sexta-feira, 28 de julho de 2017

Jesus perante Pilatos (Mc 15.1-20)

Reflexões no Evangelho de Marcos Jesus perante Pilatos (Mc 15.1-20) Depois de julgado e condenado a morte pelo tribunal judaico, Jesus foi entregue ao poder secular de Roma imperial para ser julgado por Pilatos, considerando que só Roma autorizava a pena máxima para os habitantes das nações sob o seu controle. Os líderes religiosos de Israel mudaram, astutamente, a acusação de Jesus da reivindicação de Filho de Deus para a pretensa reivindicação de Jesus ao reino de Israel, competindo assim com César. É por isso que o texto de Marcos nos diz que Pilatos perguntou a Jesus se ele era o rei dos judeus. Em resposta Jesus disse a Pilatos: “tu o dizes”. Então Pilatos perguntou a Jesus porque ele não se defendia das acusações feitas pelos líderes judaicos. Jesus ficou em silencio e isso admirou a Pilatos. Como era costume dos romanos na época da Páscoa soltar um criminoso judeu, qualquer um que o povo pedisse, Pilatos perguntou a quem eles queriam que fosse solto, se Jesus ou um bandido chamado Barrabás, pois Pilatos como hábil politico que era percebeu que Jesus tinha sido entregue a ele por inveja. Pilatos ainda tentou salvar Jesus da morte, perguntando aos presentes que mal ele fizera para ser condenado à morte, mas devido à pressão do povo que exigia a crucificação de Jesus, ele a contragosto soltou Barrabás e entregou Jesus a guarnição romana para ser crucificado. Aí a guarnição começou uma terrível obra de humilhação a Jesus, açoitando-o, vestindo-o de púrpura, colocando uma coroa de espinhos sobre a sua cabeça e diziam zombando: “Salve, Rei dos Judeus”, bateram em sua cabeça com uma cana, cuspiram nele, e postos de joelhos, zombaram fingindo uma adoração ao Senhor. Depois lhe despiram a túnica, e o vestiram com as suas vestes e o levaram para fora para ser crucificado. Eudes Lopes Cavalcanti

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