sexta-feira, 28 de julho de 2017

A Crucificação de Jesus (Mc 15.21-41)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Crucificação de Jesus (Mc 15.21-41) Depois de vilipendiado pelos soldados da guarnição romana, o Senhor Jesus foi levado para ser crucificado. Como era costume, o condenado a morte levava a sua própria cruz para o lugar de crucificação (a haste menor). (A haste maior já se encontrava no local da crucificação). Na caminhada Jesus não aguentou o peso do madeiro e foi auxiliado, a mando dos soldados, por um homem chamado Simão Cireneu. Pregado Jesus na cruz, os soldados tentaram dar-lhe um entorpecente para diminuir as suas dores, mas Ele o recusou. As vestes de Jesus foram repartidas entre os soldados e sua túnica sorteada entre eles. Marcos nos diz que a crucificação foi na hora terceira (nove horas da manhã). Na haste superior colocaram uma placa com a sua acusação: O Rei dos Judeus. Dois malfeitores foram crucificados com Jesus, um a sua direita e o outro a esquerda. Os transeuntes e os sacerdotes zombavam dele e o insultavam. Chegada a hora sexta (doze horas) houve trevas até a hora nona (três horas da tarde). Na hora nona Jesus clamou: Eloí, Eloí lama sabactani? Que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes? Um dos soldados embebeu uma esponja com vinagre e pô-la num caniço e a chegou à boca de Jesus e Ele provando o vinagre, exclamou: Está consumado, e dando um grande brado, expirou. Marcos nos diz que o véu do templo de Jerusalém se rasgou em duas partes, de alto a baixo. Marcos nos diz também que o centurião, o militar que comandava a crucificação, vendo como Jesus morrera, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus. Observando o drama do Calvário, estavam algumas mulheres, dentre elas Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, o menor e de José, e Salomé, mulheres essas que eram seguidoras de Jesus e o serviam em seu ministério. Eudes Lopes Cavalcanti

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