segunda-feira, 30 de julho de 2012

Administrando mal o sucesso


       
      Devido aos pecados de Salomão, Deus determinou dividir o seu povo em dois reinos: o reino do norte ou de Israel, capital Samaria, composto de dez tribos e o reino do sul ou de Judá, capital Jerusalém  composto das tribos de Judá e Benjamim. O reino do norte teve nove dinastias, sendo que uma passava para a outra através de golpe de estado, assassinatos, etc. O reino de Judá teve só uma dinastia, a casa real de Davi, cumprindo-se assim uma promessa feita por Deus aquele rei, de que nunca faltaria sucessor da sua casa ao trono real. Esses dois reinos foram destruídos, sendo o primeiro pelos assírios em 722 a.C. e o segundo pelos babilônicos em 586 a.C. O reino da casa real de Davi teve e tem o seu cumprimento através de Cristo, cujo reino é eterno.
       Dentre os grandes reis da casa de Davi encontramos o rei Uzias, chamado também de Azarias, cujo relato do seu reinado encontra-se nos livros de Reis (2 Rs 14.21,22; 15.1-7) e Crônicas (2 Cr 26.1-23).
      Segundo o texto sagrado, a grandeza de Uzias deveu-se ao fato de ele ter norteado os seus caminhos segundo os mandamentos do Senhor, e de ter buscado a Deus desde o início de seu reinado, que começou quando ele tinha dezesseis anos. “E fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Amazias, seu pai. Porque se deu a buscar a Deus nos dias de Zacarias, sábio nas visões de Deus; e, nos dias em que buscou o Senhor, Deus o fez prosperar” 2 Cr 26.4,5. Graças à ajuda divina, Uzias fez grandes obras no reino de Judá. Edificou cidades e fortificou outras, investiu na agricultura e aparelhou o exército com armas sofisticadas para a época, etc. A Bíblia diz que a bênção do Senhor era tão grande sobre Uzias que a sua fama ultrapassou fronteiras. “... e voou a sua fama até muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado até que se tornou forte” 2 Cr 26.15.
       Segundo o cronista inspirado, o grave erro de Uzias foi que ele não conseguiu administrar o sucesso, a fama, a glória. A vaidade encheu o seu coração e a vaidade deu lugar a soberba e ele pecou contra Deus numa área extremamente sensível.  Ainda segundo o cronista, Uzias se achou no direito de entrar no santuário do Senhor e oferecer incenso, uma atividade privativa aos sacerdotes filhos de Arão. “Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração até se corromper; e transgrediu contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso” 2 Cr 26.16.
      É bom esclarecer que no meio do povo de Deus os papéis das três maiores instituições de Israel (profeta, sacerdote e rei) estavam bem definidos.  O rei reinava sobre o povo segundo a vontade de Deus. Os sacerdotes intermediavam entre o povo e Deus oferecendo sacrifícios e queimando incenso, e o profeta representava Deus diante do povo através do ministério da palavra.
      Uzias, por mais importante e poderoso que fosse, não tinha o direito de oferecer incenso ao Senhor. Ele entrou numa área que não era de sua competência e sim dos sacerdotes. Quando ele foi arguido pelos sacerdotes do Senhor ficou indignado, e por causa disso Deus o feriu com uma lepra que repentinamente brotou em sua testa, e leproso saiu da casa do Senhor, e por ser leproso ficou morando só e o reino passou a ser administrado por seu filho Jotão.
      Olhando para o episódio da vida de Uzias devemos ficar alerta para que nunca a vaidade e a soberba encham o nosso coração, pois isto acontecendo, o que é pecado, venha a provocar o fracasso de nossas vidas, pois a Escritura diz que “a soberba precede a ruína, e a altivez de espírito precede a queda” (Pv 16.18).                
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

sábado, 21 de julho de 2012

Negar a Cristo, eu Pedro?


       Os evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) registram um doloroso episódio na vida de um dos mais proeminentes servos de Deus da história da Igreja, o apóstolo Pedro. Olhando para o quadro geral da negação de Pedro a Cristo, podemos constatar que o problema começa a se delinear quando da declaração irrefletida de Pedro dizendo que por hipótese nenhuma abandonaria a Cristo e, inclusive, que daria a sua vida por ele. Essa declaração, sem uma avaliação da fragilidade da natureza humana, foi feita quando o Salvador citando uma profecia da Palavra de Deus disse que, ferido o pastor as ovelhas se dispersariam, fazendo menção a sua prisão, sofrimento e morte que se aproximavam, e o consequente abandono dos seus naquela fase mais difícil de sua vida. “E disse-lhes Jesus: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim, porque escrito está: Ferirei o pastor, e as ovelhas se dispersarão... E disse-lhe Pedro: Ainda que todos se escandalizem, nunca, porém, eu. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás. Mas ele disse com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei...” Mc 14.27-31.
     Comecemos falando sobre o que é negar. Negar, segundo o dicionário Larousse, é, dentre outras coisas: Não admitir a existência ou a veracidade de; Repudiar, Trair; Recusar; Contradizer, desmentir.
    Pedro ante uma situação embaraçosa, diante de duas criadas, negou que conhecia a Jesus, e diante de um servo do sumo sacerdote israelita quando ele perguntou
se ele não era um daqueles que estavam no Getsêmani quando Jesus foi preso, sendo essa última negação misturada com praguejamento.
      Extraímos do episódio como um todo pelo menos três lições para as nossas vidas. A primeira delas é sobre a fragilidade do ser humano, mesmo tendo bons propósitos no coração. Nós somos mais frágeis do que pensamos. Não há força em nós mesmos para nos mantermos fiéis ao Senhor diante de situação embaraçosa, especialmente, se houver possiblidade de experimentarmos sofrimento. Se Deus não estiver ao nosso lado, com certeza, cairemos fragorosamente. “Porque sem mim nada podeis fazer”.
       Segunda, o arrependimento de nossos erros e pecados é o caminho da restauração. A Bíblia nos diz que na terceira negação de Pedro, o Senhor Jesus olhou para ele, e Pedro caiu em si, e viu o pecado que  cometera negando o seu Senhor, o seu Salvador, o seu Deus, o seu amigo, aquele com quem passara três anos de profunda comunhão, inclusive gozando de  certos privilégios que a maioria do colégio apostólico não tivera (presenciar a transfiguração de Cristo, a ressurreição da filha de Jairo, e a agonia do Senhor no Getsêmani). O texto nos diz que Pedro ao lembrar-se das palavras de Jesus saiu daquele local chorando amargamente. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” 1 Jo 1.9.
    Terceira, a abundante graça de Deus dispensada aos seus filhos que se arrependem. No capitulo 21 do evangelho de João, o Senhor Jesus tratou a alma de Pedro, de uma forma graciosa. Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. (Será que foi porque Pedro o negara três vezes?). Na terceira vez Jesus, de forma mais intensa, fez a mesma pergunta e ali Pedro, quebrado diante do Senhor, foi restaurado plenamente. Vemos o resultado dessa restauração nos capítulos 1 a 12 de Atos dos Apóstolos e nas duas cartas de Pedro. “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim” Lm 3.22.          
 Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Vendo o que não se ver


       O título desta reflexão aparentemente mostra uma incoerência, pois os olhos veem aquilo que se pode ver, aquilo que é material, aquilo que é aparente. Mas se olharmos o assunto do ponto teológico, espiritual o tema é pertinente e até desafiador para aqueles que professam a fé em Cristo, pois as Sagradas Escrituras nos revelam a existência de um mundo espiritual, de um mundo que não se ver com olhos humanos.
      Para se ver as coisas espirituais faz-se necessário que a pessoa nasça de novo, seja regenerada, tenha o Espírito Santo, e viva em comunhão com Deus. “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido” 1 Co 2.14,15. “Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus” 1 Co 2.12.
      No livro de 2 Reis encontramos um episódio que nos mostra a realidade do mundo espiritual, que o homem com os seus olhos naturais não vê, mas que o homem renascido vê. Foi num episódio na vida do profeta Eliseu, quando a cidade de Samaria estava cercada pelos sírios. Pela manhã, o jovem que servia ao profeta, saiu da  casa onde estavam e viu o exército sírio, e assustado foi comunicar ao profeta Eliseu. O profeta, que estava vendo o invisível, tranquilizou o jovem dizendo que mais eram os que estavam com eles do que o exército sírio, e orou ao Senhor para que se lhe abrisse os olhos espirituais. “E
orou Eliseu e disse: Senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu” 2 Rs 6.17.
     Ainda encontramos na Bíblia o mundo espiritual (celestial) sendo descortinado diante de alguns servos de Deus como, por exemplo, na vida do profeta Ezequiel, que testemunhou: “E aconteceu, no trigésimo ano, no quarto mês, no dia quinto do mês, que, estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu vi visões de Deus”. Ez 1.1. Os profetas Micaías e Isaías tiveram poderosas revelações do mundo espiritual, conforme relatos seus (1 Rs 22.19; Is 6.1-4). Ainda outros homens de Deus experimentaram bênção semelhante, tais como Pedro, Paulo,...
     O grande desafio do crente é ver em plenitude as coisas relacionadas ao Senhor Jesus Cristo, em quem estão escondidos todos os segredos da sabedoria e da ciência. Ver a Cristo como Salvador e Senhor, governando a Igreja, suprindo as suas necessidades, dirigindo e protegendo o seu povo só é possível através da instrumentalidade do Espírito Santo, pois ele é quem revela Cristo a pessoa (Veja Lc 24.45). 
      O Senhor Jesus prometeu estar presente nas reuniões da Igreja (Mt 18.20), mas poucas pessoas estão enxergando essa realidade, pois se estivessem enxergando valorizariam mais essas reuniões sendo assíduos a elas, teríamos mais reverência na presença do Senhor, teríamos   mais alegria, mais temor, etc.
      O que estamos vendo? Suspeitamos que muitos irmãos estejam vendo pouca coisa no reino espiritual. Essa suspeita é derivada da falta de assiduidade aos cultos, da falta de contribuição financeira para manutenção do trabalho, e da falta de engajamento na obra do Senhor. A miopia do povo de Deus é grande. Muitos têm os seus olhos voltados para as coisas deste mundo, perdendo assim a bênção de ver as coisas do Reino de Deus. “tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos” Ef 1.18.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Cuidado com os espinhos!


       
O nosso bendito Salvador, o Senhor Jesus Cristo, usou muito no cotidiano de seu ministério uma técnica de ensino conhecida como parábola, que é a apresentação de uma historia real ou fictícia com uma lição de cunho  moral ou religioso. Dentre as parábolas proferidas por Jesus encontramos aquela conhecida como a parábola do semeador (Mt 13.3-23). Nessa parábola nos é dito que o semeador saiu a semear. Uma parte da semente caiu à beira do caminho e vieram as aves do céu e a comeram. A outra parte da semeadura caiu em terreno pedregoso e nasceu rápido, mas como não havia terra profunda a semente cresceu, mas morreu. A outra parte caiu entre os espinhos que crescendo junto com ela a sufocaram e a planta não produziu fruto. A última parte da semeadura caiu em boa terra e produziu muitos frutos. Interpretando a parábola para os seus discípulos Jesus disse que na primeira semeadura a Palavra de Deus, que é a semente, foi tirada do coração da pessoa pelo diabo. A segunda refere-se aquelas pessoas que aceitam o Evangelho e depois de certo tempo se desviam. A terceira nos ensina que a semente entre espinhos refere-se à pessoa que crê em Cristo e começa a caminhada da vida cristã, mas os deleites e cuidados da vida ocupam o primeiro lugar no coração da pessoa e a semente é sufocada e não produz fruto com perfeição. A quarta semeadura refere-se aqueles que recebem o evangelho e perseveram nele durante a sua existência na face da terra.
      Amados irmãos, estamos percebendo que um  gigante levantou-se contra o povo de Deus para minar a sua fé e a sua devoção a Cristo. Esse gigante é os atrativos do mundo moderno, que tem enchido o coração de muitos da Igreja, e esses irmãos não estão produzindo frutos com perfeição à semelhança daquela semente que caiu entre espinhos.
      A Santa Escritura nos adverte para que não deixemos as coisas do mundo encher o nosso coração. “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra” Cl 3.1,2.
     Muitas coisas do mundo não são necessariamente pecado na vida do cristão. Afinal de contas estamos no mundo e para vivermos temos que usar das coisas do mundo. Não é pecado o lazer, o trabalho secular, os estudos, conversar com as pessoas, relacionar-se com pessoas não evangélicas, etc. O que a Bíblia adverte é que não coloquemos essas coisas em primeiro lugar em nossas vidas, pois o primeiro lugar pertence a Deus e ao seu Reino (Leia Mateus 6.33).
     Em certa ocasião, no seu ministério na Judéia, o Senhor Jesus chegou a uma aldeia chamada Betânia, conforme relato de Lucas, e foi recebido no lar de Marta, Maria e Lázaro. O texto sagrado nos diz que Maria aproximou-se de Jesus e se assentou aos seus pés para ouvir a sua palavra, enquanto sua irmã Marta estava ocupada com os afazeres domésticos. Em determinado momento Marta fez uma observação ao Senhor Jesus para que mandasse Maria ajudá-la. Eis a resposta de Jesus: “E, respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada” Lc 10.41,42. Ninguém de bom senso pode pensar que Marta estava fazendo coisas erradas. Absolutamente não! Mas o momento era para usufruir da presença de Deus, essa era a prioridade, essa era a melhor parte.
      Assim sendo, amados, não permitamos que as coisas deste mundo, mesmo aquelas que são licitas, sufoquem a santa Palavra de Deus que foi semeada em nossos corações pela instrumentalidade do Espirito Santo.                   
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tem cuidado de ti mesmo



       Num culto de estudo bíblico do mês passado desenvolvemos pela graça divina o tema que está servindo como titulo desta reflexão. Naquele estudo enfatizamos três áreas nas quais o cristão deve ter cuidado de si mesmo. A primeira foi no que se refere ao seu relacionamento com Deus. Enfatizamos esse cuidado que o cristão deve ter, pois Deus é um ser pessoal e nós mantemos, através de Jesus Cristo, um relacionamento de natureza espiritual com Ele. Ainda explorando essa área, enfatizamos a adoração a Deus como algo relevante na vida do cristão, pois, afinal de contas, somos as pessoas alcançadas por Deus para esse mister (Jo 4.23,24). Ainda nessa área enfatizamos a questão do cuidado que devemos ter em obedecer aos mandamentos constantes de Sua Palavra, que o Senhor deixou para ser observado (Tg 1.22). Enfatizamos ainda que o cristão deve ter cuidado de si mesmo em relação a Deus no que se refere ao serviço que deve ser prestado a Ele, através da Igreja, por aqueles que foram constituídos servos de Deus (Rm 12.11).
      A segunda área trabalhada na questão do cuidado que o cristão deve ter, foi a que se refere a sua relação com a Igreja. Enfatizamos nessa área que a Igreja na sua expressão local é uma instituição divina e que, como  membros que somos da igreja, precisamos ter cuidado na questão da sujeição as orientações e disciplina da mesma (Mt 18.17,18). Ainda nessa área tratamos da questão do envolvimento do membro com as atividades da Igreja, saindo daquela posição de mero assistente para operoso cooperador (At 13.1,2). Ainda na área do cuidado  que o cristão deve ter nessa relação, tratamento da questão do amor fraterno, que é um mandamento dado pelo Senhor da Igreja para ser observado pelos filhos de Deus (Jo 13.34).
      Por último falamos do cuidado que o crente deve ter consigo mesmo no que refere ao seu relacionamento com o mundo. Falamos que o mundo, segundo a Bíblia Sagrada, está posto no maligno (1 Jo 5.19) e que a amizade com o mundo constitui-se inimizade contra Deus (Tg 4.4). Nessa área advertimos a Igreja para que não ame as coisas deste mundo, conforme orientação do apóstolo João em sua primeira carta (1 Jo 2.15). Ainda nessa área enfatizamos o cuidado que o crente deve ter em não se conformar com as coisas deste mundo (Rm 12.2), ou seja, não tomar a forma do mesmo, considerando que ele do mundo não é mais, conforme dito por nosso Senhor Jesus Cristo em sua oração sacerdotal (Jo 17.14,16). Ainda nessa questão da não conformação do cristão com o mundo enfatizamos a necessidade de o crente ser diferente sem ser pedante, vivendo em tudo uma vida exemplar (Rm 12.1). Ainda na área do cuidado que o crente deve ter na sua relação com o mundo trabalhamos a questão da reprovação das coisas pecaminosas deste mundo, conforme orientação do apóstolo Paulo em sua carta aos Efésios (Ef 5.11). Explorando essa questão falamos sobre o dever do crente se posicionar contra tudo que é contrário a santa Palavra de Deus, sem menosprezar o ser humano.
    Para os que estavam no culto este artigo serve para relembrar o que ouviram, e para os ausentes é uma advertência no que se refere ao cuidado que o crente deve ter como servo de Deus que é.
    Tratando do texto que serviu de base para aquele estudo e consequentemente para esta reflexão, a advertência foi feita por Paulo ao seu discípulo Timóteo, alertando sobre o cuidado que ele deveria ter consigo mesmo e com a doutrina, porque fazendo assim ele confirmaria a sua salvação e seria instrumento para a salvação de seus ouvintes (1 Tm.4.16).                 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti