sexta-feira, 28 de julho de 2017

As Aparições do Cristo Ressurreto (Mc 16.9-20)

Reflexões no Evangelho de Marcos As Aparições do Cristo Ressurreto (Mc 16.9-20) O Senhor Jesus morreu na cruz, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia conforme o programa redentor. Depois de ressurreto, o Senhor ascendeu aos céus e assentou-se a destra de Deus, mas antes de sua ascensão, que aconteceu quarenta dias depois de ressurreto, Jesus apareceu com o corpo glorificado aos seus discípulos tirando-lhes todas as dúvidas sobre a sua ressurreição. O Evangelho de Marcos termina com um relato sucinto das aparições de Jesus, senão vejamos: Primeiramente ele apareceu a Maria Madalena, que anunciou de imediato aos onze apóstolos que, segundo Marcos, não acreditaram nela. Depois apareceu a dois discípulos no caminho de Emaús, relato esse pormenorizado por Lucas em seu evangelho. O testemunho desses dois também não foi acreditado pelos onze. “Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado”. Mc 16.14. Continuando, diz-nos ainda Marcos, o Senhor deu-lhes a grande comissão: “E disse-lhes: Ide por todo o mudo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” Mc 16.15,16. Em seguida o Senhor revelou-lhes alguns sinais que acompanhariam a pregação do Evangelho por eles. “E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão”. Terminando o seu evangelho, Marcos diz que Jesus ascendeu aos céus, assentou-se a destra de Deus, e que Ele cooperava com a pregação do Evangelho confirmando-a com os sinais citados. Eudes Lopes Cavalcanti

A Ressurreição de Jesus (Mc 16.1-8)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Ressurreição de Jesus (Mc 16.1-8) Marcos começa o seu relato sobre a ressurreição de Cristo informando que três mulheres discípulas de Jesus (Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, e Salomé) tinham comprado aromas para ungir o corpo do Senhor, isto no primeiro dia da semana (domingo), mas estavam preocupadas quanto à remoção da pedra que tapava a entrada do sepulcro. Ao chegarem ao sepulcro viram que a pedra já fora removida e o túmulo estava aberto, vazio, o corpo de Jesus não se encontrava lá. Entrando no sepulcro viram um anjo de Deus assentado, vestido com uma roupa comprida e branca. Atemorizadas ouviram da boca do mensageiro celeste a gloriosa mensagem da ressurreição de Cristo: “... Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis o lugar onde o puseram” Mc 16.6. Em seguida o anjo do Senhor diz para elas irem anunciar aos discípulos principalmente a Pedro que Jesus iria adiante deles para a Galiléia e lá o veriam. As três mulheres saíram assustadas do sepulcro e foram para a cidade sem nada dizer a ninguém, pois estavam possuídas de temor e assombro. A ressurreição de Cristo já fora vaticinada por Davi no Salmo 16.8-11. De acordo com o programa redentor, a morte de Jesus na cruz era um fato determinado por Deus bem como a sua ressurreição, pois no sermão pregado por Pedro no dia de Pentecostes em Jerusalém, e que está registrado em Atos 2, nos é dito que era impossível por causa da palavra profética de Davi no Salmo citado que Jesus fosse retido pela morte. “Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” At 2.24. A cruz (a morte de Cristo) e o túmulo vazio (a ressurreição de Cristo) são os pilares do Evangelho de Cristo, as boas novas de salvação do pecador perdido. Eudes Lopes Cavalcanti

A Sepultura de Jesus (Mc 15.42-47)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Sepultura de Jesus (Mc 15.42-47) No seu relato, o evangelista Marcos nos diz que chegado à tarde da sexta-feira santa, véspera do sábado judaico, um dos membros do Sinédrio chamado José de Arimatéia, que não tinha consentido na condenação de Jesus, dirigiu-se ousadamente a Pilatos, procurador representante de Roma na Judéia, e pediu a liberação do corpo de Jesus que tinha morrido na cruz e se encontrava pregado ainda nela. Pilatos ficou perplexo que Jesus já tivesse morrido, pois tudo indica que o supliciado à crucificação demorava a morrer, e após ouvir do centurião que comandara aquele triste evento que realmente ele estava morto, liberou o corpo do Senhor que foi descido da cruz e envolvido num lençol de linho fino providenciado por Arimatéia. Em seguida, Arimatéia que era um dos discípulos de Jesus, ainda que oculto por medo dos seus pares do Sinédrio depositou o corpo de Jesus num sepulcro de sua propriedade escavado numa rocha e o fechou com uma pedra. Segundo Marcos, duas mulheres observaram aonde o corpo do Senhor fora sepultado, uma era Maria Madalena e a outra Maria, mãe de José. Observando os detalhes desse fato conforme o relato de Marcos, percebemos quão grande foi a reverência e o desvelo de Arimatéia em providenciar lençóis para envolver o corpo do Senhor bem como ceder o sepulcro de sua propriedade a fim de lhe proporcionar um sepultamento decente, honroso. O sepultamento do corpo de Jesus num sepulcro de um homem rico que bondosamente o tinha liberado para aquela finalidade fora o cumprindo de uma palavra profética de Isaías: “E puseram a sua sepultura... com o rico na sua morte;...” Is 53.9. No estudo da Cristologia o sepultamento de Cristo é o último estágio do Seu Estado de Humilhação (Encarnação, Sofrimentos, Morte e Sepultamento). Eudes Lopes Cavalcanti

A Crucificação de Jesus (Mc 15.21-41)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Crucificação de Jesus (Mc 15.21-41) Depois de vilipendiado pelos soldados da guarnição romana, o Senhor Jesus foi levado para ser crucificado. Como era costume, o condenado a morte levava a sua própria cruz para o lugar de crucificação (a haste menor). (A haste maior já se encontrava no local da crucificação). Na caminhada Jesus não aguentou o peso do madeiro e foi auxiliado, a mando dos soldados, por um homem chamado Simão Cireneu. Pregado Jesus na cruz, os soldados tentaram dar-lhe um entorpecente para diminuir as suas dores, mas Ele o recusou. As vestes de Jesus foram repartidas entre os soldados e sua túnica sorteada entre eles. Marcos nos diz que a crucificação foi na hora terceira (nove horas da manhã). Na haste superior colocaram uma placa com a sua acusação: O Rei dos Judeus. Dois malfeitores foram crucificados com Jesus, um a sua direita e o outro a esquerda. Os transeuntes e os sacerdotes zombavam dele e o insultavam. Chegada a hora sexta (doze horas) houve trevas até a hora nona (três horas da tarde). Na hora nona Jesus clamou: Eloí, Eloí lama sabactani? Que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes? Um dos soldados embebeu uma esponja com vinagre e pô-la num caniço e a chegou à boca de Jesus e Ele provando o vinagre, exclamou: Está consumado, e dando um grande brado, expirou. Marcos nos diz que o véu do templo de Jerusalém se rasgou em duas partes, de alto a baixo. Marcos nos diz também que o centurião, o militar que comandava a crucificação, vendo como Jesus morrera, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus. Observando o drama do Calvário, estavam algumas mulheres, dentre elas Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, o menor e de José, e Salomé, mulheres essas que eram seguidoras de Jesus e o serviam em seu ministério. Eudes Lopes Cavalcanti

Jesus perante Pilatos (Mc 15.1-20)

Reflexões no Evangelho de Marcos Jesus perante Pilatos (Mc 15.1-20) Depois de julgado e condenado a morte pelo tribunal judaico, Jesus foi entregue ao poder secular de Roma imperial para ser julgado por Pilatos, considerando que só Roma autorizava a pena máxima para os habitantes das nações sob o seu controle. Os líderes religiosos de Israel mudaram, astutamente, a acusação de Jesus da reivindicação de Filho de Deus para a pretensa reivindicação de Jesus ao reino de Israel, competindo assim com César. É por isso que o texto de Marcos nos diz que Pilatos perguntou a Jesus se ele era o rei dos judeus. Em resposta Jesus disse a Pilatos: “tu o dizes”. Então Pilatos perguntou a Jesus porque ele não se defendia das acusações feitas pelos líderes judaicos. Jesus ficou em silencio e isso admirou a Pilatos. Como era costume dos romanos na época da Páscoa soltar um criminoso judeu, qualquer um que o povo pedisse, Pilatos perguntou a quem eles queriam que fosse solto, se Jesus ou um bandido chamado Barrabás, pois Pilatos como hábil politico que era percebeu que Jesus tinha sido entregue a ele por inveja. Pilatos ainda tentou salvar Jesus da morte, perguntando aos presentes que mal ele fizera para ser condenado à morte, mas devido à pressão do povo que exigia a crucificação de Jesus, ele a contragosto soltou Barrabás e entregou Jesus a guarnição romana para ser crucificado. Aí a guarnição começou uma terrível obra de humilhação a Jesus, açoitando-o, vestindo-o de púrpura, colocando uma coroa de espinhos sobre a sua cabeça e diziam zombando: “Salve, Rei dos Judeus”, bateram em sua cabeça com uma cana, cuspiram nele, e postos de joelhos, zombaram fingindo uma adoração ao Senhor. Depois lhe despiram a túnica, e o vestiram com as suas vestes e o levaram para fora para ser crucificado. Eudes Lopes Cavalcanti

Pedro nega a Jesus (Mc 14.66-72)

Reflexões no Evangelho de Marcos Pedro nega a Jesus (Mc 14.66-72) Quando da prisão de Jesus todos os apóstolos fugiram, cumprindo-se a profecia que o Senhor citara, que dizia que ferindo o pastor as ovelhas se dispersariam (Zc 13.7), mas Pedro e João foram discretamente ao julgamento de Jesus diante do Sinédrio israelita. Como fazia frio naquela madrugada, foi acesa uma fogueira no pátio e lá estava Pedro se aquentando junto com os outros. Foi lá que se deu, segundo o relato de Marcos, a primeira negação de Pedro de que conhecia o Senhor. Uma criada o vira e aproximando-se dele disse que o tinha vista junto a Jesus numa outra ocasião. Pedro o negou prontamente, dizendo: “Não o conheço, nem sei o que dizes”. Ao sair do alpendre, diz-nos Marcos, que o galo cantou pela primeira vez. A criada insistiu outra vez dizendo que tinha visto Pedro junto com Jesus, e ele continuou negando que O conhecia. Diz-nos o evangelista Marcos que as pessoas que ali estavam também disseram que Pedro verdadeiramente era um dos discípulos de Jesus, porque também era da Galiléia. “Verdadeiramente tu és um deles, porque és também Galileu”. Essa acusação levou a Pedro a negar outra vez a Jesus. Pela terceira vez Pedro negava que conhecia ao Senhor com quem convivera diariamente três anos. Nessa terceira negação o galo cantou novamente, cumprindo-se as palavras de Jesus que dissera: “... Antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás” Mc 14.30. Quando o galo cantou pela segunda e última vez, Pedro lembrou-se das palavras do Senhor, e saiu dali chorando amargamente. A última negação de Pedro foi acompanhada de praguejamento, ou seja, ele invoca sobre si várias pragas se não estivesse dizendo a verdade. É como se ele tivesse dito: Que Deus faça isto ou aquilo comigo se eu for discípulo de Jesus. Eudes Lopes Cavalcanti

Jesus perante o Sinédrio (Mc 14.53-65)

Reflexões no Evangelho de Marcos Jesus perante o Sinédrio (Mc 14.53-65) O evangelista Marcos, como os outros evangelistas, relata que após a sua prisão, o Senhor foi levado para ser interrogado pelo Sinédrio, a suprema corte israelita composta de 70 membros, presidida pelo Sumo Sacerdote, na época Caifás. Marcos não registrou o que outro evangelista fez que foi que, antes de ser levado para o Sinédrio, Jesus foi interrogado por Anás, sogro de Caifás, que tinha sido sumo sacerdote antes dele. No interrogatório de Jesus no Sinédrio Ele é acusado falsamente por muitos, inclusive um deles dizendo que Jesus iria destruir o templo de Jerusalém e reconstruí-lo em três dias. Marcos nos revela que nenhum desses testemunhos tinha consistência. O sumo sacerdote levantou-se na assembleia e perguntou a Jesus porque Ele não rebatia as acusações feitas, mas Jesus calou-se diante de todos. Em dado momento do julgamento, o sumo sacerdote fez uma pergunta a Jesus que foi o ponto central daquele julgamento: “És tu o Cristo, Filho do Deus Bendito?”. Jesus que tinha consciência de quem realmente era, respondeu com segurança: “Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direta do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu” Mc 14.62. Essa resposta o condenou a morte porque foi considerada pelo Sinédrio como uma blasfêmia, pois ali estava um homem dizendo que era o Deus Filho. O sumo sacerdote dispensou outras possíveis testemunhas e perguntou ao plenário o que achava da questão, e o plenário unanimemente considerou Jesus culpado de morte. Após essa terrível sentença, o texto sagrado nos diz que os sinedritas começaram a cuspir em Jesus, cobriram-lhe a cabeça e o esbofeteavam, dizendo: Profetiza. Os servidores do Sinédrio aproveitaram a situação para também esbofetear a Jesus. Eudes Lopes Cavalcanti

A prisão de Jesus (Mc 14.43-52)

Reflexões no Evangelho de Marcos A prisão de Jesus (Mc 14.43-52) No Getsêmani, logo após o momento de oração de Jesus, Judas Iscariotes, o traidor, levando consigo um grupo de levitas que fazia a guarda do templo identificou o Senhor Jesus dando-lhe um beijo conforme combinado com a guarda, e Ele é aprisionado por eles. O texto sagrado nos diz que um dos discípulos de Jesus (Pedro) sacando da espada cortou uma orelha do servo (Malco) do sumo sacerdote. No momento de sua prisão no Getsêmani, Jesus fez a seguinte pergunta aos seus algozes: “E, respondendo Jesus, disse-lhes: Saístes com espadas e porretes a prender-me, como a um salteador? Todos os dias estava convosco ensinando no templo, e não me prendestes; mas isto é para que as Escrituras se cumpram” Mc 14.48,49. Essa prisão na quinta-feira da semana santa foi feita a noite, longe do olhar do povo, conforme os líderes religiosos de Israel tinham combinado para que não houvesse tumulto no meio dele. Na censura feita por Jesus em forma de pergunta àqueles homens, Ele disse que aquilo que eles vieram fazer armados, era como se fosse prender um perigoso bandido e Ele não era isso. Disse ainda o Senhor que o que estava acontecendo era um cumprimento profético. Em seguida, o texto sagrado diz que após a prisão de Jesus, os seus discípulos fugiram. Essa debandada geral dos discípulos do Senhor naquele momento de crise na vida de Jesus era também um cumprimento da profecia de Zacarias (Zc 13.7): Ferirei o pastor e as ovelhas se dispersarão. A guarda que levava Jesus preso aos seus mandantes era acompanhada discretamente por um jovem (João?) envolto em um lençol. Marcos nos diz que lançaram a mão para prendê-lo, mas ele desvencilhando-se deles, largou o lençol e fugiu só com a roupa de baixo. Eudes Lopes Cavalcanti

PREGAÇÃO PASTOR EUDES - 02/07/17

CRISTO NA BÍBLIA - JOÃO (O CRISTO, O FILHO DE DEUS)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) JOÃO – O CRISTO, O FILHO DE DEUS João, filho de Zebedeu e irmão de Tiago, foi o apóstolo preferido de Jesus. Ele teve juntamente com Pedro e Tiago seu irmão o privilégio de presenciar três momentos memoráveis do ministério de nosso Senhor Jesus Cristo (A ressurreição da filha de Jairo, a transfiguração de Cristo, e o momento da agonia de Jesus no Getsêmani). João produziu cinco livros canônicos (Evangelho de João, 1, 2 e 3 João e Apocalipse). Foi o único dos apóstolos, segundo a tradição que não foi martirizado. O seu Evangelho é um evangelho diferenciado dos outros três primeiros. Ele segue os sinóticos somente na fase final do ministério de nosso Senhor Jesus. A ênfase do mesmo é apresentar Jesus como o Filho de Deus (a segunda pessoa da Santíssima Trindade), enquanto Mateus apresenta Jesus como o Rei de Israel, Marcos, como o Servo, e Lucas como o Filho do homem. Ele foi escrito para combater uma heresia que grassava nas igrejas da época, negando a Deidade de nosso Senhor Jesus Cristo. Logo no prólogo do seu livro João apresenta a Deidade de Cristo, como o Verbo divino. No versículo quatorze do capítulo 1 João nos revela que o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Ainda nesse Evangelho encontramos sete sinais (A Transformação da Água em Vinho; A Cura do Filho de um Oficial do Rei; A Cura do Paralítico de Betesda; A Multiplicação dos Pães; A Cura do Cego de Nascença; A Ressurreição de Lázaro; A Pesca Milagrosa) e sete discursos proferidos por nosso Senhor Jesus Cristo (Sobre o Novo Nascimento; Sobre a Adoração; Sobre o Filho de Deus, igual ao Pai; Sobre o Pão da Vida; Sobre a Água da Vida; Sobre a Luz do Mundo; Sobre o Bom Pastor). Também nesse Evangelho Jesus faz sete declarações dizendo: “Eu sou”. João nos diz que esses sinais foram escritos para levar as pessoas à fé em Jesus como o Cristo, o Filho de Deus (Jo 20.31). Como particularidade, o Evangelho de João é o único que detalha a restauração do apóstolo Pedro através do Cristo ressurreto, antes de sua ascensão aos céus, bem como um milagre que Jesus fez depois de ressurreto, que foi a pesca de cento e cinquenta e três grandes peixes numa única rede, e essa não se rompeu como era natural numa pescaria quando envolvia uma grande quantidade de peixes. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti