quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A Questão do Divórcio (10.1-12)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Questão do Divórcio (10.1-12) Em certa ocasião, quando Jesus estava na Judéia ensinando a uma multidão, aproximaram-se dele alguns fariseus, que lhe perguntaram se era lícito ao homem repudiar a sua mulher. Jesus perguntou a eles o que a lei mosaica dizia sobre o assunto, e eles responderam que ela permitia que o homem desse carta de divórcio a sua mulher. Essa reposta ensejou a Jesus explicar que Moisés fizera aquilo por concessão devido à dureza do coração do homem. Em seguida, o Senhor Jesus reinterpretando a lei, reporta-se ao princípio da criação quando o Criador uniu o primeiro casal e disse que a partir dessa união os dois seriam uma só carne, e diz que o que Deus ajuntou não o separe o homem. Em casa, respondendo aos seus discípulos, Jesus disse: “... Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido e casar com outro, adultera” Mc 10.11,12. É bom lembrar que o adultério é coisa grave aos olhos de Deus e que na antiguidade era punido com a morte por apedrejamento. No texto correlato do Evangelho escrito por Mateus (Mt 19.9), o Salvador ensinou que o casamento pode ser desfeito pela parte inocente caso seu parceiro tenha tido relações sexuais fora do casamento. Mais na frente, o Espírito Santo usando Paulo complementa a questão sobre a dissolubilidade do matrimônio com a morte de um dos cônjuges (Rm 7.2,3), ou ainda por deserção irreversível, ou seja, o descrente não quiser viver com o crente por causa da fé em Cristo (1 Co 7.12-16). Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

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