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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Celebrando a Deus

     O Deus dos Céus fez o homem para glória dEle, para cultuar a Ele e para gozar das bênçãos dEle. Deus graciosamente habilitou o ser humano para isso, pois o fez a sua imagem e semelhança, ou seja, dotou-lhe da capacidade de ter comunhão com a Deidade.
   O culto a Deus, que é uma responsabilidade do ser humano, é uma das grandes comissões que o Senhor entregou a Igreja para que ela fizesse isso com temor e alegria no coração. Dentre as partes componentes do culto a Deus o louvor, a celebração é parte importante. Ainda é importante saber que o que se deve fazer para Deus deve ser bem feito, bem planejado, obedecendo ao que o próprio Deus determinou em sua Palavra.
    Olhando para as Sagradas Escrituras podemos observar a preocupação do grande rei Davi em organizar grupos de cantores e instrumentistas para a celebração diária a Deus no santuário, pela manhã e a tarde. (Veja 1 Cr 25.1-8).
    A primeira celebração que encontramos na Bíblia envolvendo mais de uma pessoa cantando e tocando para a glória de Deus foi num ajuntamento espontâneo de mulheres israelitas que saíram atrás de Miriam, irmã de Moisés, depois daquela grande vitória que Deus dera a Israel quando da passagem do Mar Vermelho (Ex 15.20,21).

   Ao longo da historia do Cristianismo vemos a Igreja organizando corais para celebrar a Deus nos cultos que ela oferecia a Ele. No inicio do protestantismo Lutero, o grande líder da Reforma, enfatizou o cântico congregacional e também através de coros, que são conjuntos que utiliza de forma harmoniosa as vozes  contralto, soprano, tenor e baixo. As igrejas congregacionais  têm valorizado o ministério    de coral, pois diversas delas organizaram os seus conjuntos para abrilhantarem os cultos celebrados a Deus. A nossa Igreja, por  graça e misericórdia de Deus, mantém ativo um belíssimo conjunto coral que tem se esmerado no serviço do Senhor.
   Sabemos das dificuldades que é ensaiar as quatro vozes separadas e depois em conjunto, que o diga a regente. Louvamos a Deus pela vida e dedicação da irmã Christyanne, regente do nosso coral, que apesar de seu pouco tempo que tem devido os seus afazeres de mãe de família, dona de casa e de profissional da polícia civil que é. Mesmo com essas dificuldades ela tem se desdobrado para fazer o melhor para a glória de Deus, através do Coral Filhos do Rei.
    Louvamos a Deus ainda pela vida dos coristas, esses preciosos irmãos que amam esse ministério e se dedicam a ele de coração. Deus os conserve assim, inclusive dando a todos eles tempo e saúde para que esse ministério fique sempre de pé em nossa Igreja.
   Louvamos ainda ao Senhor pela diretoria do Departamento de Louvor (DLOV) de nossa Igreja que tem dado todo o apoio ao Coral Filhos do Rei. Certamente que Deus a todos está recompensando e recompensará mais ainda na medida em que esses amados continuarem firmes e fiéis nesse ministério.
     Celebrar a Deus é sempre uma satisfação para aqueles que O amam e têm um compromisso de fé com Ele através de Jesus Cristo. Não foi à toa que o cantor, musicista e poeta Davi cantou em certa ocasião o seguinte: “Bom é louvar ao Senhor, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo”. Sl 92.1.
    Parabenizamos ao Coral Filhos do Rei por mais um ano de organização. Queira o bondoso Deus continuar abençoando essa instituição que foi organizada para a glória de Deus.
                            Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A mulher na Igreja

                   
       A mulher sempre ocupou no plano de Deus um papel especial. Podemos identificar isso logo na criação, pois Deus a fez a sua imagem e a sua semelhança (não estamos tratando aqui de imagem física, pois Deus é espírito e não tem forma aparente). Enfatizando essa importância Paulo escrevendo aos Coríntios nos revela que a mulher procede do homem, pois dele foi formada, e que o homem procede da mulher porque dela nasce.
      Ao longo da história bíblica encontramos, principalmente, no período patriarcal, a mulher sendo enfatizada pelo seu papel de mãe. Mas também encontramos mulheres poderosas na obra do Senhor. Comecemos olhando para a irmã de Moisés, Miriam, que a Bíblia revela que era profetisa, poetisa e instrumentista. Um pouco adiante encontramos outra mulher poderosa, Débora, juíza de Israel, que ministrou ao povo de Deus num período de crise, na época dos juízes. Através dela Deus deu um grande livramento ao seu povo, pois foi ela quem encorajou a Baraque, inclusive acompanhando-o, na grande vitória sobre os cananeus. Encontramos ainda no Antigo Testamento a profetisa Hulda que através dela os israelitas consultavam ao Senhor.  No Novo Testamento damos logo de cara, no início do Evangelho de Lucas, com uma mulher poderosa identificada como profetisa, Ana, filha de Fanuel da tribo de Aser que servia ao Senhor no santuário. Dessa mulher assim se expressa o texto sagrado: “E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; E era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia” Lc 2.36,37. Temos ainda outra mulher que na Igreja era extremamente prestigiada pelo seu serviço que prestava aos santos, Dorcas, que servia ao Senhor na cidade portuária de Jope. “E havia em Jope uma discípula chamada Tabita, que traduzido se diz Dorcas. Esta estava cheia de boas obras e esmolas que fazia“ At 9.36. O Novo Testamento ainda fala de uma mulher que se destacava no ministério da Igreja pelo serviço que prestava a Deus. Chamava-se Priscila, esposa de Áquila. Essa mulher é lembrada como colaboradora do ministério do apóstolo Paulo. “Saudai a Priscila e a Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus” Rm 16.3. Que dizer também de Maria mãe de Jesus e de outras que serviam a Deus!
     Estamos hoje celebrando ao Senhor pela passagem do Dia da Mulher Congregacional. Louvamos a Deus pela vida dessas preciosas mulheres que estão engajadas nos diversos ministérios da Igreja, servindo com fidelidade ao Senhor. Umas na área do louvor, outras na beneficência, ainda outras no ministério do ensino e outras no ministério da oração. Ainda temos aquelas que se dedicam a obra de evangelização. Outras que contribuem financeiramente para a obra do Senhor. Parabéns irmãs, Deus a todas abençoe!
                      Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Quem é o meu próximo?


     Em certa ocasião, um homem procurou Jesus e lhe fez uma pergunta que reputo como uma das mais importantes que alguém poderia fazer, que foi o que se devia fazer para conseguir a vida eterna, apesar de que, segundo Lucas, ele fez isso para por Jesus à prova. Mesmo sabendo disso, Jesus perguntou-lhe o que ele lia na Lei Mosaica sobre o assunto. Em resposta o homem, um religioso judeu, resumiu o Decálogo em dois mandamentos, identificando primeiro o amor que se deve devotar de maneira prioritária a Deus e o segundo, o amor ao próximo. O Senhor aproveitando as próprias palavras do doutor da Lei, disse: “Fazes isso, e viverás”.  Apanhado pelas suas próprias palavras, o doutor para se justificar a si mesmo fez, cinicamente, a pergunta que colocamos como titulo desta reflexão.  Aproveitando o ensejo da pergunta daquele homem, o Senhor Jesus proferiu a famosa parábola do Bom Samaritano, registrada por Lucas em seu evangelho (Lc 10.25-37).

   Na parábola do Bom Samaritano, o Senhor Jesus fez referência a um homem que caiu nas mãos de salteadores e ferido, espoliado ficou caído no caminho. Por aquele caminho transitavam dois homens importantes da sociedade israelita (um sacerdote e um levita) que, apesar de terem recursos passaram ao largo sem prestar auxílio ao homem ferido. Nesse estado de lástima aquele homem foi encontrado por um samaritano que passava por aquele caminho, que cuidou dele, pensando-lhe as feridas e o levou para uma estalagem, autorizando o hospedeiro a lhe debitar as despesas da convalescença daquele homem.  Depois Jesus perguntou ao egoísta doutor da Lei, a quem tinha dirigido essa parábola, o seguinte: “Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?  O doutor respondeu que fora o último, aquele que tivera misericórdia do homem combalido e o ajudara. Jesus disse então para ele: “Vai, e faze da mesma maneira”.
    Irmãos, um dia Deus usou de misericórdia para conosco e nos tirou da sarjeta do pecado e cuidou de nossas almas pagamento o preço de nossa recuperação. Ele também nos deu recursos para nos mantermos a nós mesmos, as nossas famílias, para atendermos as necessidades de sua igreja e também para ajudarmos ao nosso próximo, principalmente aqueles que sofrem as agruras da vida.
    Na Bíblia encontramos que Deus mandou que nós fizéssemos o bem a todos, especialmente aqueles que professam a fé em Cristo. “Então enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” Gl 6.10. É desnecessário lembrar que milhões de pessoas não tem o necessário para viver, uns não têm nem o que comer inclusive muitos de nossos irmãos em Cristo.  Negligenciar a beneficência é insultar a Deus, que de tudo nos supriu, é ser ingrato e egoísta.
    O egoísmo é uma doença maligna, que tem atingido muita gente, inclusive, infelizmente, alguns servos de Deus. Pessoas que só pensam em si mesmas, e, muito, em suas famílias.
   Pensei eu que fosse um provérbio popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus”, mas descobri que era um provérbio inspirado por Deus e que, inclusive, traz consigo uma promessa: “Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, e ele lhe pagará o seu benefício” Pv 19.17.  O Salvador disse em certa ocasião que os pobres sempre os teríamos conosco, portanto, procuremos fazer-lhes bem enquanto pudermos. Pr. Eudes Lopes  Cavalcanti    

As Misericórdias do Senhor


     No livro de Lamentações de Jeremias encontramos um texto que trata sobre as misericórdias do Senhor. Diz-nos o texto o seguinte: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim; Novas são cada manhã;...” Lm 3.22,23.
     O contexto em que esta Escritura foi revelada foi justamente quando da destruição da cidade de Jerusalém e do seu santuário. Apesar da destruição feita pelo exército caldeu, o profeta Jeremias tinha esperança de que o Deus que permitira aquela catástrofe era o mesmo Deus que iria fazer uma poderosa obra de reconstrução no futuro, o que de fato aconteceu através de Zorobabel, Neemias e Esdras, homens levantados por Deus para isso.
   Segundo o dicionário Larousse, a palavra misericórdia tem os seguintes significados: Piedade, compaixão. Perdão dado por bondade; graça.
   Realmente irmãos Deus nos têm tratado com graça e com misericórdia. Ele não nos tem tratado na proporção dos nossos erros e dos nossos pecados, conforme nos é revelado em sua Palavra: “Misericordioso é o Senhor; longânimo e grande em benignidade. Não repreenderá perpetuamente nem para sempre conservará a sua ira. Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos retribuiu segundo as nossas iniquidades” Sl 103.8-10.
   Se olharmos, irmãos, para as nossas vidas à luz da santa Palavra de Deus que é um espelho, veremos quão grandes são as nossas fraquezas, os nossos tropeços, as nossas falhas, pois diante da santidade de Deus até aquelas pequenas falhas ferem esse glorioso atributo da Deidade. Observe a experiência do profeta Isaías, registrada no capítulo seis do seu livro. Quando o profeta teve a visão da santidade de Deus ele se viu a si mesmo e clamou desesperado: “ai de mim que vou perecendo porque eu sou um homem de lábios impuros”, mas quando esse profundo sentimento de inutilidade e de pecaminosidade encheu o coração do homem de Deus imediatamente a misericórdia do Senhor se manifestou no perdão e na purificação do seu pecado, através do toque da brasa do altar em seus lábios, que representava o sangue de Jesus Cristo que seria derramado, no futuro, na Cruz do Calvário, que nos purifica de todo o pecado (1 Jo 1.9).
    Irmãos, essa misericórdia de Deus, conforme revelada em Sua Palavra, nos leva a pensar em três coisas: 1) Deus, apesar de justo, não nos pune com a mesma medida de nossos erros; 2) um profundo sentimento de gratidão por essa misericórdia porque através dela não somos consumidos pela ira divina. Isso foi dito por Jeremias: “as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos”; 3) devemos pedir graça ao Senhor para que não mais cometamos aquilo que Lhe desagrada, que é a transgressão de seus mandamentos.
“Então disse Davi a Gade: estou em grande angustia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque muitíssimas são as suas misericórdias, mas que eu não caia nas mãos dos homens”.    
                         Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Vencedor por Cristo



    Nunca no meio evangélico se cantou tanto vitória na vida cristã como na atualidade. Infelizmente quando esse tema é poetizado a ênfase maior é a vitória no âmbito terreno da vida do cristão. Se fala muito em vitória na cura de uma enfermidade, na prosperidade material, na consecução do sonho da casa própria (que para uns deve ser a melhor casa ou apartamento), de um emprego melhor, da compra de um carro novo e de  outra bênção de natureza material ou física. Nada contra essas coisas, pois a Bíblia diz que Deus dá prosperidade a quem Ele quer dar. “... Ninguém pode ter alguma coisa se ela não for dada por Deus” Jo 3.27.
   Queremos nesta reflexão enfocar outra área sobre que o cristão precisa ter vitória constante, a espiritual.
   Primeiramente queremos informar que o crente é uma pessoa vencedora, pois assim nos é revelado na Palavra de Deus, e sempre essa vitória é através de Jesus Cristo. Citemos apenas um texto: “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo,...” 2 Co 2.14. (Veja ainda 1 Co 15.57, Rm 8.37).
  Quando se fala em vitória deve se levar em consideração, inimigos e guerra. A Bíblia nos revela a existência de três grandes inimigos que combatem insistentemente contra a alma do cristão: o mundo, a carne (a natureza pecaminosa) e o diabo. Esses inimigos não dão trégua ao crente. É uma batalha intensa que é travada dia e noite.
   Falemos um pouco sobre cada um deles, pois conhecendo-os fica mais fácil vencê-los.
    Quando a Bíblia fala de mundo como inimigo do cristão ela está se referindo ao sistema no qual estamos vivendo, a grande Babilônia. João apóstolo nos revela que o mundo inteiro está posto no maligno (1 Jo 5.19), ou seja, Satanás está manipulando as pessoas levando-as a fazerem coisas contrárias a lei divina. Veja o que Paulo falou sobre o assunto: “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espirito que agora opera nos filhos da desobediência” Ef 2.2.
   Tratando-se da carne (a natureza pecaminosa) a Bíblia diz que o crente em Cristo recebeu da parte de Deus uma nova natureza infundida em sua alma pelo Espírito Santo. “Pelas quais ele nos em dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo” 2 Pe 1.4.  (Veja ainda 1 Jo 3.9). Mas, é sabido pelas Escrituras que a natureza humana propensa ao pecado não é erradicada do crente, pois ele a terá consigo até aquele grande dia da sua partida deste mundo para o Céu ou do arrebatamento da Igreja. Paulo falou de uma luta incessante entre a carne e o Espírito no interior de um crente (Rm 7.13-23).
   Quanto ao diabo, ele é o querubim ungido que se rebelou contra Deus. Ele é o formidável inimigo do crente. Pedro nos revelou que ele é o adversário do povo de Deus e que vive em derredor da Igreja procurando tragá-la (1 Pe 5.8,9). É o tentador (Mt 4.3) e o acusador (Ap 12.10), pai da mentira (Jo 8.44), etc.
   Sobre esses inimigos, Jesus já decretou a vitória por nós, pois os venceu na cruz. “E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”  (Cl 2.15).                      
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

terça-feira, 30 de abril de 2013

Uma decisão acertada



    Na vida sempre nos deparamos com situações difíceis ou fáceis que nos levam a tomar decisões.
   Olhando para a Bíblia observamos também que servos de Deus do passado, de vez em quando, enfrentavam situações que requeriam uma decisão, dentre eles um grande servo de Deus, Josué, que corajosa e publicamente declarou-a perante todo o povo de Deus, inclusive de seus líderes.
    Segundo a vontade soberana de Deus coube a Josué, filho de Num, da tribo de Efraim, suceder a Moisés, o grande líder do povo de Deus, e introduzir a Israel na terra da promessa. Grandes foram as batalhas enfrentadas por aquele servo de Deus. A terra foi conquistada e dividida entre as nove tribos e meia (duas tribos e meia – Rubem, Gade e meia tribo de Manassés - já tinham recebido a sua herança além do rio Jordão quando Moisés destruíra os reinos de Seom e de Og).
    Estando Josué já velho, cansado de suas lides ministeriais, sabendo que o povo de Deus sempre se inclinava ao erro, convocou os líderes de Israel e todo o povo e, depois de fazer uma recapitulação dos grandes feitos do Senhor, despede-se deles, dizendo: “... Então Josué disse a todo o povo: Assim diz o Senhor Deus de Israel: ... Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”  Js 24.1-15.
    Observem que nesse texto o povo de Deus ainda estava se envolvendo com os deuses dos povos que foram destruídos tanto de um lado como do outro do Jordão e também com os  deuses do Egito. Diante disso, Josué os desafia a servir somente ao Senhor, o Deus verdadeiro, o Deus de Israel. Depois de confrontá-los Josué revela a decisão que tomara em sua vida: “porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.
    Amados, servir a Deus é, antes de ser uma obrigação, um privilégio. Deus para fazer as coisas não precisa de ninguém. Lembremo-nos de que Ele é todo-poderoso capaz de fazer tudo sozinho, sem depender de ninguém, mas aprouve a Ele, segundo a sua soberana vontade, dá o privilégio a Sua Igreja de servi-Lo. Paulo disse que nós os crentes somos colaboradores de Deus. “Porque nós somos colaboradores de Deus;...” 1 Co 3.9.
    Assim sendo, devemos, como crentes em Cristo, procurar servir a Deus de todo o nosso coração. A Bíblia orienta a Igreja a servir a Deus com um coração sincero e com uma alma voluntaria (1 Cr 28.9), com alegria (Sl 100.2), com fervor (Rm12.11), sempre de forma abundante (1 Co 15.58), sem esperar recompensa nenhuma, apesar de Deus prometer recompensar aos seus servos fiéis (1 Co 15.58).
    Não seja irmão um mero assistente das coisas que acontecem no serviço do Reino de Deus através do ministério da Igreja local, e sim um fervoroso trabalhador. Siga o exemplo de Josué que tomou a decisão acertada nessa área, desafiando todo o povo de Deus no seu tempo a fazer o mesmo.                       
                               Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
   

Louvando a Deus



    Nós seres humanos fomos criados para viver para Deus. Por isso Ele nos fez conforme a Sua imagem e semelhança “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” Gn 1.27. Na construção dessa imagem (Imago Dei) Deus dotou o homem com atributos que o distingue do restante da criação: vontade, inteligência e emoções, ou seja, faculdades que Deus as possui de forma perfeita e plena, e que as compartilhou conosco em certa medida, que nos tornam capazes de nos relacionarmos com Ele.
   O pecado deteriorou a imagem de Deus no homem, mas não a destruiu, graças a Deus por isso. Em Cristo essa imagem está sendo reconstruída, mas não só isso, mas também a imagem de Cristo estar sendo refletida no cristão. “Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” 2 Co 3.18.
   Essa transformação operada pelo Espírito de Deus em nossas vidas nos habilita a adorarmos ao Senhor de uma forma que Lhe seja agradável, isto quando essa adoração é feita em espírito e em verdade.
   Deus, através de sua Palavra, determinou que os que cressem em Cristo se agrupassem e se organizassem como igrejas locais para que se desincumbissem de quatro grandes propósitos, a saber: adoração, edificação, proclamação e beneficência.
  Quanto à adoração, ou seja, ao culto que se deve celebrar a Deus o louvor é uma das suas partes componentes. Qualquer liturgia que se preze não pode prescindir do louvor a Deus, quer através de cânticos congregacionais e/ou através de conjuntos que são organizados para celebrar ao Senhor, ou através de cantores solo.
    A nossa igreja tem sido contemplada por Deus com alguns conjuntos instrumentais e vocais dentre eles o Conjunto Ebenézer que é composto só de mulheres, tendo a liderança da irmã Adriana Meireles. Esse Conjunto tem sido uma benção no ministério da III IEC/JPA, se apresentando regularmente nos cultos que  celebramos ao Senhor nosso Deus.
   Esse precioso Conjunto teve o seu início em 2004 sob a liderança do Presb. Franklim José que hoje serve ao Senhor na Assembleia de Deus. Ainda o Conjunto Ebenézer teve um grande impulso sob a liderança do Presb. Adelson Alexandre que devido ter infartado não pode mais continuar na liderança do mesmo. Deus graciosamente levantou a irmã Adriana para tomar conta do Conjunto o que ela vem fazendo com muita propriedade e graça.
    Hoje estamos celebrando ao Senhor pelos nove anos de existência do Conjunto Ebenézer. Nessa celebração estamos oferecendo a Deus dois cultos de ações de graças, sendo um pela manhã e o outro a noite, em ambos estará pregando a Palavra de Deus a Missionária Edileusa Veras sobre o tema “Louvando a Deus pela sua grandeza”, baseado no Salmo 150.2.
   Neste dia toda a nossa Igreja se regozija no Senhor por mais um ano que Ele graciosamente concede ao Conjunto Ebenézer. Rogamos a Deus que Ele dê saúde e disposição a essas irmãs para que continuem servindo a Deus com alegria. 
                                   Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O que é mais importante?

Já ouvi de alguns pastores que a família é mais importante do que a igreja. E um dos argumentos para essa declaração é que a família existe antes da igreja. Segundo eles a família começa no Édem e a igreja no Dia de Pentecostes.
A declaração acima não é correta à luz das Sagradas Escrituras e pode levar o ouvinte a colocar a igreja do Senhor num segundo plano, num lugar onde não deve estar, senão vejamos:
A igreja do Senhor não passou a existir no Dia de Pentecostes com a descida do Espírito Santo sobre aqueles cento e vinte irmãos do passado. A existência da igreja do Senhor é desde a eternidade, conforme a Bíblia revela: “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade” Ef 1.4,5. As Escrituras dizem ainda que o Cordeiro de Deus, o Salvador da igreja, no programa redentor, já fora considerado como morto antes da fundação do mundo, ou seja, antes da existência da família (Ap 13.8). Na história, antes do Pentecostes, a igreja existia de forma velada, embrionária, mas existia. Os salvos antes da manifestação histórica da igreja (Adão e Eva, Abel, Sete, Enos, Enoque, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, e tantos outros) já faziam parte da igreja na sua expressão universal ou invisível.
A igreja é o grande projeto de Deus desde a eternidade, revelado em Sua Santa Palavra. A Bíblia diz que ela é a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus. Por ela o Filho de Deus veio a este mundo e morreu na cruz do Calvário para redimi-la. Ela é a menina dos olhos de Deus. De todas as coisas do universo nada é mais importante para Deus do que a sua igreja, a qual o seu Filho resgatou com o seu próprio sangue (Veja At 20.28). Para ela Deus preparou desde a eternidade as coisas mais gloriosas que existe. Ela é agora a noiva do Cordeiro, mas depois do Arrebatamento, será a sua esposa amada.
Quanto à família, ela é uma instituição divina porque foi Deus quem a instituiu, mas é terrena. Através da família o Deus eterno dá continuidade ao seu programa redentor. É uma experiência para o homem na face da terra. A família desfaz-se para o indivíduo quando da ocorrência de sua morte e, consequentemente, desfazem-se todos os seus laços familiares. O Salvador disse que lá no Céu não se casam nem se dão em casamento, as pessoas redimidas serão parecidas com os anjos de Deus.
Em algum momento do seu ministério, o Salvador deparou-se com a questão de quem era mais importante aos olhos de Deus, a família ou a igreja. O episódio deu-se quando Ele estava ministrando sobre o reino dos Céus, e sua mãe, e irmãos vieram falar com ele. Devido o recado de alguém que os seus familiares estavam ali e queriam falar com Ele, Jesus deu-lhe a seguinte resposta: “... Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos? E, estendendo a sua mão para os seus discípulos, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos; Porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe” Mt 12.48-50.
Queridos, amemos a nossa família e a valorizemos até onde pudermos valorizá-la, mas saibamos que a igreja do Senhor é mais importante do que ela, e por isso tem prioridade sobre a mesma em quaisquer circunstâncias.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Primeiro a obrigação depois a devoção?

No evangelho de Lucas encontramos um incidente no ministério público do Senhor Jesus que, com certeza, traz importantes lições para a igreja da atualidade.
O Senhor Jesus em suas andanças pela Judéia entrou em certa ocasião na casa de Lázaro que tinha como irmãs Marta e Maria. O texto sagrado nos diz que quando Jesus entrou naquela residência Maria aproximou-se dele e assentou-se aos seus pés para ouvir a Palavra de Deus, enquanto Marta, preocupada com os afazeres domésticos, estava perdendo a grande oportunidade de está aos pés do Senhor usufruindo de sua presença. Em dado momento Marta dirige-se ao Senhor e faz-lhe uma observação nestes termos: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe, pois, que me ajude”. Amorosamente o Salvador lhe diz: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária” e conclui dizendo que Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe seria tirada.
Amados, devemos nos lembrar que o Filho de Deus veio a este mundo encarnado na pessoa de Jesus. A Bíblia diz que o Verbo se fez carne, assumindo uma natureza humana que foi gerada no ventre de Maria pela Instrumentalidade do Espírito Santo. Jesus é o grande Emanuel, Deus conosco. A presença de Jesus em qualquer lugar nos dias de sua carne era uma oportunidade dada por Deus às pessoas onde Ele estivesse. Por conseguinte, a presença de Jesus no lar de Betânia era a presença do Deus encarnado, do Filho de Deus, do Senhor dos Céus e da terra. Aquela presença era para ser aproveitada por todas as pessoas daquela família. Maria entendeu isso e quedava-se aos pés do Senhor embevecida pelas palavras de graça e poder que saiam dos Seus lábios, enquanto isso sua irmã Marta estava perdendo essa grandiosa benção e para piorar a situação, sem ter consciência do que estava fazendo no reino espiritual, Marta pediu a Jesus para tirar sua irmã Maria do lugar da benção.
No interior onde nasci e até na nossa capital quando era adolescente ouvia a máxima que está intitulando esse artigo: “Primeiro a obrigação, depois a devoção”. No reino espiritual essa máxima não está correta. Nele vem, primeiro, a devoção depois a obrigação. Isso nos leva a refletir que primeiro de que qualquer outra coisa está o Reino de Deus. No sermão do monte o Salvador disse que deveríamos buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33). Disse ainda Jesus, quando ministrou sobre o maior de todos os mandamentos, que devemos amar a Deus acima de todas as coisas.
No incidente que mencionamos isso está bem patenteado. Não estamos recriminando Marta pelo fato dela está querendo preparar a casa para, talvez impressionar melhor ao Senhor, mas sim o seu descaso pelas coisas espirituais e por aquele que estava presente em sua casa, Jesus o Filho de Deus.
Irmãos amados quantas vezes nós colocamos as coisas materiais acima dos interesses do Reino de Deus? Em certa ocasião uma irmã ligou para o pastor duma determinada igreja e pediu para que ele não escalasse mais o seu marido para pregar a Palavra de Deus no sábado, porque era o único dia que ele tinha de folga para passear com o seu filho.
Irmãos, lembremo-nos de que as coisas de Deus devem estar acima dos nossos interesses. Espelhemo-nos em Maria e procuremos dá lugar primeiro a devoção e depois cumpramos com alegria a nossa obrigação.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 14 de maio de 2011

O fracasso de uma geração

Jz 2.10-15
O livro de Josué, o primeiro livro dos Históricos é o livro que fala de uma geração vencedora, pois conta a história da conquista da terra prometida pelos judeus liderados por Josué, sucessor de Moisés.
O livro de Juízes, o segundo dos livros Históricos, trata dos fracassos do povo de Deus num período de 400 anos. Nesse período as doze tribos de Israel não tinham uma liderança nacional, pois Josué falecera e cada tribo ficou cuidando de si mesma, sem um líder de envergadura nacional. Esse período é caracterizado por quatro palavras: pecado, opressão, arrependimento e libertação.
O período dos juízes começa com uma geração que não conhecia ao Senhor, apesar de ser o povo de Deus. O texto acima nos diz que Josué falecera bem como todos os lideres contemporâneos seus, e que a geração que sucedera aquela geração vencedora foi uma geração que se corrompeu pela falta de conhecimento do Senhor e dos seus feitos.
Poderíamos perguntar quais as causas do fracasso da geração que sucedera a de Josué? As conseqüências nós sabemos pelo texto de Juízes 2: Idolatria (adoraram e serviram aos deuses de Canaã) e o consequente juízo de Deus (ira divina e a entrega do povo nas mãos de opressores). Olhando o contexto do Pentateuco podemos constatar que o fracasso daquela geração deu-se pela falha de duas instituições que tinham a obrigação de ensinar o povo de Deus acerca da vontade do Senhor e dos seus grandes feitos: os pais e depois os levitas. Aos pais Deus dera a grande responsabilidade de criar os seus filhos nos caminhos do Senhor. “E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te...” Dt 6.6-9.
A outra instituição que tinha a responsabilidade de ensinar ao povo a lei de Deus era os levitas. No livro de Neemias vê-se isso: “... e os levitas ensinavam o povo na lei... e leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse” Ne 8.7,8. Deus graciosamente distribuíra os levitas entre as doze tribos de Israel, tendo cada uma delas quatro cidades destinadas a eles, com a finalidade de facilitar o ministério deles.
Percebe-se pelo texto de Deuteronômio citado no início deste artigo que era principalmente na instituição família que os ensinamentos da lei do Senhor deveriam passar de pais para filhos.
Permitam-me pensar que os pais componentes daquela geração vencedora não tiveram o cuidado de ensinar aos seus filhos a Lei do Senhor, talvez porque estivessem tão ocupados e empolgados com as conquistas materiais que se esqueceram de olhar para dentro de seus lares e pensar no futuro de suas famílias na área espiritual.
Parece-me que o erro antigo está sendo repetido hoje, pois se percebe que muitos pais crentes não estão preocupados com a vida espiritual dos seus filhos, pois não os trazem a Casa do Senhor a fim de adorar a Deus e aprenderem através da ministração das Escrituras sobre a vontade de Deus e sobre o seu programa redentor através de Cristo, e o resultado desse descaso é o surgimento de uma geração que não conhece ao Senhor, secularizada, mais amiga dos deleites da vida do que das coisas de Deus. Tem pais que tem um imenso cuidado com a vida material dos seus filhos e não investem nada na vida espiritual deles. Não estão preparando os seus filhos para o Céu!
Queridos irmãos invistamos mais na vida espiritual dos filhos. Zelemos por eles trazendo-os quando pequenos para a Igreja, animando-os na fé quando maiores e principalmente clamemos por eles a Deus para que Ele tenha piedade deles e assim se aproximem do Senhor.
Eudes Lopes Cavalcanti

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tempo de Recomeçar

Todos nós sabemos que o ser humano é limitado pelo tempo e que a sua vida é contada por anos. A própria Escritura já nos revela isso, pois informa que desde os primórdios as coisas eram assim. “E foram todos os dias que Adão viveu, novecentos e trinta anos, e morreu” Gn 5.5. No salmo 90 Moisés, que foi o seu autor, falou sobre a expectativa da duração da vida do homem dizendo o seguinte: “A duração da nossa vida é de setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam há oitenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos” Sl 90.10. Observem que tanto o texto de Gênesis como o de Salmos tratam sobre anos como o parâmetro medidor da duração da vida humana. Não vamos aqui neste boletim discorrer sobre a expectativa de vida da geração antediluviana e a geração pós diluviana, pois a diferença é grande (969 anos de Matusalém e 80 anos falado por Moisés no salmo citado). Uns acham que o tempo antes do dilúvio era contado de forma diferente do tempo contado pós dilúvio, mas o parâmetro medidor é o mesmo, ano.

Chegamos pela graça divina ao início de mais um ano em nossa existência. Louvamos e bendizemos ao Senhor que nos conservou com vida. Louvamos ainda a Deus pelo seu cuidado, proteção e provisões. Ainda bendizemos ao Senhor pelo que Ele é para nós e pelo que nos proporcionou em Cristo no reino espiritual. O momento é propício para se fazer uma reflexão sobre o que fizemos e sobre o que deixamos de fazer no ano que terminou. Com certeza existem muitas coisas em nossas vidas que lamentamos não termos conseguido concretizar no ano passado. Há ainda coisas que lamentamos não termos podido realizá-las de uma forma melhor. Em algumas áreas da vida começamos bem 2010 com ótimas intenções, mas, ao longo do ano passado perdemos o foco, o alvo e não concretizamos o que intencionamos.

Graças a Deus que Ele nos está dando uma nova oportunidade de recomeçar!

Que tal pensarmos em começar 2011 com o firme propósito de valorizar a nossa vida devocional, lendo e meditando nas Sagradas Escrituras diariamente, orando constantemente individual e comunitariamente nos dias convencionados dos cultos de oração, e também freqüentarmos assiduamente os cultos da Igreja, inclusive os do meio da semana?

Que tal assumirmos o firme propósito de ser fiel ao Senhor no que se refere à entrega dos dízimos e das ofertas para a manutenção da obra do Senhor através do ministério de nossa Igreja?

Que tal assumirmos ainda o firme propósito de sermos crentes melhores, mais atuantes, mais amigos uns dos outros, engajados na obra do Senhor principalmente na obra missionária e na obra beneficente?

Que tal abandonarmos aqueles hábitos ruins, para não dizer pecados, que estão comprometendo a nossa comunhão com Deus e impedindo de sermos usados por Ele para a salvação das almas perdidas e para a edificação da Igreja. (vaso sujo Deus não usa. “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra” 2 Tm 2.21).

Querido irmão aproveite o novo ano que Deus te dá e procure recomeçar o que você parou no caminho da vida cristã no ano passado. Lembre-se de que somos servos de Deus e estamos aqui neste mundo para vivermos para a glória dele.

Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Simão, o mágico (At 8.9-13) No relato do texto em apreço, nos é apresentada a figura de um homem famoso na cidade de Samaria, onde De...