quinta-feira, 28 de abril de 2016

A Questão do Jejum (2.18-22)

A Questão do Jejum (2.18-22) Depois do relato da chamada de Levi para o ministério apostólico, Marcos trata de uma questão levantada pelos remanescentes discípulos de João Batista e os fariseus contra os discípulos do Senhor, pelo fato desses últimos não estarem observando o dia de jejum. (Naquela época alguns judeus religiosos observavam um dia de jejum na semana). Essa observação deu ensejo a Jesus dizer-lhes que os seus discípulos não tinham necessidade de observar essa tradição religiosa porque Ele estava ao lado deles suprindo-lhes as necessidades, e contou-lhe uma parábola que explicava isso, que foi a questão da presença do noivo e de seus amigos convidados para as núpcias. Enquanto o noivo, Jesus, estivesse presente, os convivas, seus discípulos, não tinham necessidade de jejuar, mas quando Ele, Jesus, não estivesse mais com eles, jejuariam (Mc 2.19,20). Para consolidar o seu posicionamento sobre essa questão, Jesus contou-lhes a parábola do remendo novo em pano velho e do vinho novo em odre velho, onde o novo não se adequaria ao velho, significando que os preceitos da tradição judaica cabiam na antiga dispensação, mas não se adequariam a nova vida de alegria e felicidade proporcionada pelo Evangelho de Cristo. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

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