Este blog veicula reflexões bíblicas feitas pelo Reverendo Eudes Lopes Cavalcanti
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quarta-feira, 15 de julho de 2015
A Habitação do Espírito no Crente
No dia em que o homem, pela graça de Deus, tem a felicidade de crer em Jesus Cristo e aceitá-lo como salvador pessoal, o Espírito de Deus lhe é dado como penhor de sua eterna redenção. “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa. O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da sua glória” Ef. 1.13,14. A partir daí passa o Espírito do Senhor a habitar permanentemente dentro dele. “E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abba, Pai” Gl 4.6.
Esse dom de Deus é uma das coisas preciosas que acompanham a obra redentora no crente, pois o salvo passa a ser santuário de Deus. “Não sabeis vós que sois templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós”? 1 Co 3.16. Habitado pelo Espírito de Deus, o salvo passa a gozar de inúmeras bênçãos espirituais pela poderosa ação do Espírito de Deus. Essa habitação é de caráter permanente, independente da vontade e dos atos de quem a possui, uma vez que os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento (Rm 11.29), e ela está firmada na fidelidade de Deus (2 Tm 2.13).
Mas é bom esclarecer que essa habitação do Espirito impinge no homem uma grande responsabilidade de conservar santo, separado do pecado, o lugar onde o Espírito de Deus habita. “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo” 1 Co 3.16,17. No programa divino é dito que o crente foi comprado e que não se pertence mais a si mesmo e sim ao Senhor. “Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”.1 Co 6.19,20.
Assim sendo, conservemo-nos santos para que Deus se sinta confortável em nosso ser.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Creio no Espírito Santo
Creio em Deus Pai, Todo-poderoso,
Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso
Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem
Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e
sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à
direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os
mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos
santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna.
Amém.
O Credo Apostólico dá uma ênfase grande a
Cristologia como vimos nos boletins anteriores, mas também contempla a
Pneumatologia (a doutrina do Espirito Santo), mesmo que de forma sucinta:
“Creio no Espirito Santo”.
O
Credo Apostólico é Trinitário, pois professa a sua fé em Deus Pai, no Filho de
Deus Jesus Cristo e no Espirito Santo. “Creio
em Deus Pai;... Creio em Jesus Cristo seu único Filho;... Creio no Espirito
Santo;...”
As
Sagradas Escrituras nos revelam que o Deus verdadeiro é uno em essência, mas que
subsiste em três pessoas distintas uma das outras, e possuídas dos mesmos
atributos. Assim podemos afirmar com segurança que o Pai é Deus, que o Filho é
Deus e que o Espirito Santo é Deus, não são três deuses, mas um único Deus
verdadeiro composto de três pessoas distintas.
A
seção que iremos tratar neste artigo é sobre o Espirito Santo. Segundo as Escrituras
o Espirito Santo procede do Pai e do Filho, é aquilo que conhecemos como a processão do Espirito Santo. (Jo 14.16,26;
15.26; 16.7).
Que o
Espírito Santo é Deus não se tem dúvida, se temos a Bíblia como verdadeira. A
Ele é atribuída à obra da criação, portanto possuidor do atributo da
Onipotência. “E a terra era sem forma e
vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espirito de Deus se movia
sobre a face das águas” Gn 1.2. “O
Espirito de Deus me fez, e a inspiração do Todo- poderoso me deu vida” Jó 33.4. Ele também é Onisciente, ou seja, conhece todas as coisas. “Mas Deus no-las revelou pelo
seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas
de Deus” 1 Co 2.10. O Espirito
também é Onipresente, ou seja, está em todos os lugares do Seu domínio ao mesmo
tempo. “Para onde me irei do teu
Espírito, ou para onde fugirei da tua face” Sl 139.7. O Espirito Santo
ainda é um ser pessoal, uma personalidade. Lembramos que o que caracteriza uma
personalidade são três coisas importantes: inteligência, vontade e emoções, e o
Espirito Santo tem essas qualidades, senão vejamos: 1) Inteligência – “Porque, qual dos homens sabe as coisas do
homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as
coisas de Deus, senão o Espírito de Deus” 1 Co 2.11. Foi Ele quem inspirou
as Sagradas Escrituras (2 Pe 1.19-21); 2) Vontade – “E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espirito
de Jesus não permitiu” At 16.7. (Veja ainda At 16.6; 13.2); Emoções – “E não entristeçais o Espírito Santo de
Deus, no qual estás selados para o dia da redenção” Ef 4.30. (Veja ainda Tg
4.5).
É
o Espirito Santo que está dando continuidade à obra que Jesus começou neste
mundo. Ele foi enviado pelo Pai e pelo Filho para convencer o homem do pecado,
da justiça e do juízo (Jo 16.8-11). Ele foi dado à Igreja para ser o seu Consolador
e Parácleto (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7). O Espirito Santo também concede poder a
Igreja para testificar do Evangelho de Cristo. (Jo 15.26; Lc 24.49; At 1.8; 4.31). Ele ainda tem um
ministério didático que é o de ensinar as coisas de Deus e de lembrar aquilo
que Jesus ensinou a Igreja (Jo 14.26). O Espírito também guia o povo de Deus em
toda a verdade (Jo 16.13). O Espírito ainda concede dons espirituais aos servos
de Deus para a promoção do seu crescimento espiritual, para a edificação da
Igreja. “Mas um só e o mesmo Espirito
opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer” 1
Co 12.11. (Veja ainda 12.7). O Espírito também
produz no crente genuíno o fruto do Espirito, conforme revelado em Gl 5.22. “Mas o fruto do Espirito é amor, gozo, paz,
longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. A produção
desse fruto é a prova evidente de uma vida cheia do Espírito.
Irmãos, o Espirito Santo, sendo Deus que é, deve ser adorado, honrado e
venerado por todos os que professam a fé em Cristo. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Cheios da plenitude de Deus
Cheios da plenitude de Deus
Quando o tabernáculo foi construído sob a orientação de Moisés no Sinai, a glória de Deus encheu o santuário no ato de sua consagração. “Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo, de maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem ficava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo” Ex 40.34,35. O mesmo aconteceu quando Salomão terminou a construção do templo de Jerusalém, também no ato da sua consagração ao serviço divino, a glória de Deus encheu o lugar onde o Senhor seria adorado a partir de então. “E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a Casa do Senhor. E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor enchera a Casa do Senhor” 1 Rs 8.10,11.
O tabernáculo construído na época de Moisés foi substituído pelo templo que Salomão edificara em Jerusalém. O templo de Jerusalém foi destruído por Nabucodonosor em 586 a.C. Zorobabel o reconstruiu e Herodes o Grande o embelezou. No ano setenta da era cristã Tito, general romano, destruiu o segundo templo, restando do mesmo apenas o Muro das Lamentações. No lugar do templo de Salomão foi construída uma mesquita muçulmana que permanece ainda hoje como santuário do Islã.
Há uma profecia no livro de Ageu dizendo que a glória do segundo templo seria maior do que a primeira. “A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos” Ag 2.9. Ageu profetizou na época da reconstrução do templo por Zorobabel, mas essa profecia referia-se também, principalmente, a vinda do Messias, o Rei da Glória, e a sua entrada no templo de Jerusalém pela primeira vez. “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e a terra seca; e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos Exércitos”Ag 2.6,7.
No Novo Testamento nos é dito que a Igreja, inclusive os crentes individuais, é o templo do Espírito Santo. “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” 1 Co 3.16. No programa redentor de Deus tem uma cláusula que trata da doação do Espírito Santo ao crente em Cristo no ato de sua conversão. “em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da sua glória” Ef 1.13,14. Ainda no programa divino está previsto que os crentes sejam cheios do Espírito, ou melhor, cheios da glória ou da plenitude de Deus. “para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior” Ef 3.16. “... para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus” Ef 3.18.
Assim sendo, amados, precisamos buscar intensamente (observe o advérbio de modo) essa plenitude, que é a plenitude do Espírito Santo, para que possamos viver uma vida que de fato agrade a Deus e a Sua glória se reflita em nossas vidas.
Observe esta estrofe do hino 340 da Harpa Cristã, e receba essa mensagem que vem do Céu para você.
“Ó não sejas descuidoso / Pra buscar o dom de Deus / Dom que ti fará ditoso / Dar-te-á visões do Céu / E Jesus maravilhoso / Proclamando aos outros vais / Poderás então dizer: Sou um dos tais”
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
Quando o tabernáculo foi construído sob a orientação de Moisés no Sinai, a glória de Deus encheu o santuário no ato de sua consagração. “Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo, de maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem ficava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo” Ex 40.34,35. O mesmo aconteceu quando Salomão terminou a construção do templo de Jerusalém, também no ato da sua consagração ao serviço divino, a glória de Deus encheu o lugar onde o Senhor seria adorado a partir de então. “E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a Casa do Senhor. E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor enchera a Casa do Senhor” 1 Rs 8.10,11.
O tabernáculo construído na época de Moisés foi substituído pelo templo que Salomão edificara em Jerusalém. O templo de Jerusalém foi destruído por Nabucodonosor em 586 a.C. Zorobabel o reconstruiu e Herodes o Grande o embelezou. No ano setenta da era cristã Tito, general romano, destruiu o segundo templo, restando do mesmo apenas o Muro das Lamentações. No lugar do templo de Salomão foi construída uma mesquita muçulmana que permanece ainda hoje como santuário do Islã.
Há uma profecia no livro de Ageu dizendo que a glória do segundo templo seria maior do que a primeira. “A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos” Ag 2.9. Ageu profetizou na época da reconstrução do templo por Zorobabel, mas essa profecia referia-se também, principalmente, a vinda do Messias, o Rei da Glória, e a sua entrada no templo de Jerusalém pela primeira vez. “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e a terra seca; e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos Exércitos”Ag 2.6,7.
No Novo Testamento nos é dito que a Igreja, inclusive os crentes individuais, é o templo do Espírito Santo. “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” 1 Co 3.16. No programa redentor de Deus tem uma cláusula que trata da doação do Espírito Santo ao crente em Cristo no ato de sua conversão. “em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da sua glória” Ef 1.13,14. Ainda no programa divino está previsto que os crentes sejam cheios do Espírito, ou melhor, cheios da glória ou da plenitude de Deus. “para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior” Ef 3.16. “... para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus” Ef 3.18.
Assim sendo, amados, precisamos buscar intensamente (observe o advérbio de modo) essa plenitude, que é a plenitude do Espírito Santo, para que possamos viver uma vida que de fato agrade a Deus e a Sua glória se reflita em nossas vidas.
Observe esta estrofe do hino 340 da Harpa Cristã, e receba essa mensagem que vem do Céu para você.
“Ó não sejas descuidoso / Pra buscar o dom de Deus / Dom que ti fará ditoso / Dar-te-á visões do Céu / E Jesus maravilhoso / Proclamando aos outros vais / Poderás então dizer: Sou um dos tais”
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A Bênção do Espírito (II)
Dissemos no boletim anterior que de acordo com o seu programa redentor aprouve a Deus derramar o seu Espírito Santo sobre a Igreja no memorável Dia de Pentecostes, inaugurando-a oficialmente como uma instituição divina através da qual a Sua multiforme sabedoria seria conhecida dos principados e potestades.
Dissemos ainda que a partir daquele fato histórico o Espírito Santo é derramado individualmente sobre cada pessoa no momento da sua conversão a Cristo, conforme os textos de Tt 3.5,6; Jo 7.39; Ef 1.13 e 1 Co 12.13.
Com esse ato inicial do derramar do Espírito Santo sobre o crente no ato de sua conversão a Cristo, a pessoa é selada para o dia da redenção (Ef 1.13), batizada no Espírito Santo (1 Co 12.13), passando o Espírito a habitar permanentemente no salvo (Rm 8.9,11; Tg 4.5;...), fazendo dele o santuário de Deus, conforme os registros de 1 Co 3.16; 6.19; 2 Co 6.16.
Dissemos ainda que o Espírito foi dado a cada crente em plenitude. Isto quer dizer que nenhum crente em Cristo recebeu o Espírito em maior ou menor medida do que os outros, apesar de que em algumas experiências o crente possa ter recebido o Espírito e simultaneamente tenha sido cheio do Espírito Santo como fora a experiência daqueles irmãos no Dia de Pentecostes e também na casa de Cornélio. “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” At 2.4,33. “E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra... Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus.” At 10.44-46.
Ainda tratamos no texto do boletim anterior que Deus já abençoou o crente com toda a sorte de bênçãos espirituais em Cristo quando da descida do Espírito sobre ele, sendo ele herdeiro dessas bênçãos, conforme Ef 1.13: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”.
Dissemos também que se observa na vida cristã em geral um grande paradoxo: o crente é rico espiritualmente, mas não goza neste mundo dessas riquezas que são suas em Cristo. É um rico vivendo como pobre. Ele não experimenta o poder do Espírito em sua vida (At 1.8), a manifestação dos dons espirituais (1 Co 12.7-11) e nem produz o fruto do Espírito (Gl 5.22).
Irmãos amados aqui está uma coisa com que devemos nos preocupar, de experimentarmos em nossas vidas dessas bênçãos que são nossas. Precisamos buscar intensamente a Deus em oração pedindo que Ele nos encha do Espírito, distribua os dons espirituais de acordo com a sua vontade no meio da Igreja e produza em nós o fruto do Espírito.
Redirecionemos irmãos o teor de nossas orações e comecemos a enfatizar a busca dessas riquezas espirituais que herdamos pela obra redentora de Cristo que não só nos salvou da perdição, mas que também quando Ele subiu ao Céu deu dons aos homens, conforme Ef 4.7,8. Façamos isso e a nossa vida será abençoada e abençoadora.
Dissemos ainda que a partir daquele fato histórico o Espírito Santo é derramado individualmente sobre cada pessoa no momento da sua conversão a Cristo, conforme os textos de Tt 3.5,6; Jo 7.39; Ef 1.13 e 1 Co 12.13.
Com esse ato inicial do derramar do Espírito Santo sobre o crente no ato de sua conversão a Cristo, a pessoa é selada para o dia da redenção (Ef 1.13), batizada no Espírito Santo (1 Co 12.13), passando o Espírito a habitar permanentemente no salvo (Rm 8.9,11; Tg 4.5;...), fazendo dele o santuário de Deus, conforme os registros de 1 Co 3.16; 6.19; 2 Co 6.16.
Dissemos ainda que o Espírito foi dado a cada crente em plenitude. Isto quer dizer que nenhum crente em Cristo recebeu o Espírito em maior ou menor medida do que os outros, apesar de que em algumas experiências o crente possa ter recebido o Espírito e simultaneamente tenha sido cheio do Espírito Santo como fora a experiência daqueles irmãos no Dia de Pentecostes e também na casa de Cornélio. “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” At 2.4,33. “E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra... Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus.” At 10.44-46.
Ainda tratamos no texto do boletim anterior que Deus já abençoou o crente com toda a sorte de bênçãos espirituais em Cristo quando da descida do Espírito sobre ele, sendo ele herdeiro dessas bênçãos, conforme Ef 1.13: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”.
Dissemos também que se observa na vida cristã em geral um grande paradoxo: o crente é rico espiritualmente, mas não goza neste mundo dessas riquezas que são suas em Cristo. É um rico vivendo como pobre. Ele não experimenta o poder do Espírito em sua vida (At 1.8), a manifestação dos dons espirituais (1 Co 12.7-11) e nem produz o fruto do Espírito (Gl 5.22).
Irmãos amados aqui está uma coisa com que devemos nos preocupar, de experimentarmos em nossas vidas dessas bênçãos que são nossas. Precisamos buscar intensamente a Deus em oração pedindo que Ele nos encha do Espírito, distribua os dons espirituais de acordo com a sua vontade no meio da Igreja e produza em nós o fruto do Espírito.
Redirecionemos irmãos o teor de nossas orações e comecemos a enfatizar a busca dessas riquezas espirituais que herdamos pela obra redentora de Cristo que não só nos salvou da perdição, mas que também quando Ele subiu ao Céu deu dons aos homens, conforme Ef 4.7,8. Façamos isso e a nossa vida será abençoada e abençoadora.
A Bênção do Espírito
No seu programa redentor aprouve ao Conselho da Santíssima Trindade definir que o Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, fosse derramado sobre a Igreja no memorável Dia de Pentecostes, conforme o fato registrado em Atos 2, inaugurando-a oficialmente como uma instituição divina com papel bem definido neste mundo.
A partir do momento histórico da descida do Espírito Santo para inaugurar oficialmente a agência de propagação do Reino de Deus, a Igreja, o Espírito Santo é derramado individualmente na vida daquelas pessoas que crêem em Cristo. “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador” Tt 3.5,6. (Veja ainda Jo 7.39; Ef 1.13; 1 Co 12.13).
Com o derramar do Espírito Santo sobre o crente no ato de sua conversão a Cristo, o crente é selado para o dia da redenção (Ef 1.13), batizado no Espírito Santo (1 Co 12.13), e Ele passa a habitar permanentemente no salvo (Rm 8.9,11; Tg 4.5;...).
Quando o Espírito desceu sobre o crente em Cristo Ele veio em plenitude, pois Deus não concede o Espírito por medida (Jo 3.34), ou seja o crente não recebeu um pedacinho do Espírito, nem um pouquinho, mas sim o recebeu em plenitude. Isto quer dizer que potencialmente o crente tem dentro si toda a plenitude do Espírito Santo, ou seja, o poder do Espírito para testemunhar (At 1.8), os dons do Espírito, distribuídos soberanamente por Deus para edificação da Igreja (1 Co 12.11), a produção do fruto do Espírito (Gl 5.22), entre outras bênçãos.
Se é assim, por que os crentes, a Igreja, não vive essa plenitude, perguntaria alguém? Aí está algo em que devemos pensar seriamente que é justamente nesse paradoxo. Somos ricos espiritualmente, mas vivemos como pobres. Temos como herança toda sorte de bênçãos espirituais conforme Paulo escreveu aos Efésios (Ef 1.13): “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”, mas não gozamos dessas bênçãos.
No programa divino as bênçãos decorrente do derramar do Espírito em nossas vidas é uma ação soberana de Deus, mas para experimentá-las precisamos buscá-las e se apropriar delas pela fé. “E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”. At 4.31. “E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18. “... procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar” 1 Co 14.1. “Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja” 1 Co 14.12.
Assim sendo, amados, procuremos intensamente experimentar essas bênçãos que já são nossas, como dons graciosos de Deus, para a nossa alegria, crescimento espiritual nosso e da nossa Igreja.
A partir do momento histórico da descida do Espírito Santo para inaugurar oficialmente a agência de propagação do Reino de Deus, a Igreja, o Espírito Santo é derramado individualmente na vida daquelas pessoas que crêem em Cristo. “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador” Tt 3.5,6. (Veja ainda Jo 7.39; Ef 1.13; 1 Co 12.13).
Com o derramar do Espírito Santo sobre o crente no ato de sua conversão a Cristo, o crente é selado para o dia da redenção (Ef 1.13), batizado no Espírito Santo (1 Co 12.13), e Ele passa a habitar permanentemente no salvo (Rm 8.9,11; Tg 4.5;...).
Quando o Espírito desceu sobre o crente em Cristo Ele veio em plenitude, pois Deus não concede o Espírito por medida (Jo 3.34), ou seja o crente não recebeu um pedacinho do Espírito, nem um pouquinho, mas sim o recebeu em plenitude. Isto quer dizer que potencialmente o crente tem dentro si toda a plenitude do Espírito Santo, ou seja, o poder do Espírito para testemunhar (At 1.8), os dons do Espírito, distribuídos soberanamente por Deus para edificação da Igreja (1 Co 12.11), a produção do fruto do Espírito (Gl 5.22), entre outras bênçãos.
Se é assim, por que os crentes, a Igreja, não vive essa plenitude, perguntaria alguém? Aí está algo em que devemos pensar seriamente que é justamente nesse paradoxo. Somos ricos espiritualmente, mas vivemos como pobres. Temos como herança toda sorte de bênçãos espirituais conforme Paulo escreveu aos Efésios (Ef 1.13): “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”, mas não gozamos dessas bênçãos.
No programa divino as bênçãos decorrente do derramar do Espírito em nossas vidas é uma ação soberana de Deus, mas para experimentá-las precisamos buscá-las e se apropriar delas pela fé. “E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”. At 4.31. “E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18. “... procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar” 1 Co 14.1. “Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja” 1 Co 14.12.
Assim sendo, amados, procuremos intensamente experimentar essas bênçãos que já são nossas, como dons graciosos de Deus, para a nossa alegria, crescimento espiritual nosso e da nossa Igreja.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
A Doutrina do Espírito Santo
PNEUMATOLOGIA
(Esboço da Doutrina do Espírito Santo)
1) A Natureza do Espírito Santo
a) A Divindade do Espírito Santo
· Nomes divinos Lhe são dados. At 5.3,4; 1 Co 3.16; 6.19; ...
· Perfeições (atributos) divinas Lhe são atribuídas. Sl 139.7,10; Is 40.13,14; 1 Co 2.10,11; 12.11; Rm 15.19; Hb 9.14.
· Obras divinas executadas por Ele. Gn 1.2; Jó 26.13; 33.4; Sl 104.30; Jo 3.5,6; Tt 3.5; Rm 8.11.
· Honra divina atribuída a Ele. Mt 28.19; Rm 9.1; 2 Co 13.13.
b) A Personalidade do Espírito Santo
· Nome próprio lhe é atribuído – Gn 1.2; Ef 1.13; Rm 8.14.
· Pronomes pessoais – Jo 15.26; 16.7,8,13,14.
· Associação com as outras pessoas da Trindade – Mt 28.19; 2 Co 13.13.
· Associação com os seres humanos – At 15.28; 13.2,4.
· Características Pessoais lhes são atribuídas:
Inteligência (1 Co 2.10; Rm 8.27)
Vontade (At 13.2; 16.6,7; 1 Co 12.11)
Emoções (Ef 4.30)
2) A obra do Espírito Santo
· No A. T. Gn 1:2; Ex 31.3; Jó 26.13; 33.4; Jz 6.34; Ne 9.20; Ez 2.2; 8.3; 11.1,24; ...
· Na vida do Senhor Jesus Lc 1.35; Mc 1.8; Mt 3.16; Mc 1.12: Lc 4.14.
· Na vida da Igreja
Regenera (Jo 3.5,6; Tt 3.5); concede poder (Jo 14.12; Lc 24.49; At 1.4,5,8; Ef 3.16; ...); concede Dons (Rm 12.6-8; 1 Co 12.4-11); habita permanentemente (Jo 14.16,17; Ef 1.13; Tg 4.5; Ef 4.30); ensina (Jo 14.26); guia (Jo 16.13; Rm 8.14); produz o fruto do Espírito (Gl 5.22,23).
· No Mundo em geral
Convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.7-11).
(Esboço da Doutrina do Espírito Santo)
1) A Natureza do Espírito Santo
a) A Divindade do Espírito Santo
· Nomes divinos Lhe são dados. At 5.3,4; 1 Co 3.16; 6.19; ...
· Perfeições (atributos) divinas Lhe são atribuídas. Sl 139.7,10; Is 40.13,14; 1 Co 2.10,11; 12.11; Rm 15.19; Hb 9.14.
· Obras divinas executadas por Ele. Gn 1.2; Jó 26.13; 33.4; Sl 104.30; Jo 3.5,6; Tt 3.5; Rm 8.11.
· Honra divina atribuída a Ele. Mt 28.19; Rm 9.1; 2 Co 13.13.
b) A Personalidade do Espírito Santo
· Nome próprio lhe é atribuído – Gn 1.2; Ef 1.13; Rm 8.14.
· Pronomes pessoais – Jo 15.26; 16.7,8,13,14.
· Associação com as outras pessoas da Trindade – Mt 28.19; 2 Co 13.13.
· Associação com os seres humanos – At 15.28; 13.2,4.
· Características Pessoais lhes são atribuídas:
Inteligência (1 Co 2.10; Rm 8.27)
Vontade (At 13.2; 16.6,7; 1 Co 12.11)
Emoções (Ef 4.30)
2) A obra do Espírito Santo
· No A. T. Gn 1:2; Ex 31.3; Jó 26.13; 33.4; Jz 6.34; Ne 9.20; Ez 2.2; 8.3; 11.1,24; ...
· Na vida do Senhor Jesus Lc 1.35; Mc 1.8; Mt 3.16; Mc 1.12: Lc 4.14.
· Na vida da Igreja
Regenera (Jo 3.5,6; Tt 3.5); concede poder (Jo 14.12; Lc 24.49; At 1.4,5,8; Ef 3.16; ...); concede Dons (Rm 12.6-8; 1 Co 12.4-11); habita permanentemente (Jo 14.16,17; Ef 1.13; Tg 4.5; Ef 4.30); ensina (Jo 14.26); guia (Jo 16.13; Rm 8.14); produz o fruto do Espírito (Gl 5.22,23).
· No Mundo em geral
Convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.7-11).
sábado, 8 de agosto de 2009
O que o Espírito disse as Igrejas
Nas sete cartas do livro de Apocalipse (capítulos 2 e 3), encontramos uma frase que é comum a elas: “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as Igrejas”. O que é que há nessas cartas escritas para aquelas Igrejas da Ásia Menor que era tão relevante a ponto dessa solene advertência ser repetida sete vezes?Olhando para o conjunto das cartas, podemos observar alguns temas enfocados na apresentação de Jesus as Igrejas, na análise que ele fez da vida interna de cada uma delas, da exortação que fez as mesmas e da promessa aos vencedores. Essas ênfases eram muito relevantes e precisavam de uma atenção especial por parte daquelas Igrejas, senão vejamos: 1) O Espírito disse que Jesus Cristo era Deus (“Isto diz aquele que é o primeiro e o último”; “Isto diz aquele que é o Filho de Deus”), Redentor (“Isto diz aquele que foi morto e reviveu”), e Senhor, Soberano (“Isto diz aquele que tem a chave de Davi e que abre e ninguém fecha, e fecha e ninguém abre”); 2) O Espírito ainda disse que a devoção a Cristo é prioridade na vida do cristão e negligenciá-la é pecado, e que precisa de arrependimento. “Tenho, porém contra ti que deixastes o teu primeiro amor”; 3) O Espírito disse que o Senhor Jesus anda no meio da Sua Igreja, e que está com ela sempre. “Isto diz aquele... que anda no meio dos sete castiçais de ouro”; 4) O Espírito disse que o Senhor, cabeça da Igreja, a conhece profundamente, inclusive as suas virtudes e as suas fraquezas. “Eu sei as tuas obras“; 5) O Espírito disse que a Igreja é santa por vocação e que precisa viver na prática aquilo que ela é posicionalmente em Cristo. “Mas em Sardes também tens algumas pessoas que não contaminaram suas vestes; elas andarão comigo, vestidas de branco, pois são dignas”; 6) O Espírito disse que os crentes quando errarem devem se arrepender de seus pecados para voltar a gozar de comunhão com Deus. “Lembra-te, pois donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras;...”; 7) O Espírito disse que Deus recompensará aos seus servos que fielmente O servem de todo o coração. “Ao que vencer... dar-lhe-ei...”.Amados irmãos considerando que essas Igrejas do Apocalipse são também Igrejas representativas das Igrejas de todas as épocas inclusive do tempo em que estamos vivendo, devemos entender que essa mensagem é também relevante para nós que fazemos a III IEC/JPA.Consideramos ainda que o Espírito fora dado a Igreja do Senhor Jesus para está com ela enquanto ela existir neste mundo, é de suma importância que estejamos atentos ao falar do Espírito em nosso meio. Deus é um Deus vivo e verdadeiro e Ele habita no meio da sua Igreja, vitalizando-a, renovando-a, impulsionando-a a realizar o seu propósito através do ministério das Igrejas locais. Então faz-se necessário que sejamos sensíveis a voz do Espírito de Deus que habita no interior do crente e também no meio da comunidade eclesial. “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas”
(esboço da mensagem pregada pelo Pastor Eudes Cavalcanti no aniversário da Igreja)
Uma Igreja Sensível a Voz do Espírito
Segundo o relato de Atos 11.19-21, a Igreja de Antioquia da Síria foi fundada por um grupo de irmãos que tinha fugido de Jerusalém por causa da perseguição contra o Cristianismo que ocorrera nela. Ainda nesse capítulo nos é dito que a Igreja de Jerusalém, ao tomar conhecimento da graça de Deus manifestada em Antioquia, enviou Barnabé para ministrar nela por algum tempo. Depois, Barnabé convidou a Paulo para ajudá-lo no ministério daquela Igreja (At 11.22-26) onde fizeram uma obra bastante proveitosa. Ainda nessa Igreja, ministrou Ágabo o profeta (At 11.27-30). A obra do Espírito Santo foi tão poderosa naquela cidade que gerou na vida dos membros daquela Igreja uma profunda dedicação a Cristo, a ponto de levar o povo de Antioquia a chamá-los de cristãos, sendo essa a primeira vez na história que foram chamados assim. (At 11.26).O capítulo 13 de Atos nos apresenta uma Igreja consolidada e que tinha em seu ministério profetas e mestres, e que gozava de uma visão missionária aguçada. O texto nos revela ainda que nessa Igreja o Espírito Santo operava com liberdade. “E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado” At 13.2. No versículo seguinte nos é mostrada a grande sensibilidade que a Igreja tinha de ouvir e de obedecer a voz do Espírito de Deus. “Então, Jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram” At 13.3.Irmãos a Bíblia nos revela que o Espírito Santo foi dado a Igreja como um dom celestial. A habitação do Espírito Santo na vida do crente em Cristo é uma das grandes verdades declaradas nas Escrituras. “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” Ef 1.13. O Espírito foi derramado sobre a vida de todo o crente verdadeiro, no ato de sua salvação, batizando-o no corpo de Cristo (1 Co 12.13), e lhe foi dado para guiar a sua vida, dentre outras coisas (Jo 16.13; Rm 8.14).A Bíblia revela ainda que o Espírito Santo habita em cada crente e também na Igreja como comunidade. “... Neles habitarei, e entre eles andarei...” 2 Co 6.16.Contextualizando o assunto, a presença do Espírito Santo no meio da nossa Igreja é uma realidade maravilhosa. No livro de Apocalipse somos orientados a dar ouvidos à voz do Espírito. “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as Igrejas” Ap 2.29.Amados, estamos comemorando doze anos de organização eclesiástica. O Espírito Santo, representando o Senhor Jesus, está em nosso meio, renovando, motivando, fortalecendo, guiando e levando-nos a fazer a vontade de Deus.Deus tem um propósito maravilhoso em nossas vidas através do ministério de nossa Igreja. Para que isso se torne uma realidade faz-se necessário que sejamos sensíveis a voz do Espírito de Deus que habita em nós.
sábado, 6 de junho de 2009
Evidências de uma vida cheia do Espírito
No boletim do domingo dia 24/05 fizemos uma reflexão com o título “Um crente cheio do Espírito Santo”. Nessa reflexão fundamentamos a doutrina da concessão do Espírito Santo aqueles que, de fato, crê em nosso Senhor Jesus Cristo. Dizemos também que grande são as possibilidades da execução de um trabalho profícuo por parte daquele que vive uma vida cheia do Espírito. Dissemos ainda que o dom do Espírito é uma benção exclusiva para aqueles que crêem em Cristo em todas as épocas.
Neste boletim iremos enfatizar as evidências de uma vida cheia do Espírito Santo.
Primeiramente vamos enfocar o que não é evidência da plenitude do Espírito na vida de um crente. Não é evidência o crente falar em línguas estranhas. No Dia de Pentecostes quando o Espírito desceu sobre aqueles cento e vinte irmãos todos foram cheios do Espírito Santo e, no entanto, não falaram línguas estranhas. Aqueles irmãos receberam miraculosamente a capacidade de falar em línguas estrangeiras, ou seja, compreensíveis pelos ouvintes que estavam naquela reunião. “Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?” At 2.8. Também não são evidências o crente se arrepiar, perder o controle de si, cair, rodopiar, marchar e outras bobagens que se observam no meio neo-pentecostal. Não é ainda ter visões, revelações, profetizar. Não é o exercício dos dons espirituais ou o uso dos dons naturais na obra do Senhor. Nem ainda a entrega das ofertas e dízimos ao Senhor como uma obrigação ou uma barganha, ou seja, eu te dou se tu me abençoares.
A primeira grande evidência na vida de um crente cheio do Espírito Santo é a produção do fruto do Espírito conforme identificado na carta de Paulo aos Gálatas 5.22: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. Essa sim é a grande evidência de uma vida cheia do Espírito. Esse fruto brota naturalmente da vida daqueles que estão cheios do Espírito de Deus. Outras evidências também podem ser observadas tais como um intenso desejo pelas coisas de Deus (At 2.46); e ainda um intenso desejo de estar reunido com os irmãos em Cristo para celebrar ao Senhor nos cultos programados pela Igreja (At 2.44,46,47); e ainda um profundo sentimento de liberalidade, ou seja, de entregar a Deus os dízimos e as ofertas para a manutenção da Sua obra através da Igreja da qual é membro (At 2.45; 4.32,34-37); e ainda um profundo zelo pelas coisas de Deus (At 5.3,4); e ainda um profundo desejo de se envolver com a obra de evangelização (At 4.29-31,33); e ainda constantes vitórias sobre o pecado, sobre a natureza pecaminosa (Rm 8.2,13; Gl 5.24,25); e ainda um profundo amor pelo Senhor, a ponto de, se preciso for, morrer por Cristo (At 21.13); e ainda dar testemunho ousado da fé cristã (At 4.16-20); e ainda a perseverança nas atividades da Igreja (At 2.42,46); e ainda um profundo sentimento de respeito pela pessoa de Deus e por tudo aquilo que Lhe diz respeito (At 2.43); e ainda um intenso desejo de orar, de buscar a presença de Deus, participar dos cultos de oração da Igreja (At 2.42; 4.23,24; 12.5); e coisas semelhantes.
Se na sua vida querido irmão essas coisas forem uma realidade saiba que você é uma pessoa que vive na plenitude do Espírito Santo de Deus.
Neste boletim iremos enfatizar as evidências de uma vida cheia do Espírito Santo.
Primeiramente vamos enfocar o que não é evidência da plenitude do Espírito na vida de um crente. Não é evidência o crente falar em línguas estranhas. No Dia de Pentecostes quando o Espírito desceu sobre aqueles cento e vinte irmãos todos foram cheios do Espírito Santo e, no entanto, não falaram línguas estranhas. Aqueles irmãos receberam miraculosamente a capacidade de falar em línguas estrangeiras, ou seja, compreensíveis pelos ouvintes que estavam naquela reunião. “Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?” At 2.8. Também não são evidências o crente se arrepiar, perder o controle de si, cair, rodopiar, marchar e outras bobagens que se observam no meio neo-pentecostal. Não é ainda ter visões, revelações, profetizar. Não é o exercício dos dons espirituais ou o uso dos dons naturais na obra do Senhor. Nem ainda a entrega das ofertas e dízimos ao Senhor como uma obrigação ou uma barganha, ou seja, eu te dou se tu me abençoares.
A primeira grande evidência na vida de um crente cheio do Espírito Santo é a produção do fruto do Espírito conforme identificado na carta de Paulo aos Gálatas 5.22: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. Essa sim é a grande evidência de uma vida cheia do Espírito. Esse fruto brota naturalmente da vida daqueles que estão cheios do Espírito de Deus. Outras evidências também podem ser observadas tais como um intenso desejo pelas coisas de Deus (At 2.46); e ainda um intenso desejo de estar reunido com os irmãos em Cristo para celebrar ao Senhor nos cultos programados pela Igreja (At 2.44,46,47); e ainda um profundo sentimento de liberalidade, ou seja, de entregar a Deus os dízimos e as ofertas para a manutenção da Sua obra através da Igreja da qual é membro (At 2.45; 4.32,34-37); e ainda um profundo zelo pelas coisas de Deus (At 5.3,4); e ainda um profundo desejo de se envolver com a obra de evangelização (At 4.29-31,33); e ainda constantes vitórias sobre o pecado, sobre a natureza pecaminosa (Rm 8.2,13; Gl 5.24,25); e ainda um profundo amor pelo Senhor, a ponto de, se preciso for, morrer por Cristo (At 21.13); e ainda dar testemunho ousado da fé cristã (At 4.16-20); e ainda a perseverança nas atividades da Igreja (At 2.42,46); e ainda um profundo sentimento de respeito pela pessoa de Deus e por tudo aquilo que Lhe diz respeito (At 2.43); e ainda um intenso desejo de orar, de buscar a presença de Deus, participar dos cultos de oração da Igreja (At 2.42; 4.23,24; 12.5); e coisas semelhantes.
Se na sua vida querido irmão essas coisas forem uma realidade saiba que você é uma pessoa que vive na plenitude do Espírito Santo de Deus.
domingo, 24 de maio de 2009
Um crente cheio do Espírito Santo
No seu plano redentor, Deus determinou que as pessoas que cressem no Senhor Jesus Cristo recebessem o dom do Espírito Santo. “E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem;...” Jo 7.39. “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” Ef 1.13. “E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” Gl 4.6. A presença do Espírito Santo na vida do salvo em Cristo é uma das gloriosas bênçãos comunicadas a ele, graciosamente como dom específico de Deus. É o selo distintivo de quem pertence a Cristo. As pessoas que não são crentes em Cristo não têm dentro de si o Espírito Santo. “... mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo esse tal não é dele” Rm 8.9.
Ainda de acordo com o Seu plano eterno é do propósito de Deus que os crentes em Cristo vivam uma vida cheia do Espírito Santo. “... mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18.
Um crente cheio do Espírito é uma pessoa operosa na obra do Senhor e que produz no seu viver diário o fruto do Espírito que é identificado em Gl 5.22: “Mas o fruto do Espírito é amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança”.
Ainda de acordo com o Seu plano eterno é do propósito de Deus que os crentes em Cristo vivam uma vida cheia do Espírito Santo. “... mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18.
Um crente cheio do Espírito é uma pessoa operosa na obra do Senhor e que produz no seu viver diário o fruto do Espírito que é identificado em Gl 5.22: “Mas o fruto do Espírito é amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança”.
Ser cheio do Espírito Santo é deixar-se dominar por Ele. É submeter-se a Sua direção. Uma pessoa que está cheia do Espírito tem prazer de fazer a vontade de Deus, tem prazer de está em sua presença, tem prazer nos cultos, engaja-se voluntariamente na obra do Senhor que para ela é a maior prioridade, contribui financeiramente, enfim, dá a sua parcela de contribuição para que a obra do Senhor seja realizada.
Um crente cheio do Espírito Santo é um instrumento poderoso nas mãos do Senhor, é o que podemos observar ao longo da revelação bíblica. Vemos essa benção na vida de Moisés, de Josué, dos juízes Gideão, Jefté, Sansão, do rei Davi e de outros servos de Deus do Antigo Testamento. Do Novo Testamento identificamos Pedro, Filipe, Paulo e os outros apóstolos. Podemos observar ainda essa benção na vida de inúmeros servos de Deus ao longo da história da Igreja, e para identificar alguns, citamos os nomes de Lutero, Calvino, Zuinglio, Jonathas Edwards, Wesley, Whitefield, Finney, Moody, Billy Granham, homens esses que viveram uma vida cheia do Espírito e foram poderosos instrumentos nas mãos de Deus em sua geração. A exemplo dos servos de Deus do passado, uma pessoa cheia do Espírito Santo realiza uma grande obra no reino de Deus, de acordo com os dons que o Espírito Santo venha a lhe conceder.
Lembre-se querido irmão, de que essa benção não foi uma exclusividade desses homens que deixaram um grande legado no Reino de Deus. Lendo o texto de Atos 2.39, encontramos que a dádiva do Espírito Santo, acompanhada com o respectivo infundir do poder de Deus, é uma promessa para todos aqueles que professam o nome de Jesus. “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar”.
Assim sendo, enchamo-nos do Espírito de Deus e façamos com autoridade a obra do Senhor, pois esse é o Seu propósito para nossas vidas.
Um crente cheio do Espírito Santo é um instrumento poderoso nas mãos do Senhor, é o que podemos observar ao longo da revelação bíblica. Vemos essa benção na vida de Moisés, de Josué, dos juízes Gideão, Jefté, Sansão, do rei Davi e de outros servos de Deus do Antigo Testamento. Do Novo Testamento identificamos Pedro, Filipe, Paulo e os outros apóstolos. Podemos observar ainda essa benção na vida de inúmeros servos de Deus ao longo da história da Igreja, e para identificar alguns, citamos os nomes de Lutero, Calvino, Zuinglio, Jonathas Edwards, Wesley, Whitefield, Finney, Moody, Billy Granham, homens esses que viveram uma vida cheia do Espírito e foram poderosos instrumentos nas mãos de Deus em sua geração. A exemplo dos servos de Deus do passado, uma pessoa cheia do Espírito Santo realiza uma grande obra no reino de Deus, de acordo com os dons que o Espírito Santo venha a lhe conceder.
Lembre-se querido irmão, de que essa benção não foi uma exclusividade desses homens que deixaram um grande legado no Reino de Deus. Lendo o texto de Atos 2.39, encontramos que a dádiva do Espírito Santo, acompanhada com o respectivo infundir do poder de Deus, é uma promessa para todos aqueles que professam o nome de Jesus. “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar”.
Assim sendo, enchamo-nos do Espírito de Deus e façamos com autoridade a obra do Senhor, pois esse é o Seu propósito para nossas vidas.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Cheios do Espírito
No seu plano eterno Deus determinou que aqueles que cressem no Seu Filho Jesus Cristo recebessem o dom do Espírito Santo. “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios d’água viva correrão do seu interior. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem;...” Jo 7.38,39. “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” Ef 1.13.
Segundo as Sagradas Escrituras, a presença do Espírito Santo no interior do salvo é uma realidade inquestionável. O Espírito Santo foi-nos dado para habitar em nossas vidas, selando-nos para o dia da redenção, e para fazer de nossos corpos santuários de Deus. “Não sabeis vós que sois templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” 1 Co 3.16. (Veja ainda 1 Co 3.17; 6.19; 2 Co 6.16).
A presença do Espírito Santo no salvo o torna alvo das suas inúmeras atuações, pois segundo a Bíblia, o Espírito foi-nos dado para nos ensinar as verdades espirituais, guiar os crentes nos caminhos do Senhor, santificar a vida do salvo, levá-lo a obedecer a Deus, moldar o seu caráter ao modelo estabelecido por Deus em Sua Palavra, fortalecê-lo para enfrentar os embates espirituais, dar-lhe força espiritual para testemunhar das grandezas de Deus, mui especialmente das virtudes de nosso Senhor Jesus Cristo que nos tirou das trevas para a sua maravilhosa luz. O Espírito Santo foi-nos dado também para consolar o nosso coração nos momentos de dificuldades e tribulações. Aliás, Ele foi chamado por Jesus de o Consolador.
O dom do Espírito Santo, como dissemos, é recebido pela fé em Cristo. A partir do momento em que a pessoa crê em Jesus e o aceita como Salvador e Senhor, o Espírito de Deus vem habitar nela. Isto quer dizer que todo o crente verdadeiro tem o Espírito Santo. O apóstolo Paulo disse que se alguém não tem o Espírito Santo esse tal não pertence a Jesus (Rm 8.9).
Ainda de acordo com o plano de Deus, é da vontade do Senhor, encher todos os crentes com o Espírito Santo, fazer o Espírito transbordar na vida do crente, controlando-a totalmente, para fazer cumprir nele o Seu propósito. Para que essa vontade de Deus possa ser realizada, é necessário que o crente dê espaço no seu coração para que essa benção o alcance. Como Deus respeita a nossa individualidade, é propósito seu que essa benção seja desejada e buscada pelos crentes em Cristo. “Enchei-vos do Espírito“ Ef 5.18.
Uma vida cheia do Espírito deve ser o sonho de todo aquele que professa o nome de Jesus. Essa benção deve ser buscada de todo o coração e prioritariamente pelos servos de Deus. Só com a plenitude do Espírito em nossas vidas é que seremos crentes felizes, abençoados, renovados, realizados, e úteis a causa do Senhor. “E tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus” At 4.31. “E os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo” At 13.52.
Segundo as Sagradas Escrituras, a presença do Espírito Santo no interior do salvo é uma realidade inquestionável. O Espírito Santo foi-nos dado para habitar em nossas vidas, selando-nos para o dia da redenção, e para fazer de nossos corpos santuários de Deus. “Não sabeis vós que sois templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” 1 Co 3.16. (Veja ainda 1 Co 3.17; 6.19; 2 Co 6.16).
A presença do Espírito Santo no salvo o torna alvo das suas inúmeras atuações, pois segundo a Bíblia, o Espírito foi-nos dado para nos ensinar as verdades espirituais, guiar os crentes nos caminhos do Senhor, santificar a vida do salvo, levá-lo a obedecer a Deus, moldar o seu caráter ao modelo estabelecido por Deus em Sua Palavra, fortalecê-lo para enfrentar os embates espirituais, dar-lhe força espiritual para testemunhar das grandezas de Deus, mui especialmente das virtudes de nosso Senhor Jesus Cristo que nos tirou das trevas para a sua maravilhosa luz. O Espírito Santo foi-nos dado também para consolar o nosso coração nos momentos de dificuldades e tribulações. Aliás, Ele foi chamado por Jesus de o Consolador.
O dom do Espírito Santo, como dissemos, é recebido pela fé em Cristo. A partir do momento em que a pessoa crê em Jesus e o aceita como Salvador e Senhor, o Espírito de Deus vem habitar nela. Isto quer dizer que todo o crente verdadeiro tem o Espírito Santo. O apóstolo Paulo disse que se alguém não tem o Espírito Santo esse tal não pertence a Jesus (Rm 8.9).
Ainda de acordo com o plano de Deus, é da vontade do Senhor, encher todos os crentes com o Espírito Santo, fazer o Espírito transbordar na vida do crente, controlando-a totalmente, para fazer cumprir nele o Seu propósito. Para que essa vontade de Deus possa ser realizada, é necessário que o crente dê espaço no seu coração para que essa benção o alcance. Como Deus respeita a nossa individualidade, é propósito seu que essa benção seja desejada e buscada pelos crentes em Cristo. “Enchei-vos do Espírito“ Ef 5.18.
Uma vida cheia do Espírito deve ser o sonho de todo aquele que professa o nome de Jesus. Essa benção deve ser buscada de todo o coração e prioritariamente pelos servos de Deus. Só com a plenitude do Espírito em nossas vidas é que seremos crentes felizes, abençoados, renovados, realizados, e úteis a causa do Senhor. “E tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus” At 4.31. “E os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo” At 13.52.
sábado, 31 de maio de 2008
Vivendo na Plenitude do Espírito
Segundo o plano eterno de Deus, aprouve a Ele, de acordo com a Sua soberana vontade, conceder aos que crêem no Evangelho o Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade. “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios d`águas vivas correrão do seu ventre. E isto, disse ele, do Espírito que haviam de receber os que nele cressem;...” Jo 7.38,39. “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa”. Ef 1.13. Esse dom precioso do Espírito é uma realidade na vida da pessoa salva em Jesus e é a sua marca distintiva, pois a Bíblia diz que se alguém não tem o Espírito de Cristo esse tal não é dele (Rm 8.9).
Agora, amados, uma coisa é ter o Espírito Santo habitando dentro de nós e outra coisa é ser cheio do Espírito, e ainda outra coisa é viver sempre na plenitude desse Espírito.
A maior necessidade que temos como Igreja não é tanto de recursos financeiros, nem de bons planejamentos, nem de boas instalações, nem de boa localização estratégica do santuário e sim de vivermos uma vida na plenitude do Espírito Santo. A igreja primitiva gozava dessa bênção. No livro de Atos encontramos diversos textos que mostram que os líderes e os crentes em geral viviam cheios do Espírito Santo (At 2.4; 4.8,31; 6.5,8; 13.52; ...). Vale salientar que em At 13.52, o texto nos diz que os discípulos estavam transbordando de alegria e do Espírito Santo.
Amados, precisamos urgentemente dessa plenitude em nossas vidas. É preciso que entendamos que só podemos fazer a obra de Deus satisfatoriamente se estivermos cheios do Espírito Santo. “Sem mim nada podeis fazer”.
Mas perguntaria alguém: como posso ser cheio do Espírito Santo? No nosso entendimento, já que todos os crentes têm o Espírito Santo, essa plenitude ou esse enchimento está diretamente ligado à intensidade de nossa vida devocional, ou seja, a nossa vida de comunhão com Deus. Se nós, amados, confessarmos as nossas falhas ao Senhor e o buscarmos de todo o nosso coração através da Palavra de Deus e da oração certamente essa plenitude nos alcançará e viveremos uma vida cristã que realmente agrade a Deus.
“Enchei-vos do Espírito”. Ef 5.18
Agora, amados, uma coisa é ter o Espírito Santo habitando dentro de nós e outra coisa é ser cheio do Espírito, e ainda outra coisa é viver sempre na plenitude desse Espírito.
A maior necessidade que temos como Igreja não é tanto de recursos financeiros, nem de bons planejamentos, nem de boas instalações, nem de boa localização estratégica do santuário e sim de vivermos uma vida na plenitude do Espírito Santo. A igreja primitiva gozava dessa bênção. No livro de Atos encontramos diversos textos que mostram que os líderes e os crentes em geral viviam cheios do Espírito Santo (At 2.4; 4.8,31; 6.5,8; 13.52; ...). Vale salientar que em At 13.52, o texto nos diz que os discípulos estavam transbordando de alegria e do Espírito Santo.
Amados, precisamos urgentemente dessa plenitude em nossas vidas. É preciso que entendamos que só podemos fazer a obra de Deus satisfatoriamente se estivermos cheios do Espírito Santo. “Sem mim nada podeis fazer”.
Mas perguntaria alguém: como posso ser cheio do Espírito Santo? No nosso entendimento, já que todos os crentes têm o Espírito Santo, essa plenitude ou esse enchimento está diretamente ligado à intensidade de nossa vida devocional, ou seja, a nossa vida de comunhão com Deus. Se nós, amados, confessarmos as nossas falhas ao Senhor e o buscarmos de todo o nosso coração através da Palavra de Deus e da oração certamente essa plenitude nos alcançará e viveremos uma vida cristã que realmente agrade a Deus.
“Enchei-vos do Espírito”. Ef 5.18
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