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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Educação: de quem é a culpa?

A gente vê muitas coisas no facebook, inclusive, com relação à questão da maioridade penal. Muitas pessoas reclamam do governo nas esferas municipal, estadual e federal como o responsável pelo aumento da criminalidade em nosso país. Mas será que devemos só debitar aos governos as dificuldades nessa área. É verdade que os governos nas instâncias citadas têm também a sua parcela de contribuição na má educação (instrução) do povo, devido não investir na área educacional com mais intensidade. É bom esclarecer que existe diferença entre o que é educação e instrução. Educação é algo mais profundo do que instrução. Dentre outras coisas, educar significa promover o desenvolvimento da capacidade intelectual, moral e física de alguém ou de si mesmo, enquanto instruir significa compartilhar conhecimentos. As pessoas educam quando vivem o que ensinam. Fora disso, é instrução. A Palavra de Deus responsabiliza os pais em promover a educação no lar, que em tese, perdura a vida toda. “E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te” Dt 6.6,7. “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” Pv 22.6. “O que retém a sua vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, a seu tempo, o castiga” Pv 13.24. Na Bíblia encontramos pais piedosos, mas que falharam na educação de seus filhos. Veja o que ela diz sobre Eli, sacerdote do Senhor: “Naquele mesmo dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado contra a sua casa; começá-lo-ei e acabá-lo-ei. Porque já eu lhe fiz saber que julgarei a sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque, fazendo-se os seus filhos execráveis, não os repreendeu” 1 Sm 3.12,13. Eli se parece com aquele pai que faz tudo o que os filhos querem, não impõe limites, não disciplina, não diz não, e o resultado foi que aquelas crianças depois de crescidas foram mortos prematuramente como ação do juízo divino. Diante do exposto, orientamos aos pais que invistam na educação dos seus filhos enquanto estão com um controle maior sobre eles, pois depois disso só oração e conselho bíblico, e olhe lá. Aproveitando o ensejo, venha orar pelos seus filhos nas terças a noite e nas quartas-feiras à tarde. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

OS CRENTES EM CRISTO E O RESULTADO DAS ELEIÇÕES

                       
    Os crentes em Cristo sabem pelas Sagradas Escrituras que Deus é soberano, Senhor do Universo e que a terra e tudo o que nela existe, inclusive os seres humanos pertencem a Ele. Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam” Sl 24.1.

     Em relação ao pleito eleitoral realizado no domingo passado em nosso País, o soberano Senhor do universo fez a sua vontade reconduzindo uns, aprovando outros e reprovando a quem Ele quis reprovar, em relação aos cargos eletivos, pois Ele é quem estabelece reis e depõe reis. “Ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; é ele quem dá a sabedoria aos sábios e o entendimento aos entendidos” Dn 2.21.

     A postura do servo de Deus, daqui por diante, é respeitar a ordem estabelecida por Deus no designo de sua vontade e obedecer aos líderes que Ele instituiu pela sua graça e vontade, exceto na questão do pecado.   “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação” Rm 13.1,2. Veja ainda o que diz outra Escrituras sobre o assunto: “Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; Quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus. Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei” 1 Pe 2.13-17.
   
    Estamos assistindo nas redes sociais ministros do evangelho de renome neste País, mostrando sua indignação pelo fato de seu candidato não ter sido eleito. Esses líderes com essa postura de insubmissão a vontade de Deus instigam os seus seguidores a transgredirem a santa Palavra de Deus se posicionando contra aquilo que foi estabelecido por um pleito democrático no qual Deus manifestou a Sua soberana vontade.
  
     Lembramos aos irmãos da Igreja do Senhor Jesus espalhada no Brasil que reflitam sobre a postura desses líderes e pensem muito antes de dizer “amém” aos seus posicionamentos políticos, pois muitos deles já perderam há muito tempo a visão do Deus soberano que governa o universo. As Sagradas Escrituras, única regra de fé e prática dos cristãos, recomendam que os crentes em Cristo orem pelas autoridades constituídas por Deus para que tenhamos uma vida sossegada e tranquila, conforme o texto a seguir:Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda a piedade e honestidade, pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador” 1 Tm 2.1-3.

Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
Outubro de 2014



Simão, o mágico (At 8.9-13) No relato do texto em apreço, nos é apresentada a figura de um homem famoso na cidade de Samaria, onde De...