segunda-feira, 31 de março de 2014

Honra a teu pai e a tua mãe

1º - Não terás outros deuses diante de mim; 2º - Não farás para ti imagem de escultura; 3º - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; 4º -   Lembra-te  do dia do sábado, para o santificar; 5º - Honra a teu pai e a tua mãe; 6º - Não matarás; 7º - Não adulterarás; 8º - Não furtarás; 9º - Não dirás falso testemunho; 10º - Não cobiçarás.
    Vimos no primeiro artigo sobre Os Dez Mandamentos que os quatro primeiros mandamentos contemplam o relacionamento do homem com Deus e os seis restantes o relacionamento do homem com o seu semelhante.
   O quinto mandamento do Decálogo trata do relacionamento dos filhos para com seus pais (pai e mãe). “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá” Ex 20.12.
  Deus ao criar o primeiro casal deu-lhe a capacidade de juntos (marido e mulher) gerarem novos seres humanos (Gn 1.27,28). Os pais quando gera um filho, a criança em formação passa nove meses (normalmente) no ventre de sua mãe. Depois que nasce, fica sob os cuidados dos pais especialmente da mãe até que tenha condições de, por si mesmo, se alimentar e de fazer suas necessidades em lugares apropriados (o ser humano é um dos seres vivos que na fase de recém-nascido é totalmente dependente de outrem). Esse cuidado ainda se estende por muitos anos, e até mesmo durante a vida inteira do filho. Parece-me que esse mandamento dado por Deus aos filhos tem a ver com a questão da gratidão. Os filhos devem ser gratos aos seus pais pelo fato de terem sido instrumentos usados por Deus para trazê-los a este mundo, e por terem cuidado deles durante a fase de maior dependência de suas vidas. “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” 1 Ts 5.18.

   Tratando-se do mandamento em questão podemos observar que ele está atrelado à benção da longevidade, que é viver muito tempo na face da terra, o que é algo desejável, normalmente, pelos seres humanos (para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá).
    Na estrutura familiar (cônjuges, pais e filhos) existem mandamentos para  todos, visando um viver harmonioso que  glorifique a Deus bem como promova a felicidade no lar (Ef 5.22-33; Cl 3.18,19; Ef 6.1-4; Cl 3.20,21). Às esposas Deus ordena que obedeçam aos seus maridos. Aos maridos Deus ordena que amem suas esposas. Aos pais é ordenado por Deus que não irritem aos seus filhos e que os crie nos caminhos do Senhor; e aos filhos Deus ordena que honrem a seus pais, obedecendo-lhes em tudo exceto no pecado.
    No Antigo Testamento um filho rebelde que não honrava aos seus pais,  a pena estipulada para ele era a morte por apedrejamento público, para que todos vissem e temessem a Deus e honrassem a seus pais. “Quando alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedecer à voz de seu pai e à voz de sua mãe, e, castigando-o eles, lhes não der ouvidos, então, seu pai e sua mãe pegarão nele, e o levarão aos anciãos da sua cidade e à porta do seu lugar, e dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz, é um comilão e beberrão. Então, todos os homens da sua cidade o apedrejarão com pedras, até que morra; e tirarás o mal do meio de ti, para que todo o Israel o ouça e tema. Dt 21.18-21. Essa duríssima pena existente na lei de Deus do passado mostra claramente a indignação do Senhor para com aquele filho que não honra a seu pai nem a sua mãe.
    Paulo, apóstolo, quando trata da estrutura familiar, e se refere a esse mandamento, na nova Aliança, ele prefere apontar o aspecto positivo da obediência a ele. “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra” Ef 6.1-3.
    Considerando que a lei de Deus é santa e o mandamento santo, justo e bom (Rm 7.12), é de bom alvitre que os filhos entendam isso e procurem honrar aos seus pais enquanto estão vivos, ouvindo-os respeitosamente sendo-lhes gratos pelo cuidado que tiveram por eles durante a sua vida, procurando assisti-los em tudo especialmente na velhice. Fazendo assim, a santa Palavra de Deus garante a esse filho uma benção sem medida, especialmente aquela benção de ter uma vida longeva.             
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sexta-feira, 21 de março de 2014

Lembra-te do dia do sábado, para o santificar

1º - Não terás outros deuses diante de mim; 2º - Não farás para ti imagem de escultura; 3º - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; 4º -   Lembra-te  do dia do sábado, para o santificar; 5º - Honra a teu pai e a tua mãe; 6º - Não matarás; 7º - Não adulterarás; 8º - Não furtarás; 9º - Não dirás falso testemunho; 10º - Não cobiçarás.
    O quarto mandamento do Decálogo trata da proibição de se trabalhar no dia de sábado. “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado e o santificou.”. Ex 20.8-11.
   O mandamento começa com um chamado à lembrança de se deve guardar o dia de sábado. Em seguida encontramos a proibição de se trabalhar no dia de sábado e a extensão dessa proibição à própria pessoa, a seus filhos, servos, animais de carga e até aos estrangeiros que habitavam com o povo de Israel. Depois da proibição são dadas duas razões do porquê do mandamento (em seis dias o Senhor fez os céus e a terra e o mar e tudo que neles há; Deus abençoou e santificou o dia de sábado).

   Reportando-nos a criação podemos observar que Deus fez toda a sua obra em seis dias de vinte e quatro horas. No dia sétimo, o sábado, com a obra da criação acabada, diz a Bíblia que Deus descansou das obras criadas. Esta expressão descansar no dia de sábado não quer dizer que Deus se cansou com o trabalho que fizera. Lembremo-nos de que Deus é onipotente e tudo que fez foi com o poder de sua palavra. “Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” Hb 11.3.
O tempo é uma dadiva de Deus ao homem que tem a sua vida limitada por ele. Deus  graciosamente dividiu o tempo em segundo, minuto (60 segundos), hora (60 minutos), dia (24 horas), semana (sete dias), mês (trinta dias em média), e ano (doze meses).
     A quebra do mandamento da guarda do sábado no mundo bíblico, especialmente no Antigo Testamento, atraia o juízo divino sobre o transgressor. (Veja Nm 15.32-36). Uma das razões do cativeiro babilônico foi a quebra do mandamento da guarda do sábado por parte do povo de Deus (Veja Jr 17.27; Ne 13.17,18). No Novo Testamento encontramos os judeus observando de forma legalista o dia do sábado, sendo por isso criticado pelo Senhor Jesus (Mt 12.9-14).
   O Senhor Jesus com a autoridade que tinha como Deus reinterpretou o mandamento da guarda do sábado dando-lhe a dimensão correta, esclarecendo o seu verdadeiro significado. O princípio do mandamento da guarda do sábado, segundo se extrai do que Jesus disse, é que do tempo semanal que Deus deu ao homem um dia deve ser reservado para descanso e adoração a Deus. ”E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado. Assim, o Filho do Homem até do sábado é senhor” Mc 2.27,28.
   Outra questão relacionada ao assunto e que merece uma explicação é a guarda do domingo no mundo cristão. A explicação é a seguinte: Uma, é a que se refere ao princípio estabelecido do sábado, que é de que um dia da semana seja utilizado para descanso do homem e para adoração a Deus. A outra é que no domingo, o primeiro dia da semana, após o sábado, é comemorado o dia da ressurreição de  nosso Senhor Jesus Cristo. A Igreja primitiva se reunia no primeiro dia da semana (domingo) para realizar os seus cultos, inclusive, em duas ocasiões, com a presença física de Jesus. O fato da guarda do domingo e não da do sábado por parte da Igreja não consiste em transgressão, pois a mesma está sendo coerente com o principio estabelecido por Deus quanto ao sábado, e com a prática da Igreja apostólica. (Jo 20.1,19,26; At 20.7; 1 Co 16.2). 
   Contextualizando o assunto no que se refere a mandamento, transgressão e juízo, é importante observar que a regra continua a mesma. Não separar um dia da semana para descansar e adorar a Deus consiste em transgressão e que, com certeza, os infratores estão sob juízo divino.      
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão

1º - Não terás outros deuses diante de mim; 2º - Não farás para ti imagem de escultura; 3º - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; 4º -   Lembra-te  do dia do sábado, para o santificar; 5º - Honra a teu pai e a tua mãe; 6º - Não matarás; 7º - Não adulterarás; 8º - Não furtarás; 9º - Não dirás falso testemunho; 10º - Não cobiçarás.
    O terceiro mandamento do Decálogo trata da proibição de se mencionar levianamente o grande nome do Senhor, do Deus dos Céus. “Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus, em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão”.
    Estudando as Sagradas Escrituras verificamos que no Antigo Testamento Deus é chamado pelos nomes de Yaweh (Yavé) o mais sagrado deles, Adonai, Shaddai, El, Elohim, Elyon. No Novo Testamento Deus é chamado de Theos, Kyrios, e de Pater. A exceção de Yaweh, os demais nomes foram dados pelos escritores inspirados. Em relação à Yaweh foi o próprio Deus quem se nomeou quando respondeu a pergunta de Moisés sobre qual seria o nome de quem o comissionara para tirar o povo de Israel do Egito. “EU SOU O QUE SOU” (Ex 3.14) disse Deus a Moisés. Essa expressão na língua original do Antigo Testamento (hebraico) expressa nos caracteres de nossa língua é o tetragrama YHWH onde foram colocadas vogais para facilitar a pronuncia, daí Yaweh (Iavé, Javé, Jeová). “Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor, às imagens de escultura” Is 42.8. (Em algumas versões usa-se a palavra SENHOR com letras maiúsculas significando Yavé).

   No contexto bíblico, um nome é geralmente significativo, representa a pessoa, seu caráter, seus atributos, seu oficio, enfim o seu ser. Por exemplo: quando Deus mudou o nome do segundo filho de Isaque, de Jacó para Israel, foi porque houve uma mudança no caráter daquele homem produzida pelo próprio Deus. “Então disse: Não te chamarás mais o teu nome Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” Gn 32.28. Quando Deus deu o nome de Jesus ao Seu Filho que encarnara foi porque ele salvaria o seu povo dos pecados deles. Jesus significa na língua grega, Salvador. “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” Mt 1.21.
     A proibição de Deus no Decálogo para que não se pronunciasse o seu nome (YWHW) em vão é porque o seu nome representa o que Deus é, no caso, autoexistente, aquele que existe por si mesmo, sem depender de ninguém nem de nada, todo-poderoso, sublime, etc. “Redenção enviou ao seu povo; ordenou o seu concerto para sempre; santo e tremendo é o seu nome” Sl 111.9.
    Dizem que os escribas judeus levaram tão a sério esse mandamento que até quando copiavam os escritos sagrados e chegavam a esse nome, se lavavam cerimonialmente e trocavam a pena comum que usavam por uma pena de ouro, para grafar o nome de YWHW.
    No Novo Testamento nos é dito que o nome de Jesus é superior a qualquer outro nome dado entre os homens e anjos, e que toda a língua proclame a grandeza desse nome, para a glória de Deus Pai. “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” Fp 2.9-11.    Como Jesus é Deus, ao seu nome deve ser dada a glória que lhe é devido, conforme o Novo Testamento.
   Olhando para as Escrituras como um todo, podemos constatar que os nomes de Deus, sejam os identificados no Antigo Testamento ou no Novo Testamento, devem ser mencionados somente quando for celebrado “Engrandecei ao SENHOR comigo, e juntos exaltemos o seu nome” Sl 34.3. (Veja ainda At 19.17), invocado “Louvai ao SENHOR e invocai o seu nome; fazei conhecidas as suas obras entre os povos” Sl 105.1 (Veja ainda At 7.59), ou proclamado “Então, declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação” Sl 22.22 (Veja ainda Lc 24.47).
  Isto posto, é considerada uma transgressão quando se pronuncia o nome de Deus em vão, conforme diz o Decálogo.                     Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sexta-feira, 7 de março de 2014

Não farás para ti imagem de escultura

1º - Não terás outros deuses diante de mim; 2º - Não farás para ti imagem de escultura; 3º - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; 4º -   Lembra-te  do dia do sábado, para o santificar; 5º - Honra a teu pai e a tua mãe; 6º - Não matarás; 7º - Não adulterarás; 8º - Não furtarás; 9º - Não dirás falso testemunho; 10º - Não cobiçarás.
    As Sagradas Escrituras nos revelam que Deus ao criar o homem imprimiu em sua alma um sentimento de dependência dele, isto quer dizer que o ser humano só encontra plena satisfação em Deus, que o criou a Sua imagem e semelhança. Agostinho de Hipona, um dos pais da Igreja, expressou esse sentimento, que é comum aos homens: “Quão tarde te amei ó antiga e sempre nova formosura, quão tarde te amei! Fizeste-nos para Ti e inquieto está o nosso coração até que em Ti descanse”.
   Por causa do pecado, que afastou o homem de Deus e o mergulhou em trevas espirituais, esse homem com sede de Deus, mas sem ter uma revelação especial que falasse de Deus mostrando como de fato Ele o é (isto seria feito de forma progressiva através das Escrituras), apesar da revelação através das obras da criação revelar Deus até certo ponto, levou-o a confundir Deus com as coisas criadas (sol, lua, estrela, animais, homens, aves, peixes, etc), e para que esse aspecto religioso se expressasse de forma concreta, o homem começou a fazer representação física (imagens de esculturas) dessas coisas, venerando-as, adorando-as e servindo-as. As culturas mais antigas mostram essa tendência natural do homem de adorar a criatura no lugar do Criador (Veja Romanos 1.18-32).
   Um ídolo ou uma imagem de escultura é, segundo o dicionário de Aurélio, uma “Estátua, ou simples objeto cultuado como deus ou deusa; Objeto que se julga habitar um espirito, e por isso venerado; Pessoa a quem se tributa respeito ou afeto excessivo”.

   O segundo mandamento proíbe terminantemente que o homem faça para si imagem de escultura de qualquer coisa existente nos céus, inclusive aquelas que possam representar as pessoas da Santíssima Trindade e os anjos,  na terra, e nas águas, e que se encurve diante delas e as sirva. “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso...” Ex 20.4,5.
    No Salmo 115 encontramos um arrazoamento e um libelo contra quem faz e contra quem se dobra diante de uma imagem de escultura: “Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não veem; têm ouvidos, mas não ouvem; nariz tem, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e todos os que neles confiam” Sl 115.4-8. Esse libelo é repetido pelo salmista no Salmo 135.15-18.
   Quem faz uma estátua com fins religiosos está sob juízo divino, bem como aqueles que se dobram diante dela, e confia nela e a serve, isto é o que é dito nos dois Salmos citados. “Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem, e os que neles confiam” Sl 115.8 (Sl 135.18).
   No contexto histórico do Decálogo, o mandamento foi dado para limpar os israelitas que saíram do Egito, impregnados por uma cultura politeísta, e que iria possuir a terra da promessa onde habitavam sete nações idólatras, sendo, no caso, o povo de Deus usado como instrumento para punir aqueles povos.
  Apesar da força desse mandamento, o povo de Deus do passado falhou terrivelmente nessa área, ocasionando os cativeiros impostos tanto pelos assírios como pelos babilônicos. O povo de Israel só foi curado da idolatria depois de duras penas impostas pelos cativeiros.
    No Novo Testamento encontramos o apóstolo Paulo dizendo que quem adora a ídolos, adora a demônios. “Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes, digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios” 1 Co 10.19,20.
   Quanto ao ritual religioso da Igreja Católica Romana no qual o Deus dos cristãos, os anjos e os santos do passado são representados por estátuas, o mesmo se enquadra na proibição do segundo mandamento e, portanto, está sob juízo divino.  
 Pr. Eudes Lopes Cavalcanti