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sábado, 17 de agosto de 2019


Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus
(Mt 7.22-29)
Terminamos o comentário do Sermão do Monte tratando da obediência às palavras de Jesus. O Senhor Jesus Cristo é Deus, portanto, as suas palavras que foram registradas nos Evangelhos devem ser obedecidas por todos os homens, especialmente por aqueles que professam a fé nEle. É isto o que diz o último tema da seção estudada. O Senhor Jesus foi bem claro, quando disse que só entra no reino dos céus quem faz a vontade de Deus (Mt 7.21). No dia do juízo final, muitos dirão que profetizaram em nome de Jesus, que expulsaram demônios, e que até em Seu nome fizeram maravilhas, mas essas obras não irão impressionar o Senhor, pois elas não estavam misturadas com a obediência aos Seus mandamentos. Jesus usa uma metáfora de uma casa alicerçada sobre uma rocha e uma casa alicerçada sobre a areia. Ele disse que os que obedecem a Sua palavra são comparados a uma  construção sobre a rocha que suporta as intempéries e tempestades da vida e não desabam, e os que não obedecem são comparados a uma construção feita sobre a areia, que não suporta as tempestades da vida e desabam, fracassam. É bom que todos saibam que Deus é um ser pessoal, que tem vontade, inteligência e emoções. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Essa vontade é o código de ética que o Senhor revelou que deve ser obedecido por todos.  O segredo da vitória na vida depende essencialmente da observância a esse código.    
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti         

sexta-feira, 12 de julho de 2019


Comentando o Sermão do Monte

Os falsos profetas  (Mt 7.1-29)

Dando continuidade a reflexão nesta seção, o   assunto tratado é sobre “Os falsos profetas” (Mt 7.15-20). O Senhor Jesus advertiu a sua Igreja e aos presentes a que se acautelassem dos falsos profetas, que se apresentariam diante do povo como pessoas piedosas, mas interiormente eram lobos devoradores. A lei mosaica já advertia a todos que os falsos profetas surgiriam para enganar o povo, afastando-o de Deus. O povo fora orientado como deveria ter a prova se um indivíduo era um falso profeta ou não. A prova  era se a profecia proferida se cumpriria ou não (Dt 18.20-22). O Senhor Jesus ampliou, no Sermão do Monte, o teste para se reconhecer um falso profeta, que era a conduta desse profeta, ou frutos produzidos pela vida dele. O Senhor usou uma metáfora de uma arvore e seus frutos. Ele disse que uma arvore boa, produz bons frutos e uma arvore má produz maus frutos. O homem por natureza é mau. Quando o evangelho entra no coração de alguém, ele produz uma transformação, uma mudança profunda, a ponto de a Bíblia dizer que se alguém está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo (2 Co 5.17). O falso profeta nunca nasceu de novo, portanto não poderia produzir bons frutos. É a árvore má que produz maus frutos. Às vezes a falsa profecia parece-se com a verdade de Deus, e aí é preciso o dom de discernimento para entender a questão. Foi o caso da pitonisa de At 16.16-18.                
 Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 6 de julho de 2019


COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE
A Porta Estreita (Mt 7.13,14)
Dando continuidade a reflexão nesta seção, o   enfoque será na expressão “A Porta Estreita” (Mt 7.13,14). Nessa expressão o Senhor Jesus conclama os ouvintes a entrarem pela porta estreita para que possam ser salvos, porque a porta larga e espaçosa é o caminho da perdição, e disse Ele que poucos são os que são salvos, e a imensa maioria os perdidos. Mas, o que é essa porta estreita e o que é a porta larga e espaçosa? Olhando outros textos das Sagradas Escrituras, descobrimos que essa expressão nos fala sobre a salvação eterna que só pode ser concedida pelo próprio Deus através de Seu Filho José Cristo. O Senhor Jesus Cristo, conforme o programa divino, é o único meio através do qual o homem é salvo da perdição eterna. Ele disse em certa ocasião que Ele próprio era a porta: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” Jo 10.9. Em certa ocasião, o apóstolo Pedro disse as autoridades religiosas de Israel que o Senhor Jesus é o único meio de salvação (At 4.12). Paulo escrevendo a Timóteo disse que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo homem. (1 Tm 2.5).  Outra questão é quem são esses poucos e esses muitos. Os poucos que são salvos são aquelas pessoas escolhidas por Deus para esse propósito (At 13.48), e os muitos são os réprobos quanto à fé em Cristo, ou seja, os que rejeitam a salvação oferecida por Deus. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


sábado, 29 de junho de 2019

                                               COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE


Perseverança na oração (Mt 7.1-12)

Dando continuidade a reflexão nesta seção,  enfocaremos a expressão “Perseverança na oração” (Mt 7.7-12). A oração é um meio da graça que deve ser usado para se comunicar com Deus. A oração deve ser feita ao Pai em nome do Seu Filho Jesus Cristo, isto pelo Espirito Santo. Deus fala ao coração do homem através das circunstâncias, de sonhos, de profecias de curta duração e, especialmente, através de Sua Palavra, mas só há um meio pelo qual nos comunicamos com Deus que é através da oração. Deus graciosamente resolveu ouvir a oração de quem o busca com sinceridade de coração. A oração de um justo, de um crente em Cristo, tem um poder extraordinário. “”... a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” Tg 5.16. A recomendação do Senhor no Sermão do Monte, nessa área, é que o crente persevere na oração. ”Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á”. Observe os três verbos: pedir, buscar e bater. A ideia aí apresentada é que o crente deve perseverar na oração. A resposta de Deus à oração de uma pessoa é líquida e certa, pois o Senhor Jesus exemplificando esse compromisso de Deus em responder a oração sincera, cita a experiência humana em que um filho se pedir um pão, por acaso, dar-lhe-ia o pai uma pedra ou se pedisse um peixe dar-lhe-ia uma serpente? Complementando o assunto, o Senhor revela que se o homem que é mau dar coisas boas aos seus, quando mais o Pai Celestial dará bens aos que lhe pedirem        

  

                                             COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE


As coisas santas não deis aos cães (Mt 7.6)
Dando continuidade a reflexão nesta seção, enfocaremos a expressão “As coisas santas não deis aos cães. O que são as coisas santas? Essas coisas são as coisas de Deus, do Seu reino. Sabemos pelas Bíblia Sagrada que Deus, graciosamente, se revelou a Si mesmo até aonde quis revelar o Ser, o Seu caráter, os Seus atributos e, sobretudo, a Sua vontade. Além disso, Deus revelou o Seu programa redentor o qual fala sobre a queda do homem por causa do pecado e a Sua provisão graciosa, através do Seu Filho Jesus Cristo, para restaurar a comunhão do homem com quem o criou. Todo o conjunto de coisas atreladas a esse programa são as coisas santas, porque provém de um Deus santo e verdadeiro. Quem são os cães a quem essas coisas não devem ser dadas? Deus ordenou que o programa redentor fosse proclamado por todo o mundo e a toda a criatura. Quem crê nesse programa, são os eleitos de Deus. Os réprobos quando à fé, são aquelas pessoas que rejeitam o convite de Cristo e não O aceitam como Salvador e Senhor de suas vidas. O cristão não deve perder tempo com essas pessoas, pois elas rejeitaram a oferta divina para salvá-los. Jesus disse, quando comissionou os discípulos, que aquelas cidades que os rejeitassem, eles lançassem o pó de suas alparcas em testemunho contra elas.
  

                                                COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE


O juízo temerário (Mt 7.1-5)
Nessa seção, iremos tratar dos temas de forma individual. Comecemos com a questão do juízo temerário. Fazer juízo sobre a vida de uma pessoa sem conhecer os fatos não é aconselhável pela Palavra de Deus, pois podemos causar danos irreversíveis a essa pessoa. Tiago, o irmão do Senhor nos diz em sua epístola (Tg 4.11,12) que o juízo é uma exclusividade de Deus, o justo Juiz. No entanto, Deus deu a Igreja como comunidade local, autoridade para julgar as falhas de seus membros, observando aquele critério estipulado no A.T. e confirmado no N.T. de que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra será confirmada. Adverte também o Senhor sobre o falso testemunho, pois quem assim o fizer, aquilo que pensava fazer contra o seu próximo será debitado a ele. Tratando-se do juízo individual, o Senhor adverte no Sermão do Monte que com a medida com que medimos o nosso próximo seremos medidos também. Adverte ainda o Senhor que, mesmo que ousemos fazer juízo de alguém, devemos antes de fazer isso, olharmos para nós mesmos se temos condições morais e espirituais para tanto. Mesmo tendo condições, devemos ser cautelosos para não cairmos no pecado da hipocrisia, ou seja, condenar os outros pelos pecados que nós mesmos cometemos.


COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE

O tesouro no céu – Olho puro – Os dois senhores – Ansiosa solicitude pela vida (Mt 6.19-34)

No primeiro ensinamento dessa seção, o Senhor Jesus critica a visão materialista do homem, que só pensa nas coisas deste mundo, em prosperar materialmente, e lhe apresenta algo infinitamente melhor, com dimensão eterna, que é colocar o coração nas coisas de Deus, dos Céus. Depois o Senhor trata da questão do olhar. Através dos olhos, se não houver vigilância, pode-se deixar o pecado dominar a alma, e a luz do Evangelho pode ser ofuscada; Em seguida, o Senhor enfoca a questão da mordomia cristã, da exclusividade do serviço que o servo deve devotar ao seu Senhor. Um coração dúbio que não entende nem se submete a exclusividade do reino de Deus, não é do agrado de Deus. Finalmente, o Senhor trata nessa seção da preocupação natural do homem pelas coisas básicas para o suprimento de suas necessidades, tais como comer, beber e vestir, e usando alguns exemplos da própria natureza tais como as aves que voam nos céus, que o Pai celeste as sustenta sem trabalharem para isto, bem como os lírios que nascem nos vales e como são revestidos por Deus de uma grande beleza, sem também fazerem esforços para isso, e até diz que nem Salomão com toda a sua glória se vestiu com a glória dada por Deus àquelas plantas, e sutilmente os desafia a confiar em Deus para as provisões para as suas vidas. Na última parte dessa seção, o Senhor Jesus insta com os seus discípulos a darem prioridade ao Reino de Deus e a sua justiça, prometendo Jesus, se essa prioridade for uma realidade na vida deles, com certeza, suprir-lhes as necessidades. Terminando a seção, o Senhor anima os discípulos a não se inquietarem com coisa alguma, pois o futuro a Ele pertence.      

segunda-feira, 3 de junho de 2019


Comentando o Sermão do Monte
Esmolas, Oração e Jejum (Mt 6.1-18)
Nessa seção, o Senhor Jesus enfatiza três temas importantes para a vida cristã: O primeiro é a questão da esmola. Esmolar, ou dar alguma coisa aos que necessitam, é algo que a Igreja de Cristo deve praticar. A prática da esmola agrada a Deus. “Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, e ele lhe pagará o seu beneficio” Pv 19.17. No Novo Testamento nos é dito que a beneficência e a comunicação são sacrifícios que agradam a Deus (Hb 13.16). O que o Senhor condenou quando tratou do tema foi a questão da ostentação quando se dá esmolas, ou seja dá esmola para aparecer. O outro tema é a oração que é um recurso que deve ser usado pelo cristão de forma continua e com sinceridade de coração. Aconselhou o Senhor que se pratique a oração particular. Noutra ocasião Ele enfatizou a oração junto com a comunidade. Aproveitando o ensejo, o Senhor ensinou a oração que chamamos de A Oração do Pai nosso (Mt 6.9-13). Nessa oração, o Senhor enfoca a Paternidade de Deus (Pai nosso), o lugar da habitação de Deus (que estás nos céus), a santidade de Deus (santificado seja o teu nome), o reino de Deus (venha a nós o teu reino), a vontade de Deus (seja feita a tua vontade,...), a provisão de Deus (o pão nosso de cada dia, dá-nos hoje), o perdão de Deus (perdoa-nos as nossas dividas...), a proteção e o livramento de Deus (não nos induzas a tentação, mas livrai-nos do mal). Termina o Senhor Jesus enfatizando o reino, a glória e o poderio de Deus. Por último, o Senhor trata do jejum como reforço para a vida espiritual. O jejum deve ser praticado segundo Jesus sem ostentação, como a prática da oração. O jejum deve ser praticado regularmente pela Igreja, principalmente quando se enfrenta problemas difíceis.    Pr. Eudes L. Cavalcanti  


Comentando o Sermão do Monte
O Cumprimento da Lei e dos Profetas (Mt 5.17-48)
Nessa longa seção, o Senhor Jesus fala sobre a Lei Mosaica, na parte atinente à Lei Moral (as outras partes são: a lei civil e a lei cerimonial), e sua validade para o homem em todos os tempos. Ele mesmo declarou que não veio mudar a Lei e sim cumpri-la. Nessa fala, o Senhor Jesus menciona alguns mandamentos do  Decálogo e os reinterpreta dando-lhes a devida dimensão, bem como a outros mandamentos ligados à moralidade e aos bons costumes. O Senhor amplifica o significado de “não matarás” e de “não adulterarás”, dizendo que ambos começam com a intenção no coração do homem, ou seja, só a intenção mesmo sem o ato ser concretizado já é pecado diante de Deus; fala sobre o divórcio e apresenta a única razão que o torna possível, que é a infidelidade conjugal por um dos cônjuges. (Mais tarde o Espirito Santo usando Paulo amplifica essa abertura para aqueles casos que envolvam a fé cristã – 1 Co 7.12-16). Fala ainda o Senhor sobre juramento, da seriedade dele diante de Deus; fala também sobre o ditado olho por olho, dente por dente, desautorizando a sua aplicação num contexto evangélico. Nesse assunto, o Senhor reforça o mandamento de amarmos até os nossos próprios inimigos, citando o mandamento, e a sua ordem para aqueles que amam a Deus: “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo. Eu porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que odeiam e orai pelos vos maltratam e vos perseguem”. Termina o Senhor essa seção falando sobre a perfeição divina, que é o padrão de vida para os seus seguidores. “Sede vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus”.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti  


Comentando o Sermão do Monte
Os Discípulos de Cristo - sal da terra e luz do mundo
Mt 5.13-16
Nessa seção, o Senhor Jesus se dirige especificamente aos seus discípulos identificando-os como o sal da terra e a luz do mundo. Quanto a ser comparado ao sal, o Senhor estava ensinando que, assim como o sal serve para dar sabor e para preservar os alimentos, assim também o cristão vivendo exemplarmente neste mundo fá-lo mais palatável, mais agradável de viver nele, e ao mesmo tempo, graças à poderosa influência do Evangelho, o mundo é preservado para não sucumbi à podridão do pecado. Quanto mais a Igreja cresce  em qualquer lugar mais as coisas tendem a melhorar. A comparação do cristão com a luz vai reforçar a questão do seu testemunho neste mundo. O mundo está em trevas, posto no maligno, e Cristo é a luz verdadeira (Eu sou a luz do mundo). A luz do cristão é derivada da luz de Cristo, que habita em seu coração. Na primeira figura, a do sal, Cristo adverte que se o cristão não tiver as propriedades do sal em seu viver, a sua vida não tem utilidade no reino de Deus. As próprias pessoas não vão levar a sério o Evangelho por causa do mau testemunho desse cristão.  Na segunda figura, a da luz, Cristo ordena que o cristão brilhe neste mundo de trevas, posto no maligno. Em ambas as figuras sal e luz, Cristo enfoca o testemunho dos seus discípulos. As pessoas ao verem a boa conduta de um discípulo de Cristo constatam que ele é diferente, e que é uma pessoa transformada, e as pessoas ao verem as boas obras produzidas por esse cristão serão levadas a  glorificar a Deus.          Pr. Eudes L. Cavalcanti  

Comentando o Sermão do Monte
As Bem-aventuranças
O Senhor Jesus Cristo começa o Sermão do Monte falando sobre as bem-aventuranças, nove ao todo, segundo o relato de Mateus. A palavra bem-aventurança significa feliz, muito feliz. Nas bem-aventuranças Jesus identifica os segmentos de pessoas agraciadas por Deus, e em seguida completa a declaração com o resultado, ou consequência da bem-aventurança. Na primeira bem-aventurança, o grupo identificado são os pobres de espirito, e o resultado da bem-aventurança é porque deles é o reino dos céus. Nas bem-aventuranças os grupos identificados, são: os pobres de espirito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores, os que sofrem perseguição por causa da justiça, e os que são injuriados, perseguidos e infamados por causa do nome de Jesus. As bênçãos de dimensão eterna que contemplam esses bem-aventurados são respectivamente: o reino dos céus pertence aos pobres de espirito; o consolo do Espirito é para os que choram; a herança da terra pertence aos mansos; a fartura na alma é para os que têm fome e sede de justiça; a misericórdia dispensada por Deus é para aqueles que tratam os outros com misericórdia; a benção de ver a glória de Deus é para os limpos de coração; a adoção de filhos é para os pacificadores; o reino dos céus é também para os que sofrem perseguição por causa da justiça; e a alegria eterna, o galardão de Deus é para aqueles são perseguidos, injuriados e infamados por causa do nome de Jesus.     Pr. Eudes Lopes Cavalcanti            
Comentando o Sermão do Monte
No seu ministério de ensino, o Senhor Jesus utilizou-se muito de parábolas, que geralmente são mensagens curtas com um profundo significado moral ou espiritual. As mensagens mais extensas em forma de discurso são encontradas, especialmente, no evangelho de João. No entanto, os Sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) trazem alguns discursos longos, sendo os dois principais o Sermão do Monte e o Sermão Escatológico. No que se refere ao Sermão do Monte, só Mateus e Lucas o registram. O relato de Mateus é bem mais extenso do que o de Lucas. Enquanto o de Lucas é encontrado em um capítulo (6.17-49) o de Mateus é encontrado em três capítulos (5,6 e 7). Pretendemos pela graça de Deus fazer um comentário sucinto de cada seção do Sermão do Monte conforme relato de Mateus, para a edificação espiritual da nossa Igreja e de outras pessoas que tem acesso às redes sociais. Comecemos contextualizando o Sermão do Monte. O sermão foi proferido numa planície ao pé de um monte na Galiléia depois de Jesus ter descido dele onde fora orar ao Pai Celeste, conforme relato introdutório de Lucas (Lc 6.17,18). É-nos dito nesse relato, que viera até Jesus grande multidão do povo, de toda a Judéia e Jerusalém, e do litoral de Tiro e de Sidom, que tinha vindo para ouvi-lo e ser curada das suas doenças, além dos seus discípulos.    
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti     

Simão, o mágico (At 8.9-13) No relato do texto em apreço, nos é apresentada a figura de um homem famoso na cidade de Samaria, onde De...