sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Creio na concepção de Jesus Cristo pelo Espírito Santo

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual  foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Dando continuidade ao estudo do Credo Apostólico no que se refere à Cristologia, neste boletim iremos tratar da concepção sobrenatural de Jesus Cristo, de sua natureza humana, pois o Credo professa isso: Creio em Jesus Cristo, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo.
   Deus ao criar o ser humano lhe deu a capacidade de se reproduzir. A reprodução humana acontece com a fecundação de um óvulo que é peculiar da fêmea por um espermatozoide fornecido pelo macho. Quando um espermatozoide fecunda um óvulo começa, a partir daí, uma nova vida, um novo ser humano que vai se formando, e aos nove meses, nasce homem ou mulher (acontece eventualmente um nascimento prematuro, antes dos nove meses).
    Tratando-se de Jesus Cristo o Credo professa o que realmente se encontra nas Sagradas Escrituras, que Ele foi gerado de uma forma sobrenatural pelo Espirito Santo. De uma forma miraculosa e sobrenatural o Espirito Santo fecundou um óvulo de uma virgem chamada Maria, que tudo indica era uma descendente da casa real de Davi, como era na época o seu noivo, José.

   Os relatos bíblicos da concepção sobrenatural de Jesus por obra do Espirito Santo encontram-se nos Evangelhos de Mateus e de Lucas. No evangelho de Lucas, Maria depois de ouvir a anunciação de que ela fora escolhida por Deus para ser o instrumento humano através do qual o Messias viria a este mundo, perguntou ao anjo como se daria isso, pois era virgem, e não tivera relação sexual com homem algum. O anjo Gabriel respondeu assim: “... Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” Lc 1.35. Mateus descreve o fato, assim: “Ora o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem achou-se ter concebido do Espirito Santo. Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espirito Santo” Mt 1.18-20. Desses dois textos se extrai que na concepção de Jesus Cristo não houve a intervenção do macho, sendo Ele concebido por obra e graça do Espirito Santo, cumprindo-se o que Isaías tinha profetizado. “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel” Is 7.14. A concepção de Jesus foi sobrenatural, mas a gestação natural.
   Considerando que Maria era uma mulher pecadora como o é todo o ser humano (Rm 3.23; 5.12), podemos deduzir que de uma maneira misteriosa e miraculosa Deus santificou o ventre daquela mulher para que o Seu Filho não fosse contaminado pelo pecado de origem, pois os textos de Hb 4.15; 7.26; 1 Pe 2.22 e 1 Jo 3.5 nos revelam que Jesus era imaculado, não tinha pecado. É importante transcrever o texto de Hebreus 7.26, que diz sobre o assunto: “Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus”.
   O objetivo principal da vinda de Jesus a este mundo foi oferecer a sua preciosa vida em sacrifício pelos pecados dos homens, para livrá-los da perdição eterna, e só um homem puro, perfeito, imaculado poderia fazer com que esse sacrifício fosse aceito por Deus. Se Jesus fosse concebido pela semente fornecida por José Ele  era tão pecador quanto qualquer um de nós e jamais teria condição de oferecer um  sacrifício perfeito pelos pecados do mundo. Esta é a razão principal  de Jesus ter sido concebido pelo Espírito Santo e não por um homem.              
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Creio em Jesus Cristo, nosso Senhor

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual  foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Dando continuidade ao estudo do Credo Apostólico no que se refere à Cristologia, neste boletim iremos tratar do senhorio de Cristo, conforme professa o Credo: Creio em Jesus, seu único Filho, nosso Senhor.
   Aprouve ao Conselho da Santíssima Trindade determinar que o Filho de Deus fosse designado Senhor de tudo e de todos. “Saiba, pois, com certeza  toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” At 2.36. “Foi para isto que morreu Cristo, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos” Rm 14.9.
   A palavra Senhor nas Sagradas Escrituras quando se refere a Cristo não tem a conotação de nossa língua que é um tratamento respeitoso a quem é casado e tem idade avançada, e sim é uma referência a quem tem direitos sobre os seres humanos (direito de criação e redenção) e sobre todo o restante da criação (direito de criação).
   No Antigo Testamento duas palavras são utilizadas como Senhor quando se refere ao Deus Verdadeiro: Adonai, que significa aquele que é dono e governador de todos os homens  e Yavé que significa a mesma coisa de Adonai acrescido de que Yavé trata graciosamente com os seus servos, ou seja, Yavé é o Deus que é dono e governador de todos os homens, e que os trata com graça e misericórdia.

    Na leitura do Antigo Testamento quando encontramos Senhor (S maiúsculo) é porque no original é Adonai. Quando encontramos SENHOR (todas as letras maiúsculas) é porque traduz Yavé.
     No Novo Testamento a palavra utilizada como Senhor quando se refere a Cristo é Kyrios que significa a mesma coisa de Yavé do Antigo Testamento. Jesus é o Kyrios do Novo Testamento ou o Yavé do Antigo Testamento.
    No hino cristológico encontrado em Filipenses, Paulo após tratar do estado da humilhação de Cristo, trata do Seu estado de exaltação e nesse estado é enfatizado o Senhorio de Cristo. “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” Fp 2.9-11.
    O Senhorio de Cristo no Novo Testamento é patenteado em diversos textos. Ele é identificado como Senhor do Universo e especialmente Senhor da Sua Igreja. “O qual está a destra de Deus, tendo subido ao céu; havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potências” 1 Pe 3.22. “Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou” Jo 13.13. Isto quer dizer que Cristo tem o domínio e o controle de todas as coisas. Ele é o Senhor do Universo. No Apocalipse, por exemplo, Cristo é reconhecido como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16), estando-lhes sujeitas todas as coisas. Ele está escrevendo a História. Ele é quem  desata os sete selos do livro de Apocalipse (Ap 5; 6; 8.1) onde se encontra delineado o programa de Deus para a humanidade e para a Igreja entre a primeira e a segunda vinda de Cristo. 
     No que se refere à Igreja, o povo de Deus da nova dispensação, nada acontece na vida dos seus servos sem o consentimento do Senhor da Igreja ou mesmo sem uma ordem expressa sua. “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” Rm 8.28.
    Assim sendo,  professemos de coração a nossa fé em Cristo, curvemo-nos diante de Sua soberania,  submetamo-nos as Suas diretrizes e O sirvamos de coração, pois Jesus Cristo é o Adonai e o Yavé do Antigo Testamento e o  Kyrios do Novo Testamento. Essa é uma das razões porque Paulo cantou: “Que diremos pois a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”  Rm 8.31. 
Pr. Eudes L. Cavalcanti

sábado, 5 de outubro de 2013

Creio em Jesus Cristo, Único Filho de Deus

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual  foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Depois de professar a crença em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do Céu e da terra, o Credo Apostólico professa a crença em Jesus Cristo, e sobre isso iremos dá continuidade dissertando sucintamente sobre a Cristologia neste boletim.
  O Credo Apostólico professa a crença em Jesus como o único Filho de Deus. “Creio em Jesus Cristo, seu único Filho”. Evidentemente que a filiação por adoção que contempla aqueles que creem em Jesus Cristo não está sendo levada em consideração nessa confissão.
   No estudo da Santíssima Trindade encontramos que o Pai gerou o Filho, e que o Filho foi gerado pelo Pai, o que já vimos no boletim passado. A sentença do Credo nos fala da exclusividade do Filho. Ele é o único Ser gerado pelo Pai eterno. “Recitarei o decreto: O Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei” Sl 2.7.  Essa confissão nos ensina que o Filho é da mesma essência do Pai, e possuidor dos mesmos atributos, que o Filho é Deus. O próprio Pai declarou em duas ocasiões de forma audível que o Filho goza dessa exclusividade. Uma foi por ocasião do batismo de Jesus por João Batista. “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” Mt 3.17. A outra ocasião foi quando da transfiguração de Cristo relatada pelos evangelhos sinóticos.  “E, desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi”. Mc 9.7. (Mt 17.5; Lc 9.34,35).
  O próprio Filho de Deus tinha consciência dessa exclusividade (único Filho). Em diversas ocasiões Ele fez referência a esse assunto. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” Jo 3.16. (Unigênito segundo o Dicionário quer dizer “aquele que é o único ser gerado”). “Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já está condenado; porquanto não crê no nome do Unigênito Filho de Deus” Jo 3.18. O apóstolo João em seus escritos revelou que o Senhor Jesus era possuidor dessa exclusividade, pois o vemos declarar: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” Jo 1.14. “Nisto se manifestou a caridade de Deus para conosco; que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” 1 Jo 4.9. João Batista também cria nessa verdade, pois o vemos declarar de forma enfática o seguinte: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho Unigênito, que está no seio do Pai, esse o fez conhecer”.  
    Paulo e o escritor aos Hebreus trataram também do assunto, mas empregaram o termo “primogênito”, que quer dizer em relação a Cristo a mesma coisa (unigênito). “O qual é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” Cl 1.15. “E quando outra vez introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem” Hb 1.6.
    Essa unigenitura faz de Jesus o herdeiro de todas as coisas, segundo Hebreus (1.2): “A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo”. “tudo foi criado por ele e par ele”, disse Paulo. (Cl 1.16).
    Por causa dessa exclusividade os autores do N.T. se referiam a Cristo como o primeiro em tudo. Ele é chamado de o primogênito dentre os mortos (Cl 1.18; Ap 1.5), o primeiro a ressuscitar com um corpo glorificado, estabelecendo assim o padrão da ressurreição dos crentes falecidos (Fp 3.20,21).
    Esse assunto tem implicação na vida da Igreja que vê Jesus como o Filho Unigênito de Deus que em tudo tem a primazia. A Igreja ainda o vê como Deus Filho, coigual e coeterno com o Pai, possuidor da mesma essência do Pai que o gerou e também possuidor de todos os atributos da Deidade. “Por dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória pois a ele eternamente” Rm 11.36.              
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 28 de setembro de 2013

Creio em Jesus Cristo

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual  foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Depois de professar a crença em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do Céu e da terra, o Credo Apostólico professa a crença em Jesus Cristo, e sobre isso iremos dissertar sucintamente neste boletim.
  O Senhor Jesus Cristo sempre existiu como o eterno Filho de Deus. Ele é a segunda pessoa da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Segundo a Bíblia Sagrada, o Filho é da mesma essência do Pai e do Espírito Santo, e possui os mesmos atributos. “Eu e o Pai somos um” Jo 10.30. “... porque tudo quanto Ele (o Pai) faz, o Filho o faz igualmente” Jo 5.19. (Veja ainda Hb 1.3).
  Aprouve ao Conselho da Santíssima Trindade combinar que o Filho assumisse uma natureza humana e viesse a terra para realizar a obra redentora, morrendo na cruz do Calvário, oferecendo a sua preciosa vida para reconciliar o homem com Deus e salvá-lo da perdição eterna. “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” Jo 1.14. “O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para a nossa justificação” Rm 4.25.

   Essa encarnação deu-se através da ação do Espírito Santo que gerou o homem Jesus no ventre da bendita virgem Maria. “E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espirito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus’ Lc 1.35.       
Com a encarnação do Verbo, o Filho de Deus assumiu uma natureza humana completa, passando a possuir a partir de sua concepção duas naturezas distintas: uma humana e a outra divina unidas hipostaticamente, ou seja, as duas naturezas estão unidas em uma só pessoa sem a perda de suas propriedades características. “Há somente uma pessoa no Mediador, e essa pessoa é o imutável Filho de Deus. Na encarnação, Ele não se mudou numa pessoa humana, nem adotou uma pessoa humana. Simplesmente assumiu a natureza humana, que não se tornou uma personalidade independente, mas se tornou pessoal na pessoa do Filho de Deus. Sendo uma só pessoa divina que possuía a natureza divina desde a eternidade, assumiu uma natureza humana, e agora tem as duas naturezas. Depois de assumir uma natureza humana a pessoa do Mediador não é apenas divina, mas divino-humana; é agora o Deus-homem. É um só individuo, mas possui todas as qualidades essenciais tanto da natureza humana como da divina”  (Berkhof).
    Assim podemos dizer que Jesus é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. Os atos praticados por Jesus em seu ministério foram atos pessoais e não de uma natureza isolada, mas podemos dizer que em seus atos uma das duas naturezas se sobressaia. Por exemplo: Quando Jesus perdoava pecados era a sua pessoa que fazia isto, mas era a natureza divina que estava sendo posta em ação, pois estava perdoando pecado como Deus e não como homem. Quando Jesus se alimentava era a natureza humana que fazia isso.
   O nome Jesus é um nome pessoal e significa salvador, e Cristo é um título e significa ungido. O seu nome completo Jesus Cristo significa Salvador Ungido. O nome Jesus foi dado por Deus quando foi anunciado o seu nascimento. Esse nome é um nome sacrossanto e está acima de todo o outro nome. “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor par a glória de Deus Pai” Fp 2.9-11.
   A crença em Jesus é imprescindível para a salvação. Ninguém pode ir para o Céu sem crer em Jesus. “... Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo,...” At 16.31.
   Assim sendo, amados, professemos de coração “Creio em Jesus Cristo”, como diz o Credo Apostólico.       
    Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 21 de setembro de 2013

Creio num Deus Criador

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Dando prosseguimento ao estudo do Credo Apostólico, iremos neste boletim dissertar sobre  Deus como o Criador de todas as coisas, pois dentre as expressões de fé do Credo encontramos aquela que diz: “Creio em Deus Pai, Todo Poderoso, Criador do Céu e da terra”.

    No estudo da Teontologia (estudo acerca do ser de Deus) temos uma seção que contempla as obras de Deus (criação, preservação e milagres). Dentre essas obras, como vimos acima, encontramos a criação. As Escrituras credita a Deus a criação dos Céus e da terra. “No principio criou Deus os céus e a terra” Gn 1.1. Nesse versículo encontramos a sentença geral e nos seguintes encontramos o detalhamento da obra criadora, Noutra Escritura nos é revelado que Deus criou tudo do nada, usando o poder de Sua palavra. “Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” Hb 11.3. Ainda noutro texto encontramos que a criação não foi só a do mundo físico, mas também a do espiritual, senão vejamos: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos Céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele” Cl 1.16.
    Quando se fala dos céus como obra da criação de Deus deve-se levar em consideração os três tipos de Céus: o céu atmosférico, o céu sideral e o Céu de Deus, o terceiro Céu, o Paraíso.
    Toda a criação de Deus revela a Sua extraordinária sabedoria, pois todo o universo funciona de acordo com leis estabelecidas pelo Criador. “O Senhor com sabedoria fundou a terra; preparou os céus com inteligência” Pv 3.19. Isso põe por terra a absurda ideia de que o universo é produto de um acaso, de um big bang. Há inclusive uma teoria diabólica que ensina que o ser humano é produto de uma evolução da espécie e não de uma criação direta de Deus.
    Quando o Logos divino nos é apresentado no prólogo do evangelho de João nos é dito que através dele, do Logos, Jesus, o Filho de Deus, toda a criação foi feita. “No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nado do foi feito se fez”. Jo 1.1-3. No texto de Colossenses encontramos que “tudo foi criado por ele e para ele”.
    Na criação, o Espírito de Deus participou ativamente dessa grandiosa obra, senão vejamos: “O Espirito de Deus me fez, e a inspiração do Todo-poderoso me deu vida” Jó 33.4. Veja ainda Gn 1.2. Isto quer dizer que toda a criação é uma obra do Deus Triúno, mas o Pai, em termos funcionais, é reconhecido como o Criador (O Pai é o Criador, o Filho é o Redentor, e o Espírito é o Santificador).
   No livro de Apocalipse encontramos uma grande celebração no Céu como reconhecimento de Deus como o Criador: “Digno és Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas” Ap 4.11.
   A criação nos fala de Deus. A isso chamamos de revelação natural, a revelação de Deus através da natureza. No livro de Romanos nos é dito que o homem não tem desculpa diante de Deus quando não acredita NELE nem o cultua como Deus. “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis”. Rm 1.20.   
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Creio em Deus Pai, Todo Poderoso

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Dando continuidade ao estudo do Credo Apostólico, neste boletim iremos falar um pouco sobre Deus como Todo-Poderoso. No estudo da Teontologia (estudo acerca do ser de Deus) descobrimos que Ele é possuidor de diversos atributos (características distintivas do ser de Deus) que são conhecidos como atributos naturais ou incomunicáveis e atributos morais ou comunicáveis. Dentre os atributos naturais de Deus, aqueles que são exclusivos dele, e que Ele não compartilhou com a sua criação, encontramos o atributo da Onipotência.
  A palavra onipotência é composta de duas palavras latinas omni (todo) e potentia (poder) e significa todo o poder, toda a autoridade, capacidade de fazer tudo. Esse atributo de Deus quer dizer que Ele é Todo Poderoso, tem todo o poder, capaz de fazer tudo o que lhe apraz. As Escrituras nos revelam essa grande verdade, que Deus é Todo Poderoso, creditando-Lhe a criação de todas as coisas a partir do nada, o que veremos no próximo boletim.

   No livro de Gênesis, quando Deus se revelou a Abraão Ele o fez como o Deus Onipotente, senão vejamos: “Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos apareceu o Senhor a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê perfeito” Gn 17.1. Quando Deus afunilou a promessa de conceder uma grande descendência humana a Abraão sendo ele já idoso e Sara sua mulher, além de ser idosa, era também estéril, Sara no seu íntimo pontuou algumas impossibilidades, o que fez Deus lhe revelar algo mais de Sua onipotência: “haveria coisa alguma difícil para o Senhor?...” (Gn 18.9-14). Em diversos outros textos bíblicos encontramos, tanto no A.T. como no N.T., esse precioso ensino sobre a onipotência de Deus (Ex 6.3; Rt 1.20; Jó 5.17; Mt 26.64; Mc 14.62; Ap 1.8;...).
  Ao Senhor Jesus Cristo, como eterno Filho de Deus, como a segunda pessoa da Santíssima  Trindade, é conferido também esse atributo, pois assim encontramos nas Escrituras: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra” Mt 28.18.  No livro de Apocalipse encontramos outra Escritura que fala sobre o assunto: “Eu sou o alfa e o Ômega, o principio e o fim, diz o Senhor, que é, que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” Ap 1.8.
  Esse atributo de Deus traz para a vida do Seu povo, a Igreja, diversas implicações, tais como: Deus salva da perdição eterna através de Jesus os crentes, removendo-lhe a culpa do pecado (Ef 1.7); Deus ressuscitará os mortos, dando aos crentes em Cristo um corpo glorificado e aos não crentes corpos especiais para suportarem a eternidade (1 Co 15.51-54; Jo 5.28,29); Deus fez, faz e fará maravilhas em favor de Seu povo (Gl 3.5); Deus criará no devido tempo novos céus e nova terra (2 Pe 3.12,13);  Deus abre caminho onde não há caminho (Ex 14.21); Deus dá a vida e a tira quando achar conveniente (1 Sm 2.6); Deus dará curso ao Seu programa eterno em todas as suas etapas e ninguém pode impedir que isso aconteça (Is 34.16); enfim, Deus é capaz de tudo. Assim sendo, curvemo-nos diante desse Glorioso Deus, confiemos nEle e O sirvamos de todo o coração. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 7 de setembro de 2013

Creio em Deus Pai

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Dando continuidade ao estudo do Credo Apostólico, neste boletim iremos falar um pouco sobre a paternidade de Deus, pois o Credo declara a crença de Deus como Pai. “Creio em Deus Pai”.
  Quando se trata da paternidade de Deus temos que levar em consideração duas coisas. Primeiro é a que trata de Deus como Pai de Jesus. Na Teologia Sistemática encontramos que o Pai gerou o Filho, e o Filho foi gerado pelo Pai. Essa geração não é aquela que ocorreu no ventre de Maria por obra e graça do Espírito Santo. No livro de Salmos (Sl 2.7) encontramos o Pai declarando que o Filho foi gerado por Ele. “Recitarei o decreto: O Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei”. Esse hoje é um hoje atemporal, é o hoje eterno de Deus. Que esse texto é cristológico não temos dúvidas, pois é aplicado a Cristo no livro de Hebreus em duas ocasiões (Hb 1.5; 5.5). O próprio Jesus, em diversas ocasiões, declarou a Sua filiação divina (Jo 5.17,20,37, etc). Assim fizeram também os apóstolos de Jesus (Gl 4.4; 2 Pe 1.17; 1 Jo 1.3, etc.).

    A outra área que queremos enfatizar sobre a paternidade de Deus é aquela definida no Seu programa eterno, de receber como filhos adotivos aquelas pessoas que creem em Seu Filho Jesus Cristo. Eis aí uma das mais extraordinárias revelações encontradas no Novo Testamento. Deus graciosamente resolveu se constituir Pai daqueles que tem fé em Jesus. “Mas a todos quanto o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no seu nome” Jo 1.12. Paulo, apóstolo, também fala sobre o assunto em suas cartas aos Romanos, aos Gálatas e aos Efésios. “E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade” Ef 1.5. “Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama; Abba, Pai. Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo” Gl 4.5-7. (Veja ainda Rm 8.15-17).
   A paternidade de Deus tem profundas implicações na vida de seus filhos adotivos. O Pai Celeste tem direito sobre nós em tudo, inclusive de nos disciplinar, quando infringimos as suas diretrizes. “E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, e não desmaies quando por ele fores repreendido; Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho” Hb 12.5,6.
    Essa paternidade quer dizer que temos em Cristo intimidade com Deus a ponto de poder chamá-lo de “Abba, Pai”. Essa expressão denota uma extraordinária intimidade e pode ter o significado em nossa língua de papai, paizinho.
    A paternidade de Deus também nos garante o Seu cuidado (1 Pe 5.7), a Sua proteção (2 Ts 3.3), as Suas provisões (Fp 4.19), e a posse, no devido tempo, de uma herança inaudita nos Céus reservada para nós (1 Pe 1.4).
    Assim sendo, curvemo-nos diante de nosso Pai Celeste e vivamos de acordo com a sua vontade, que é boa, perfeita e agradável, pois só assim seremos felizes neste mundo e na eternidade.
                        Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 31 de agosto de 2013

Creio em Deus


Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   Dando continuidade ao estudo do Credo Apostólico, neste boletim iremos dissertar um pouco sobre o primeiro objeto da declaração do Credo, que é Deus: “Creio em Deus”.
   As Sagradas Escrituras não faz nenhuma apologia sobre a existência de Deus. Ela declara de forma peremptória, na sua primeira sentença (No principio criou Deus o céu e a terra), a existência de Deus como certa e real. O mesmo acontece no prólogo do Evangelho de João: “No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

   Aprouve a esse Deus autoexistente, por sua bondade e graça, se revelar a Si mesmo através das coisas que foram criadas por Ele, que chamamos de revelação geral ou natural. “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” Sl 19.1. (Veja ainda Rm 1.18-20). Deus ainda se revelou através das Sagradas Escrituras, que chamamos de Revelação Especial. Nessa revelação Deus revelou, até aonde queria nos revelar, o Seu ser, o Seu caráter, os Seus atributos e a Sua vontade. Conhecemos de Deus aquilo que está revelado na Bíblia Sagrada, e essa revelação nos diz que Deus em sua essência é espirito, infinito, eterno, autoexistente, imutável, imensurável, etc. Essa revelação, no que refere ao caráter de Deus, diz que Ele é amor, santidade, justiça e verdade. No que se refere aos seus atributos a Bíblia nos revela que Deus é possuidor de características peculiares, exclusivas dEle, tais como Infinitude, Imutabilidade, Onipotência, Onisciência, Onipresença, etc (atributos naturais ou incomunicáveis). Outros atributos de Deus tais como amor, justiça, verdade e santidade (atributos morais ou comunicáveis) Ele compartilhou, em certa medida, com o homem que foi criado a Sua imagem e semelhança. No que se refere à vontade de Deus, a Bíblia nos revela o que Deus requer de nós seres humanos. Diz ela que Ele estabeleceu um código de ética para a nossa vida, o qual cumprindo o homem agrada a Deus e é feliz. Ainda em relação à vontade de Deus deve-se enfatizar a questão da vontade salvífica, ou seja, a vontade de Deus em querer que todos os homens eleitos sejam salvos, através da obra meritória do Seu Filho Jesus Cristo (1 Tm 2.4).  Deus ainda revela através da Bíblia (A.T.) os Seus nomes: El, Elyon, Elohim, Shaddai, Adonai e Javé (SENHOR), este último o mais sagrado de todos. No N.T. Deus revelou-se como Théos, Pater e Kurios (Senhor).
    Assim sendo, creiamos de coração nesse Deus revelado na Bíblia Sagrada, pois só assim seremos felizes neste mundo e na eternidade.       
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

Creio


Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
   O Credo apostólico começa com a declaração “Creio”. A palavra Crer, do latim credere, significa, em suma, acreditar e aceitar como verdadeiro aquilo que se diz de algo ou de alguém, independente de se ter provas materiais para tanto. Do ponto de vista teológico, crer significa acreditar nas verdades declaradas nas Sagradas Escrituras e aceitá-las de coração como verdades de Deus.
  Segundo a Bíblia Sagrada Deus, no seu programa eterno, determinou que a fé fosse o instrumento que a pessoa deve utilizar para se relacionar adequadamente com Ele.

 “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” Hb 1.6. Observem no texto acima que o grande objeto da fé é o próprio Deus, Deus esse revelado nas Sagradas Escrituras como o Deus verdadeiro, Vivo e Todo Poderoso. Observem ainda que o crente nesse grande e glorioso Deus deve acreditar também que Ele é quem dispensa as inumeráveis bênçãos dos Céus sobre os que creem nEle, desde que eles O busquem de coração.
    A Bíblia nos apresenta uma galeria de heróis da fé no capítulo 11 da Carta aos Hebreus, onde estão relacionados os nomes de homens e mulheres famosos que viveram no passado e ousaram crer de coração nesse Deus maravilhoso, Triúno. Observem ainda que essa fé foi vivenciada por eles e evidenciada na produção de inumeráveis feitos, conforme registrados no Cânon Sagrado.
    Trazendo o assunto para a experiência da Igreja da atualidade devemos considerar que, assim como foi no passado, a crença não é só algo abstrato, mas também algo que deve ser vivenciado e compartilhado com outrem, a fim de que eles possam acreditar nas verdades que nós acreditamos, e serem objetos também das graciosas bênçãos que Deus dispensa a quem nEle crê. Aconteceu isso com a mulher samaritana que, após ter um encontro com Cristo, compartilhou a sua crença com seus conterrâneos, levando-os a fé em Cristo e a serem abençoados por Ele.
                             Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 

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