sábado, 30 de abril de 2016

Jesus é Senhor do Sábado (2.23-28)

Jesus é Senhor do Sábado (2.23-28) Depois de tratar a questão do jejum, o Senhor Jesus deparou-se com outro questionamento desta feita só pelos fariseus, que foi a questão da guarda do sábado. O texto relata que ao passar pelas searas os discípulos colhiam espigas de trigo num dia de sábado para comer. (É importante observar que na época qualquer pessoa que tivesse fome poderia entrar numa plantação de outrem e colher o necessário para comer. A lei mosaica autorizava isso). (Dt 23.25). Uns fariseus que acompanhavam Jesus em suas caminhadas censuraram o que os discípulos do Senhor faziam naquele sábado. Essa observação deu ensejo ao Senhor Jesus explicar o verdadeiro sentido do sábado, que fora feito por causa do homem, bem como revelar a sua autoridade como Deus sobre esse dia, e para isso aproveitou para citar um episódio do Antigo Testamento em que um preceito da lei mosaica fora violado por Davi e seus companheiros, que estavam com fome e comeram dos pães da proposição (consagrados ao Senhor) o que era privativo aos sacerdotes do Senhor. Essa questão do sábado irá acompanhar Jesus em quase todo o seu ministério a ponto dos judeus religiosos dizerem que Jesus não era de Deus porque fazia milagres nos dias de sábado. “Então alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus; pois não guarda o sábado...” Jo 9.16. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

quinta-feira, 28 de abril de 2016

A Questão do Jejum (2.18-22)

A Questão do Jejum (2.18-22) Depois do relato da chamada de Levi para o ministério apostólico, Marcos trata de uma questão levantada pelos remanescentes discípulos de João Batista e os fariseus contra os discípulos do Senhor, pelo fato desses últimos não estarem observando o dia de jejum. (Naquela época alguns judeus religiosos observavam um dia de jejum na semana). Essa observação deu ensejo a Jesus dizer-lhes que os seus discípulos não tinham necessidade de observar essa tradição religiosa porque Ele estava ao lado deles suprindo-lhes as necessidades, e contou-lhe uma parábola que explicava isso, que foi a questão da presença do noivo e de seus amigos convidados para as núpcias. Enquanto o noivo, Jesus, estivesse presente, os convivas, seus discípulos, não tinham necessidade de jejuar, mas quando Ele, Jesus, não estivesse mais com eles, jejuariam (Mc 2.19,20). Para consolidar o seu posicionamento sobre essa questão, Jesus contou-lhes a parábola do remendo novo em pano velho e do vinho novo em odre velho, onde o novo não se adequaria ao velho, significando que os preceitos da tradição judaica cabiam na antiga dispensação, mas não se adequariam a nova vida de alegria e felicidade proporcionada pelo Evangelho de Cristo. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

A Vocação de Levi (2.13-17)

A Vocação de Levi (2.13-17) Logo depois da cura do paralítico em Cafarnaum, Marcos fala sobre a vocação de um dos apóstolos de Jesus, Levi, conhecido também pelo nome de Mateus. O texto em apreço começa falando o ministério de ensino de Jesus. Em seguida mostra Jesus passando por uma coletoria e chamando de uma forma incisiva a Mateus, e a pronta resposta deste ao chamado do Mestre. “E, passando, viu Levi, filho de Alfeu, sentado na alfândega e disse-lhe: Segue-me. E, levantando-se, o seguiu” Mc 2.14. Em seguida, Marcos fala sobre um jantar oferecido por Mateus a Jesus e aos seus apóstolos, do qual participaram muitos colegas de profissão de Mateus. A presença de publicanos naquele jantar, levou os críticos de Jesus (escribas e fariseus) a censurá-lo, porque estava reunido e comendo, num momento particular, com publicanos e pecadores. A crítica dos fariseus e escribas ensejou a Jesus dá uma resposta que resume o foco do seu ministério como enviado de Deus: “E Jesus, tendo ouvido isso, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas sim os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores” Mc 2.17. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

quarta-feira, 6 de abril de 2016

O Paralítico de Cafarnaum (2.1-12)

Reflexões no Evangelho de Marcos O Paralítico de Cafarnaum (2.1-12) A cura de um paralítico em Cafarnaum deu-se quando Jesus estava naquela cidade e pregava a uma multidão que tinha ido até a casa onde ele estava. Diz o texto sagrado que o paralítico fora levado por quatro pessoas a presença de Jesus, mas devido à multidão que se aglomerava na entrada da casa, os quatro homens subiram ao eirado, fizeram uma abertura e baixaram o leito do paralítico onde Jesus estava. Para surpresa de todos, Jesus liberou uma palavra de perdão de pecados para o paralítico: “Filho, perdoados estão os teus pecados”. Aquelas palavras escandalizaram os escribas que estavam presentes, que diziam que o Senhor blasfemara, pois só Deus tinha o poder de perdoar pecados. Jesus que conhece corações perguntou o que era mais fácil: perdoar pecados ou curar a paralisia? Diante da mudez deles, Jesus com a sua autoridade divina disse ao paralítico: “A ti te digo: levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa”. O texto sagrado diz que o paralítico levantou-se, colocou a sua cama na cabeça, e saiu dali. Os presentes não puderam se conter e glorificaram a Deus, dizendo: “Nunca tal vimos”. Nesse episódio, o Senhor Jesus manifestou o seu grande poder que Lhe é peculiar, como Deus que é de perdoar pecados e de curar enfermidades incuráveis. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

A Cura dum leproso (1.40-45)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Cura dum leproso (1.40-45) Em Cafarnaum deu-se também a cura de um leproso. Esse episódio é relatado por Marcos assim: “E aproximou-se dele um leproso, que, rogando-lhe e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo! E, tendo ele dito isso, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo” Mc 1.40-42. Nesse episódio podemos observar alguns detalhes: o leproso era proibido pela lei mosaica de se aproximar de uma pessoa sadia. Uma pessoa sadia não podia tocar num leproso, pois segundo essa mesma lei tornar-se-ia imundo. O fato de o Senhor Jesus estender a mão e tocar no leproso era um ato gracioso de Deus, principalmente quando lhe é dispensado a cura da lepra. A lei mosaica estipulava que uma vez contraída a lepra a pessoa era examinada pelo sacerdote e declarada imunda e era afastada do convívio social. Quando curada deveria voltar ao sacerdote e oferecer o que a lei estipulava para a purificação do leproso, foi por isso que Jesus mandou que ele fosse se mostrar ao sacerdote (Mc 1.44). O homem curado não conseguiu guardar o sigilo recomendado por Jesus o que dificultou sensivelmente o seu ministério, pois teve de se ocultar, não se mostrando publicamente. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

A Cura da Sogra de Pedro (1.29-39)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Cura da Sogra de Pedro (1.29-39) Depois de registrar a expulsão de um demônio feita por Jesus na sinagoga de Cafarnaum, Marcos mostra o episódio da cura da sogra de Pedro naquela mesma cidade. Jesus ao chegar à casa de Pedro encontra a sogra dele com uma febre muito alta. A pedido dos presentes, o Senhor graciosamente cura aquela mulher, que se levanta da cama curada e passa a servi-los. O texto enfocado não fica só na cura da sogra de Pedro, mas também informa outras curas de pessoas que eram trazidas a presença do Senhor bem como a libertação de muitos endemoninhados. Nessa obra de libertação de endemoninhados Jesus proibia que os demônios falassem, pois o conheciam e Ele não queria que eles testificassem de Sua deidade. Nesse mesmo texto, Marcos fala sobre a vida particular de oração de Jesus. “... e foi para um lugar deserto, e ali orava”. Depois dessa revelação, Marcos nos mostra uma das prioridades do ministério do Senhor que era a de pregar o Reino de Deus. “E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue; porque para isso vim”. Em seguida, Marcos fala, resumidamente, dessa faceta do ministério do Senhor: “E pregava nas sinagogas deles por toda a Galiléia, e expulsava os demônios”. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

A Cura do Endemoninhado em Cafarnaum (1.21-28)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Cura do Endemoninhado em Cafarnaum (1.21-28) Nessa seção nos é apresentado por Marcos, em seu evangelho, um exorcismo feito por Jesus Cristo na cidade de Cafarnaum. A expulsão do demônio deu-se num dia de sábado em plena reunião na sinagoga. O Senhor Jesus, como judeu praticante fora aquela sinagoga no dia de sábado para participar dos serviços religiosos. Lá, diz-nos o texto, Jesus estava ensinando. É provável que com o impacto da Palavra de Deus o demônio tenha se manifestado. O texto diz-nos que ele exclamou: “Ah! Que temos contigo, Jesus nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus”. Sendo o espirito maligno repreendido por Jesus, saiu daquele homem clamando com alta voz. A expulsão do demônio levou os participantes daquela reunião a se admirarem pela doutrina pregada por Jesus e pelo poder de Deus manifestado por Ele. Algumas lições podem-se extrair do episódio: 1) a existência de demônios, anjos caídos que atormentam os homens sem Deus a ponto de possuí-los; 2) a vulnerabilidade do homem sem Deus diante desse propósito maligno de controlar a pessoa; 3) o poder extraordinário de nosso Senhor Jesus Cristo, capaz de libertar o homem das amarras do diabo, o chefe dos demônios. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Vocação dos primeiros apóstolos (1.14-20)

Reflexões no Evangelho de Marcos Vocação dos primeiros apóstolos (1.14-20) Essa seção do Evangelho de Marcos começa falando sobre a prisão de João Batista e o começo do ministério público do Senhor Jesus na Galiléia. Esse ministério é iniciado com a pregação da chamada aos homens ao arrependimento e a crença no Evangelho, as boas novas de salvação através de Cristo. Jesus também, na pregação que fizera, revela o cumprimento do tempo do irrompimento do Reino de Deus na terra através de Sua pessoa. Em seguida, o texto revela a chamada dos quatro primeiros apóstolos de Jesus Cristo: Pedro e seu irmão André, e os irmãos Tiago e João, todos pescadores no Mar da Galiléia. Pedro e André, na ocasião, estavam pescando e Tiago e João estavam consertando as redes de pesca. O chamado desses homens para o ministério apostólico foi incisivo e inequívoco, e a resposta também foi imediata e radical. Os quatro homens abandonaram os seus ofícios de pescadores e seguiram a Jesus com o intuito de estarem com Ele e de colaborarem com o seu ministério. No que se refere a Pedro e André, o Senhor Jesus revelou o que pretendia com eles: fazê-los pescadores de homens, e quanto aos irmãos Tiago e João o objetivo era o mesmo, mas o texto diz que o Senhor apenas os chamou sem dizer pra quê. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

O Batismo e Tentação de Jesus (1.9-13)

Reflexões no Evangelho de Marcos O Batismo e Tentação de Jesus (1.9-13) Nessa seção, Marcos apresenta o batismo de Jesus por João Batista no Rio Jordão. O Senhor Jesus como Deus encarnado tecnicamente não precisava ser batizado por João devido o batismo de João ser o batismo para o arrependimento e Jesus não precisava se arrepender de pecados porque não os tinha. Ele se submeteu ao batismo de João para credenciar o batismo daquele precursor, para cumprir a lei e para ser batizado por nós pecadores que precisávamos de arrependimento. Após o batismo de Jesus, o Espírito de Deus o unge para o seu ministério messiânico (Messias, o mesmo que Cristo significa o Ungido). Quando o Espírito é derramado sobre Jesus em forma de uma pombinha, Deus testifica audivelmente sobre a filiação divina de Jesus e do Seu prazer na vida de Seu Filho. Depois dessa gloriosa revelação, Marcos informa que Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo diabo. A tentação a que Jesus se submeteu aconteceu logo após os quarenta dias que passou em jejum e oração. Marcos não detalha os passos da tentação de Cristo como o faz os outros evangelhos sinóticos (Mateus e Lucas), apenas diz que ele foi tentado pelo Diabo, vivia entre feras e era servido pelos anjos. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 03/04/16 - O CORDEIRO NO TRONO

PREGAÇÃO DO PASTOR EUDES - 27/03/16