanto a sua implantação (At 1.6). A expressão Milênio vem de Apocalipse 20.1-6, onde há uma referência a um reino de mil anos, onde são mencionados a Igreja e o Cristo Rei. Os estudiosos bíblicos se dividem quanto à interpretação do Milênio: 1) Existem aqueles que interpretam o Milênio como um reino literal, cuja capital será Jerusalém e que o rei Jesus governará o mundo com a Igreja e que esse reino durará mil anos. Acreditam, eles, que a segunda vinda de Cristo inaugurará esse Reino – são os pré-milenistas; 2) Outros entendem que o Milênio é um período de tempo indeterminado em que as instituições sociais do mundo serão melhoradas, graças à ação do Evangelho, trazendo para as nações um período de paz, justiça e prosperidade nunca visto, e que a segunda vinda do Senhor dar-se-á logo após esse período – são os pós-milenistas; 3) Outros entendem que a mensagem de Apocalipse é apresentada de forma simbólica, portanto, não se pode entender o Milênio como um reino literal e sim de natureza espiritual, símbolo da vida perfeita dos crentes nos céus. Esse grupo diz ainda que o Milênio é o símbolo do reino de Cristo no coração dos crentes, fazendo-os gozar de paz com Deus, alegria e felicidade plena – são os amilenistas. Considerando que a mensagem do Apocalipse nos é apresentada de forma simbólica, e que a única referência a um reino de mil anos se encontra nele, é melhor optar pela linha amilenista por uma questão básica de coerência na interpretação desse precioso livro.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
O Período Tribulacional
As coisas que em breve devem acontecer (III)
O Período Tribulacional
Antes de a Grande Tribulação ser tratada no Novo Testamento, os profetas antigos já faziam menção ao “grande e terrível dia do Senhor”, dia ou período de tempo esse em que a humanidade sofreria os terríveis castigos de Deus (Jl 2.31; Ml 4.5;...). O Senhor Jesus em seu sermão escatológico registrado em Mateus, Marcos e Lucas, falou sobre um período de tribulação para todos, o qual nunca aconteceu antes nem acontecerá depois dele, e que se não fora abreviado por causa dos escolhidos, ninguém escaparia. (Mt 24.21). Falando a Igreja de Filadélfia (Ap 3.10) o Senhor Jesus disse que a guardaria da hora da provação que haveria de vir sobre o mundo inteiro para provar os que habitam na face da terra. Esse Período Tribulacional corresponde aos juízos de Deus previstos no Apocalipse através das sete trombetas e das sete taças, como manifestação da ira de Deus sobre o mundo iníquo (Apocalipse 8 a 18).
Na Escatologia discute-se se a Igreja irá passar pela Grande Tribulação ou não. Um grupo de teólogos acha que não, que ela será arrebatada antes da sua instalação – são os Pré-Tribulacionistas. Outros admitem que a Igreja seja arrebatada no meio da Grande Tribulação – são os Meso-Tribulacionistas, e ainda outros pensam que a Igreja irá passar pela Tribulação, mas que será preservada por Deus dos juízos derramados sobre todos – esses são os Pós-Tribulacionistas. Quanto ao tempo da Grande Tribulação, uns acham que ela já aconteceu no primeiro século da era cristã – são os Preteristas. Outros acham que ela aconteceu e está acontecendo ao longo da história – são os Historicistas e outros acham que ela será um acontecimento futuro – são os Futuristas. É melhor pensar que o período tribulacional é um período de tempo de intenso juízo sobre um mundo incrédulo e que não aconteceu ainda, apesar de Deus sempre ter tratado, ao longo da História, os pecados dos homens através de seus justos juízos, pois o Senhor Jesus disse que nunca aconteceu algo similar a esse período nem antes nem acontecerá depois dele.
Quanto ao arrebatamento da Igreja, em relação ao período tribulacional, é melhor pensar que ele acontecerá após a Grande Tribulação, pois Paulo disse que a Segunda Vinda não ocorrerá sem antes vir a apostasia e a manifestação do anticristo, coisas essas previstas no período tribulacional (2 Ts 2.1-12).
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
O Arrebatamento da Igreja
As coisas que em breve devem acontecer (II)
O Arrebatamento da Igreja
No Seu programa eterno, Deus já determinou que o Senhor Jesus voltasse em glória a este mundo. Simultaneamente a Segunda Vinda do Senhor, ocorrerá o Arrebatamento da Igreja. As promessas do Arrebatamento da Igreja encontram-se em Jo 14.1-3, 1 Ts 4.16-19 e 2 Ts 2.1. Segundo o texto de 1 Tessalonicenses, quando da ocasião da Segunda Vinda do Senhor, os crentes falecidos irão ressuscitar com corpos glorificados e os crentes que estarão vivos naquela ocasião serão transformados. Todos os crentes ressuscitados, desde a primeira pessoa que foi salva neste mundo até ao dia da Segunda Vinda de Cristo, juntos com os crentes transformados (a Igreja completa, sem faltar ninguém), serão impulsionados pelo Espírito Santo para se encontrar com o Senhor Jesus nos céus atmosféricos e a partir daí estarão para sempre com o Senhor. Para efeito didático segmentamos o Arrebatamento da Igreja em três partes, a saber: a) A ressurreição em glória dos crentes falecidos – “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” 1 Ts 4.16 (Veja ainda Dn 12.2; Jo 5.28,29; 1 Co 15.52); b) A transformação dos crentes vivos – “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” 1 Co 15.51,52 (Veja ainda Fp 3.21; 1 Ts 4.17); c) O encontro com o Senhor Jesus nos ares – “Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” 1 Ts 4.17 (Veja ainda Jo 14.3; 2 Ts 2.1). Observem que nos textos citados o arrebatamento está intimamente ligado à segunda vinda do Senhor em glória. A Bíblia não fala de uma vinda secreta, sete anos antes da vinda em glória de Cristo, para arrebatar a Igreja, como inferem os dispensacionalistas, mas a liga diretamente à segunda vinda em glória como já dito acima. Também não haverá um arrebatamento parcial quando os que estiverem prontos serão arrebatados e os outros depois quando se prepararem. O arrebatamento contemplará a igreja toda e não parte dela.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
A Segunda Vinda do Senhor
As coisas que em breve devem acontecer (I)
A Segunda Vinda do Senhor
O estudo da Teologia Sistemática tem uma área chamada de Escatologia - a Doutrina das Últimas Coisas. A Escatologia divide-se em duas partes: A Escatologia Individual que trata do futuro do individuo e que engloba dois temas: A morte e o estado intermediário; e a Escatologia Geral que trata do futuro de todos os indivíduos dentro do plano de Deus, e que engloba os temas: A segunda vinda do Senhor, o arrebatamento da Igreja, o período tribulacional, o milênio, ressurreição geral, julgamento final e o estado eterno.
Neste artigo iremos tratar da Escatologia Geral, baseada na expressão que intitula este artigo, parafraseada do livro de Apocalipse, e nos deteremos na primeira coisa prevista no programa escatológico de Deus que é a segunda vinda do Senhor Jesus Cristo.
A doutrina da segunda vinda do Senhor Jesus é uma das mais bem documentadas do Novo Testamento. Quase todos os livros tratam direta ou indiretamente do assunto (a exceção fica por conta dos livros de Filemom, 2 e 3 João). Essa vinda, segundo o Novo Testamento, será uma vinda pessoal, isto é, Cristo virá em pessoa mesmo. “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus descerá do céu,...” 1 Ts 4.16; Será uma vinda física. Jesus virá com o mesmo corpo que ascendeu aos céus depois da sua ressurreição. “E lhes perguntaram: Varões galileus, por que estais olhando para os céus? Esse Jesus que dentre vós foi recebido no céu, virá do mesmo modo como para o céu o vistes ir” At 1.11; Será uma vinda visível. Todas as pessoas o verão. “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória” Mt 24.30; Será uma vinda gloriosa. Jesus virá com o corpo glorificado e acompanhado dos anjos dos céus. “Então verão o Filho do homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” Mc 13.26.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
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