sábado, 27 de maio de 2017

O Sermão Profético – A Vigilância (Mc 13.32-37)

Reflexões no Evangelho de Marcos O Sermão Profético – A Vigilância (Mc 13.32-37) Depois de profetizar sobre a sua segunda vinda, o Senhor Jesus informou aos seus discípulos que o dia e a hora desse grandioso acontecimento não foi revelado a ninguém, pois é um assunto privativo aos desígnios de Deus. Em seguida, Jesus os adverte sobre a questão da vigilância acompanhada de oração porque o evento acontecerá sem aviso prévio. Para fortalecer a questão, ele conta uma pequena parábola sobre um homem que saíra da sua terra e deixara a sua casa sob a autoridade de seus servos, mandando ao porteiro que vigiasse porque não fora dito que dia e hora retornaria, e faz referência às quatro vigílias que os judeus dividiam a noite: tarde (18h às 21h), meia-noite (21h às 24h), cantar do galo (24 às 03h) e manhã (03h as 06h). Nessa advertência o Senhor fala sobre uma vinda repentina e sobre a necessidade de vigiar. “E as coisas que vos digo, digo-as a todos: Vigiai” Mc 13.37. A segunda vinda de Cristo é um assunto fartamente documentado em toda a escritura do Novo Testamento (a exceção fica por conta dos livros de Filemom, 2 e 3 João). À Igreja cabe esperar com paciência esse grande acontecimento, que será o marco maior de todo o programa redentor, a sua consumação. O Senhor Jesus ordenou que a sua Igreja vigiasse, que estivesse atenta, trabalhando, servindo e esperando esse acontecimento. Alguém já disse que devíamos programar as ações da Igreja como se Jesus não viesse em nossa geração e viver como se ele estivesse às portas. A prudência manda que esperemos de forma vigilante a Segunda Vinda de Jesus. Maranata. O Senhor vem! Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

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