sábado, 25 de janeiro de 2014

Creio na Remissão dos Pecados

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
      Neste artigo daremos continuidade a nossa reflexão sobre o Credo Apostólico com a ênfase, desta feita, na remissão ou perdão dos pecados, pois o Credo diz assim: “Creio... na Remissão dos Pecados”.
     O pecado segundo as Escrituras é o problema número um dos seres humanos. Quando se fala de pecado é preciso que entendamos algumas coisas sobre ele, principalmente em que consiste o pecado, a quem ele afronta e quais as suas consequências e, principalmente, a questão do perdão através de nosso Senhor Jesus Cristo.
       Pecado do ponto de vista bíblico/teológico “é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus ou a transgressão dessa lei”. Deus ao criar o homem deu-lhe um código moral que deve ser obedecido. A transgressão desse código constitui-se pecado contra Deus e é passível de punição, que no caso é a morte. “Porque o salário do pecado é a morte,...” Rm 6.23.

       O pecado surgiu no cenário humano através de Adão, conforme as Escrituras. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” Rm 5.12. Adão representava a raça humana na responsabilidade moral diante do Criador e quando ele pecou o seu pecado atingiu também a sua descendência. Adão pecou, nós pecamos com ele. Adão morreu por causa do pecado e nós morremos com ele.    A Bíblia diz que todos morrem em Adão (1 Co 15.22).
     Ainda o pecado de nossos primeiros pais corrompeu a natureza humana, e toda a sua descendência é considerada pecadora aos olhos de Deus. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Rm 3.23. Por causa do pecado toda a raça humana está debaixo de condenação, mas Deus graciosamente providenciou um meio que, aliás, é o único meio, de livrar o homem da condenação imposta pelo pecado, sendo esse meio através da obra realizada por Jesus Cristo na cruz do Calvário. “O qual (Cristo) por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para a nossa justificação” Rm 4.25. (Veja ainda 1 Pe 2.24; 3.18).
     O Filho de Deus veio a este mundo, encarnou, assumiu uma natureza humana, para oferecer a sua preciosa vida em sacrifício pelos pecados do homem. “Mas este, (Jesus), havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, está assentado para sempre a destra de Deus” Hb 10.12.  Toda a culpa acarretada pelo pecado foi colocada sobre Cristo na cruz, segundo o que determinara o Conselho da Santíssima Trindade no seu programa eterno. “Mas ele (Jesus) foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” Is 53.5,6.
       Quando o Credo diz “Creio... na remissão dos pecados” que dizer que a pessoa que crer que Jesus morreu pelos seus pecados e ressuscitou para a sua justificação tem de imediato o perdão dos seus pecados, sendo a culpa removida, e a partir daí não haverá mais condenação para ela no Juízo Final “Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espirito. Porque a lei do espirito de vida, em Cristo Jesus, me  livrou da lei do pecado e da morte” Rm 8.1,2. O perdão dos pecados é uma bem-aventurança (Sl 32.1).
      De acordo com a Bíblia, para a concessão do perdão ao pecador, ele tem que reconhecer que é pecador aos olhos de Deus e crer de coração que Jesus pagou o preço dos seus pecados na cruz. “... Arrependei-vos, e crede no Evangelho” Mc 1.15. Fazendo assim a pessoa é perdoada, reconciliada com Deus, e passa a gozar das bênçãos dos Céus.    
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 19/01/14

Creio na Comunhão dos Santos

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
      Dando continuidade a reflexão sobre o Credo Apostólico, neste artigo iremos tratar sobre a comunhão dos santos. “Creio... na Comunhão dos Santos”.
     Antes de falarmos sobre comunhão iremos comentar um pouco sobre o que é um santo aos olhos de
Deus. Um santo, segundo as Escrituras, quando se refere ao cristão, quer dizer daquela pessoa que foi santificada pelos méritos de Cristo. Uma pessoa antes da conversão a Cristo vive na impiedade, sob condenação, mas quando é alcançada pela graça salvadora de Cristo ela é purificada de seus pecados e declarada santa, separada para Deus. “À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos,...” 1 Co 1.2. “... E é o que alguns têm sido, mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus” 1 Co 6.10,11. Assim sendo, todos os que sinceramente professam a fé em Cristo são santos, a Igreja na sua expressão universal, independente deles ter realizado alguma façanha extraordinária em sua vida cristã.
    A palavra comunhão, segundo o dicionário de língua portuguesa de Aurélio, dentre outras coisas, significa: “Ato ou efeito de comungar; participação em comum em crenças ou ideais; conjunto dos que comungam nas mesmas crenças ou opiniões”.
    Do ponto de vista bíblico, a comunhão dos santos consiste em que os salvos têm em comum  um mesmo Deus, um mesmo Salvador, uma mesma fé, um mesmo batismo e uma mesma esperança, e fazem parte de uma mesma Igreja, no caso a de natureza espiritual, a universal ou católica. “Há um só corpo e um só Espirito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos” Ef 4.4-6.
    Ainda segundo a Bíblia, a Igreja é comparada a um corpo humano com todos os seus membros interligados entre si e, consequentemente, ligados à cabeça, que é Cristo. Essa ligação que a figura nos remete é feita pela instrumentalidade do Espírito Santo. “Pois todos nós fomos batizados em um Espirito formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espirito” 1 Co 12.13. (Veja ainda Ef 4.15,16).
    Mas comunhão é ainda, de acordo com o ponto de vista teológico, uma convivência amistosa, pacífica, amorosa envolvendo todos aqueles que são de fato crentes em Cristo. O Salvador quando esteve aqui neste mundo deixou para a Igreja aquilo que disse ser um novo mandamento: “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” Jo 13.34. Sendo assim, cada um de nós deve se esforçar para que essa amizade cristã não seja comprometida, pois é um mandamento expresso do Senhor que os crentes vivam em comunhão com Deus e com os seus irmãos na fé. Na Sua oração sacerdotal o Salvador intercedeu por nós o Seu povo, para que fossemos unidos, tivéssemos comunhão experimental  uns com os outros. “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” Jo 17.21.
   Aquelas pessoas que se dizem cristãs, mas que vivem provocando na Igreja discórdias, usando de subterfúgio e  maquinando o mal contra os seus irmãos na fé estão pecando contra Deus, ferindo a comunhão e a unidade da Igreja. “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual  viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão” 1 Jo 4.20,21. (Veja ainda Pv 6.16-19).                 
Eudes Lopes Cavalcanti 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Creio na Santa Igreja Universal

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
      Após o Credo Apostólico expressar a sua fé na pessoa do Espirito Santo, ele contempla a Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo na sua expressão universal ou católica. “Creio... na Santa Igreja Universal”.
     A palavra “creio” em relação à Igreja do Senhor não quer dizer que se deposita fé nela, e sim que ela existe. Uma melhor declaração seria Creio na existência da santa Igreja universal ou católica. Estamos dizendo isso porque a Igreja não é objeto de fé do crente. As sentenças do Credo quando se referem a Deus Pai, a Deus Filho e a  Deus Espirito Santo devem ser encaradas como declaração de fé em um objeto, o Deus Triúno. Nos demais casos, como uma crença na existência.
   Na doutrina da Igreja (eclesiologia) encontramos uma área que contempla as duas expressões da Igreja: a universal e a local. No caso do Credo, ele contempla a expressão universal da Igreja, que é o conjunto dos salvos de todas as épocas: os que já faleceram, os que estão vivos e ainda aqueles que hão de ser salvos. “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor” Jo 10.16. “E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim” Jo 17.20.
    A Igreja na sua expressão universal é ainda o conjunto definido de pessoas que foram escolhidas na eternidade para serem salvos pela graça divina. “Como também nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para o louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado” Ef 1.4-6.
     A Igreja na sua expressão universal é também um corpo espiritual tendo como cabeça Jesus Cristo. “Pois todos nos fomos batizados em um Espirito formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espirito” 1 Co 12.13. “Ora vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular” 1 Co 12.27.  “E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos” Ef 1.22,23.
    Essa Igreja é conhecida ainda como a família de Deus. Antes de sermos crentes éramos por natureza estrangeiros e forasteiros, mas em Cristo nos tornamos membros da família de Deus. “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadão dos santos, e da família de Deus” Ef 2.19.
     Aqueles irmãos que já partiram para a eternidade estão dormindo no Senhor. Aqueles que estão vivos servindo ao Senhor são identificados como a Igreja militante, e aqueles que são escolhidos, mas que ainda não foram alcançados pela graça salvadora estão sob tutores e curadores até o tempo determinado pelo Pai, quando serão efetivamente chamados para a salvação. “Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fossemos justificados” Gl 3.23,24.
    Ainda segundo as Escrituras, algumas figuras que representam a Igreja no plano espiritual como, por exemplo, corpo e edifício, pode-se extrair que a Igreja compõe-se de um determinado número de pessoas e que só essas pessoas é que fazem parte da Igreja e nenhuma outra. Quando Jesus vier à segunda vez, virá para buscar a Igreja na sua expressão universal. Todos os membros dessa Igreja subirão no dia do arrebatamento para se encontrar com o Senhor nos ares, e assim estarão para sempre Ele (1 Ts 4.15-17).    
                   Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Creio no Espírito Santo

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
      O Credo Apostólico dá uma ênfase grande a Cristologia como vimos nos boletins anteriores, mas também contempla a Pneumatologia (a doutrina do Espirito Santo), mesmo que de forma sucinta: “Creio no Espirito Santo”.
    O Credo Apostólico é Trinitário, pois professa a sua fé em Deus Pai, no Filho de Deus Jesus Cristo e no Espirito Santo. “Creio em Deus Pai;... Creio em Jesus Cristo seu único Filho;... Creio no Espirito Santo;...”
   As Sagradas Escrituras nos revelam que o Deus verdadeiro é uno em essência, mas que subsiste em três pessoas distintas uma das outras, e possuídas dos mesmos atributos. Assim podemos afirmar com segurança que o Pai é Deus, que o Filho é Deus e que o Espirito Santo é Deus, não são três deuses, mas um único Deus verdadeiro composto de três pessoas distintas.
   A seção que iremos tratar neste artigo é sobre o Espirito Santo. Segundo as Escrituras o Espirito Santo procede do Pai e do Filho, é aquilo que conhecemos como a  processão do Espirito Santo. (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7).
   Que o Espírito Santo é Deus não se tem dúvida, se temos a Bíblia como verdadeira. A Ele é atribuída à obra da criação, portanto possuidor do atributo da Onipotência. “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espirito de Deus se movia sobre a face das águas” Gn 1.2. “O Espirito de Deus me fez, e a inspiração do Todo- poderoso me deu vida” Jó 33.4. Ele também é Onisciente, ou seja, conhece  todas as coisas. “Mas Deus no-las  revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” 1 Co 2.10.  O Espirito também é Onipresente, ou seja, está em todos os lugares do Seu domínio ao mesmo tempo. “Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua face” Sl 139.7. O Espirito Santo ainda é um ser pessoal, uma personalidade. Lembramos que o que caracteriza uma personalidade são três coisas importantes: inteligência, vontade e emoções, e o Espirito Santo tem essas qualidades, senão vejamos: 1) Inteligência – “Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus” 1 Co 2.11. Foi Ele quem inspirou as Sagradas Escrituras (2 Pe 1.19-21); 2) Vontade – “E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espirito de Jesus não permitiu” At 16.7. (Veja ainda At 16.6; 13.2); Emoções – “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estás selados para o dia da redenção” Ef 4.30. (Veja ainda Tg 4.5).
    É o Espirito Santo que está dando continuidade à obra que Jesus começou neste mundo. Ele foi enviado pelo Pai e pelo Filho para convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8-11). Ele foi dado à Igreja para ser o seu Consolador e Parácleto (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7). O Espirito Santo também concede poder a Igreja para testificar do Evangelho de Cristo. (Jo 15.26; Lc  24.49; At 1.8; 4.31). Ele ainda tem um ministério didático que é o de ensinar as coisas de Deus e de lembrar aquilo que Jesus ensinou a Igreja (Jo 14.26). O Espírito também guia o povo de Deus em toda a verdade (Jo 16.13). O Espírito ainda concede dons espirituais aos servos de Deus para a promoção do seu crescimento espiritual, para a edificação da Igreja. “Mas um só e o mesmo Espirito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer” 1 Co 12.11. (Veja ainda 12.7).  O Espírito também produz no crente genuíno o fruto do Espirito, conforme revelado em Gl 5.22. “Mas o fruto do Espirito é amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. A produção desse fruto é a prova evidente de uma vida cheia do Espírito.
    Irmãos, o Espirito Santo, sendo Deus que é, deve ser adorado, honrado e venerado por todos os que professam a fé em Cristo. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti