sábado, 17 de agosto de 2019


PERGUNTA 15. Qual foi o pecado pelo qual nossos primeiros pais caíram do estado em que foram criados? R. O pecado pelo qual nossos primeiros pais caíram do estado em que foram criados foi o comerem do fruto proibido. Ref. Gn 3.12-13; Os 6.7. Nosso Comentário: Quando Deus criou o homem o colocou no jardim do Éden, um lugar paradisíaco, com tudo o que o homem e a mulher precisavam para viver uma vida feliz, mas o melhor de tudo era a presença de Deus naquele local, todos os dias na sua viração. “E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, da banda do Oriente, e pôs ali o homem que tinha formado” Gn 1.8. “E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e escondeu-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim”. Gn 3.8. Quando Deus colocou o homem e a mulher no Éden para o cultivar e o guardar Ele deu ao homem, a seguinte ordem: “... E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Gn 2.15-17. No capitulo 3 de Gênesis encontramos Satanás tentando o homem, enganando-o e fazendo-o pecar contra Deus. De sorte que quando o homem pecou ao comer do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal transgrediu contra Deus, e pecou atraindo sobre si e sobre os seus descentes a morte nas dimensões espiritual, física e eterna. Além disso o pecado corrompeu a natureza humana do homem.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


A escolha de Matias (Atos 1.15-26)
O Senhor Jesus, escolheu doze homens (Mc 3.13) a quem chamou de apóstolos (Lc 6.13), que significa enviado, para dar continuidade ao ministério de pregação do Evangelho e do ensino da Palavra de Deus. Dentre esses homens um O traiu (Judas Iscariotes) e se suicidou, abrindo uma laguna no colégio apostólico.  Com o episódio da vida de Judas cumpriram-se duas profecias de Davi sobre o assunto (Sl 69.25; 109.8). O texto de Atos nos revela que o apóstolo Pedro, o líder do grupo apostólico, levantou-se perante a Igreja, composta na ocasião por quase cento e vinte irmãos, e expôs o assunto comentando que a traição de Judas fazia parte do programa divino. “Varões irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus” At 1.16. Disse Pedro ainda que era necessário recompor o colégio apostólico, dando o perfil do homem que iria ocupar o lugar de Judas: “É necessário, pois, que, dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós, começando desde o batismo de João até ao dia em que dentre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição” At 1.21,22. A Igreja apresentou dois nomes: José, chamado Barsabás, cognominado Justo, e Matias. Definidos os nomes a escolha foi feita por sorteio, depois de a Igreja orar a Deus pedindo a Sua direção, caindo a sorte sobre Matias, que ocupou o lugar deixado por Judas, e a partir dali foi contado como um dos apóstolos do Senhor Jesus.  
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti  


PERGUNTA 14. Que é pecado? R. Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus, ou qualquer transgressão desta lei.
Ref. Tg 2.10; 4.17; 1 Jo 3.4.
Nosso Comentário: Em relação à resposta do Breve Catecismo é bom saber que ela é extraída do escopo geral da Bíblia Sagrada, senão vejamos: 1) O Deus criador de todas as coisas, inclusive do ser humano, é o Deus santo e verdadeiro. A santidade de Deus é compartilhada em certa medida com o homem que foi criado a Sua imagem e semelhança; 2) Deus revelou, através de Sua Palavra, um código de santidade para ser observado pelas suas criaturas morais. Esse código de santidade espelha a vontade de Deus para os seres humanos. A desobediência a qualquer item desse código de santidade, por mais simples que pensamos ser, constitui-se pecado aos olhos de Deus.  É por isso que o Breve Catecismo define pecado como qualquer falta de conformidade com a lei de Deus, ou a transgressão dessa lei; 3) Parte da lei moral de Deus transcende ao Decálogo e as outras leis reveladas por Deus a Moisés no monte Sinai, pois parte dela foi impressa por Deus na alma do homem quando ele foi criado. É uma das facetas da Imago Dei, a imagem de Deus no homem. “os quais mostram a obra da lei escrita no seu coração, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os” Rm 2.15. Nessa ótica de ver as coisas, não existe pecadinho, pecado ou pecadão aos olhos de Deus. Toda a violação desse código é considerada pecado por Deus, e como é uma transgressão, gera a morte, pois o salário do pecado é a morte, diz a Bíblia.   
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti



Introdução. A ascensão de Jesus (At 1.1-14)

O livro de Atos começa com a informação do autor de que o livro que escreveu é o segundo destinado a um irmão chamado Teófilo. Lucas no início do livro faz referência a ressurreição de Cristo e suas aparições durante os quarenta dias que ficou com a sua Igreja antes de Sua ascensão. Lucas também informa da promessa do derramamento do Espírito sobre os discípulos concedo-lhes poder espiritual para testificar do Evangelho no mundo inteiro. Depois disso, Lucas fala sobre a ascensão do Senhor. (At 1.9). Ao observarem a ascensão do Senhor, os discípulos recebem a visita de dois anjos de Deus informando sobre a segunda vinda de Cristo. “E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” At 1.10,11. Depois Lucas informa, que os discípulos com duas promessas de Deus na mente – o dom do Espirito e a segunda vinda do Senhor, voltaram de Betânia, onde houvera a ascensão do Senhor, para Jerusalém, e lá estavam reunidos no primeiro andar de uma casa, orando de formas unânime e perseverante. Lucas também cita os nomes dos apóstolos e de Maria, mãe de Jesus e seus irmãos que já estavam convertidos ao Evangelho, o que não acontecera no ministério de Jesus. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


PERGUNTA 13. Conservaram-se nossos primeiros pais no estado em que foram criados?
R. Nossos primeiros pais, sendo deixados à liberdade da sua própria vontade, caíram do estado em que foram criados, pecando contra Deus.
Ref. Rm 5.12; Gn 3.6.
Nosso Comentário: Nossos primeiros pais não conseguiram cumprir a aliança que Deus fizera com eles. A Bíblia relata o fato assim: uma serpente aproveitando que Eva estava só, sem a presença do seu marido, entabulou uma conversa com ela sobre a questão da proibição feita por Deus do homem comer do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal. Ela, sutilmente, pergunta a Eva se Deus proibira que ela comesse dos frutos das árvores do jardim, e Eva respondeu dizendo que a proibição era  somente em relação ao fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e falou sobre as consequências que adviria disso. Satanás, que estava usando a serpente, contradisse a Deus, dizendo que ela não morreria, e que, na verdade, Deus não queria que ela se apropriar-se daquele fruto porque ele daria um conhecimento semelhante ao de Deus, em outras palavras, seriam como Deus. Pergunta-se por que Eva não se assustou porque um animal falava?  Suponho que foi porque tudo era novidade no inicio da criação. Eva comeu do fruto proibido, pois o viu como algo agradável aos seus olhos, que poderia aumentar-lhe o conhecimento, e o pior é que o deu a Adão e ele também comeu. Pior ainda porque Adão representava toda a humanidade como cabeça federal e através do seu pecado todos os seres humanos caíram também e morreram espiritualmente.  
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti 


               Comentando Atos dos Apóstolos
                  Introdução ao livro de Atos dos Apóstolos
 Atos dos Apóstolos é o livro histórico do N.T. Ele foi escrito por Lucas autor do Evangelho de Lucas, sendo Atos uma continuação do relato histórico da obra que o Senhor Jesus viera realizar neste mundo. Lucas, companheiro de Paulo em duas viagens  missionárias, escreveu Atos para fornecer a Teófilo, o mesmo destinatário do Evangelho de Lucas, o registro do começo da Igreja, a partir do dia de Pentecostes em Jerusalém e o seu crescimento em Israel e sua expansão pelo mundo gentílico, durante trinta anos. Olhando Atos de forma panorâmica vemos duas divisões, a saber: Uma, contemplando os capítulos 1 a 12, cujo enfoque é a igreja em Jerusalém como centro irradiador do Evangelho e Pedro como personagem principal. A outra do capítulo 13 a 28, enfocando como centro irradiador do Evangelho a igreja de Antioquia da Síria e cujo personagem principal é o apostolo Paulo.   As características de Atos são: 1) Ênfase na Igreja – Atos revela a origem da Igreja na sua expressão visível, a natureza da sua missão neste mundo, juntamente com alguns princípios que deve nortear o seu viver; 2) Ênfase no Espírito Santo - O Espírito de Deus é mencionado cinquenta vezes, conferindo a Igreja poder, dons espirituais e direção na execução da obra do Senhor; 3) Revela o teor verdadeiro da mensagem do Evangelho – boas novas de salvação através da morte e ressurreição de Cristo; 4) Ênfase na oração – a igreja primitiva dedicava-se  a oração perseverante, dando condições para que o Espírito Santo operasse nela e através dela; 5) Ênfase nos milagres e sinais que acompanhavam a pregação do Evangelho (cura de enfermidades, exorcismo, etc.); 6) Ênfase nas perseguições sofridas pela igreja através dos judeus descrentes e por outros inimigos do Evangelho; 7) Ênfase no ministério feminino – Atos revela Deus usando mulheres para abençoar outras vidas; 8) Ênfase na marcha vitoriosa da Igreja – barreira alguma nacional, religiosa, cultural ou racial, nem oposição ou perseguição puderam impedir o progresso do Evangelho. Merece destaque a descida do Espírito Santo sobre a Igreja no dia de Pentecoste. O Espírito desceu como que línguas de fogo sobre cada um deles, batizando-os e concedendo-lhes poder para testemunhar do Evangelho. A partir dali começa a Dispensação do Espírito, que se encerrará quando da segunda vinda do Senhor. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti  




Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus
(Mt 7.22-29)
Terminamos o comentário do Sermão do Monte tratando da obediência às palavras de Jesus. O Senhor Jesus Cristo é Deus, portanto, as suas palavras que foram registradas nos Evangelhos devem ser obedecidas por todos os homens, especialmente por aqueles que professam a fé nEle. É isto o que diz o último tema da seção estudada. O Senhor Jesus foi bem claro, quando disse que só entra no reino dos céus quem faz a vontade de Deus (Mt 7.21). No dia do juízo final, muitos dirão que profetizaram em nome de Jesus, que expulsaram demônios, e que até em Seu nome fizeram maravilhas, mas essas obras não irão impressionar o Senhor, pois elas não estavam misturadas com a obediência aos Seus mandamentos. Jesus usa uma metáfora de uma casa alicerçada sobre uma rocha e uma casa alicerçada sobre a areia. Ele disse que os que obedecem a Sua palavra são comparados a uma  construção sobre a rocha que suporta as intempéries e tempestades da vida e não desabam, e os que não obedecem são comparados a uma construção feita sobre a areia, que não suporta as tempestades da vida e desabam, fracassam. É bom que todos saibam que Deus é um ser pessoal, que tem vontade, inteligência e emoções. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Essa vontade é o código de ética que o Senhor revelou que deve ser obedecido por todos.  O segredo da vitória na vida depende essencialmente da observância a esse código.    
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti         

sexta-feira, 12 de julho de 2019



Comentando o Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 12. Que ato especial de providência exerceu Deus para com o homem no estado em que ele foi criado? 
R. Quando Deus criou o homem, fez com ele um pacto de vida, com a condição de perfeita obediência: proibindo-lhe comer da árvore da ciência do bem e do mal, sob pena de morte. 
Ref. Gl 3.12; Gn 2.17.
Nosso Comentário: Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, macho e fêmea o  criou. Deus preparou para o casal um jardim paradisíaco e o colocou nele para  cultivar e o guardar. Deus colocou no jardim à disposição do casal tudo que existia nele, exceto o fruto de uma árvore identificada pelo próprio Deus como a arvore do conhecimento do bem e do mal. Disse Deus ao casal poderia comer de todos os frutos das arvores do jardim do Éden, exceto do fruto da arvore do conhecimento do bem e mal porque, disse Deus, de uma maneira bem clara, que se isso acontecesse o homem morreria. A vida e a morte do homem estavam condicionadas, a partir daquele momento à obediência do homem ao mandamento divino.  Esse foi o teste que Deus fez com o homem para saber se ele o amava, mas do qualquer outra coisa, se o obedeceria ou não.  Esse teste era um pacto de vida ou morte com o homem. Se ele obedecesse viveria para sempre, mas também se desobedecesse traria sobre si, sobre sua mulher e sobre os seus descendentes a terrível sentença de morte como punição pelo pecado. A morte, que é uma separação,  nas suas dimensões espiritual, física e eterna, entraria no cenário humano se a desobediência se concretizasse, o que de fato, infelizmente, aconteceu.             
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


Comentando o Sermão do Monte

Os falsos profetas  (Mt 7.1-29)

Dando continuidade a reflexão nesta seção, o   assunto tratado é sobre “Os falsos profetas” (Mt 7.15-20). O Senhor Jesus advertiu a sua Igreja e aos presentes a que se acautelassem dos falsos profetas, que se apresentariam diante do povo como pessoas piedosas, mas interiormente eram lobos devoradores. A lei mosaica já advertia a todos que os falsos profetas surgiriam para enganar o povo, afastando-o de Deus. O povo fora orientado como deveria ter a prova se um indivíduo era um falso profeta ou não. A prova  era se a profecia proferida se cumpriria ou não (Dt 18.20-22). O Senhor Jesus ampliou, no Sermão do Monte, o teste para se reconhecer um falso profeta, que era a conduta desse profeta, ou frutos produzidos pela vida dele. O Senhor usou uma metáfora de uma arvore e seus frutos. Ele disse que uma arvore boa, produz bons frutos e uma arvore má produz maus frutos. O homem por natureza é mau. Quando o evangelho entra no coração de alguém, ele produz uma transformação, uma mudança profunda, a ponto de a Bíblia dizer que se alguém está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo (2 Co 5.17). O falso profeta nunca nasceu de novo, portanto não poderia produzir bons frutos. É a árvore má que produz maus frutos. Às vezes a falsa profecia parece-se com a verdade de Deus, e aí é preciso o dom de discernimento para entender a questão. Foi o caso da pitonisa de At 16.16-18.                
 Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

sábado, 6 de julho de 2019


COMENTANDO O BREVE CATECISMO

PERGUNTA 11. Quais são as obras da providência de Deus?
R. As obras da providência de Deus são a sua maneira muito santa, sábia e poderosa de preservar e governar todas as suas criaturas, e todas as ações delas.
Ref. Sl 145.17; 104.10-24; Hb 1.3; Mt 10.29-30; Os 2.6.
Nosso Comentário: no comentário anterior dissemos que Deus criou todas as coisas visíveis e invisíveis pela palavra do Seu poder. Tudo foi criado por Ele e para Ele. Quando Deus criou todas as coisas não as abandonou e deixou que elas existissem aleatoriamente, muito pelo contrário, Ele as governa e dirige. Em relação aos corpos celestes Ele estabeleceu leis que os regem. Tratando-se dos seres vivos, a sábia, santa e poderosa providência de Deus os preservam. Veja o que diz a carta aos Hebreus sobre o assunto: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder,...” Hb 1.3. Nesse texto, é-nos dito que o Senhor que criou, sustenta a sua criação pela palavra do Seu poder, de maneira que nada acontece no universo sem a sua autorização, chegando a ponto de Jesus dizer que um passarinho não cai do seu voo sem autorização divina (Mt 10.29). Tratando-se da Igreja de Cristo, a providência de Deus é tão atuante que Paulo disse: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” Rm 8.28. A providência de Deus na vida de José, por exemplo, é notória. José disse que fora Deus, de fato, que o enviara ao Egito e não a traição de seus irmãos, e o colocara como o segundo mandatário daquele país (Gn 45.5,7,8). E todos sabem da história, da maneira como Deus trabalhou.      
PR. Eudes Lopes Cavalcanti          



COMENTANDO O SERMÃO DO MONTE
A Porta Estreita (Mt 7.13,14)
Dando continuidade a reflexão nesta seção, o   enfoque será na expressão “A Porta Estreita” (Mt 7.13,14). Nessa expressão o Senhor Jesus conclama os ouvintes a entrarem pela porta estreita para que possam ser salvos, porque a porta larga e espaçosa é o caminho da perdição, e disse Ele que poucos são os que são salvos, e a imensa maioria os perdidos. Mas, o que é essa porta estreita e o que é a porta larga e espaçosa? Olhando outros textos das Sagradas Escrituras, descobrimos que essa expressão nos fala sobre a salvação eterna que só pode ser concedida pelo próprio Deus através de Seu Filho José Cristo. O Senhor Jesus Cristo, conforme o programa divino, é o único meio através do qual o homem é salvo da perdição eterna. Ele disse em certa ocasião que Ele próprio era a porta: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” Jo 10.9. Em certa ocasião, o apóstolo Pedro disse as autoridades religiosas de Israel que o Senhor Jesus é o único meio de salvação (At 4.12). Paulo escrevendo a Timóteo disse que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo homem. (1 Tm 2.5).  Outra questão é quem são esses poucos e esses muitos. Os poucos que são salvos são aquelas pessoas escolhidas por Deus para esse propósito (At 13.48), e os muitos são os réprobos quanto à fé em Cristo, ou seja, os que rejeitam a salvação oferecida por Deus. 
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti


Simão, o mágico (At 8.9-13) No relato do texto em apreço, nos é apresentada a figura de um homem famoso na cidade de Samaria, onde De...