sexta-feira, 28 de julho de 2017

A Ressurreição de Jesus (Mc 16.1-8)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Ressurreição de Jesus (Mc 16.1-8) Marcos começa o seu relato sobre a ressurreição de Cristo informando que três mulheres discípulas de Jesus (Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, e Salomé) tinham comprado aromas para ungir o corpo do Senhor, isto no primeiro dia da semana (domingo), mas estavam preocupadas quanto à remoção da pedra que tapava a entrada do sepulcro. Ao chegarem ao sepulcro viram que a pedra já fora removida e o túmulo estava aberto, vazio, o corpo de Jesus não se encontrava lá. Entrando no sepulcro viram um anjo de Deus assentado, vestido com uma roupa comprida e branca. Atemorizadas ouviram da boca do mensageiro celeste a gloriosa mensagem da ressurreição de Cristo: “... Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis o lugar onde o puseram” Mc 16.6. Em seguida o anjo do Senhor diz para elas irem anunciar aos discípulos principalmente a Pedro que Jesus iria adiante deles para a Galiléia e lá o veriam. As três mulheres saíram assustadas do sepulcro e foram para a cidade sem nada dizer a ninguém, pois estavam possuídas de temor e assombro. A ressurreição de Cristo já fora vaticinada por Davi no Salmo 16.8-11. De acordo com o programa redentor, a morte de Jesus na cruz era um fato determinado por Deus bem como a sua ressurreição, pois no sermão pregado por Pedro no dia de Pentecostes em Jerusalém, e que está registrado em Atos 2, nos é dito que era impossível por causa da palavra profética de Davi no Salmo citado que Jesus fosse retido pela morte. “Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” At 2.24. A cruz (a morte de Cristo) e o túmulo vazio (a ressurreição de Cristo) são os pilares do Evangelho de Cristo, as boas novas de salvação do pecador perdido. Eudes Lopes Cavalcanti

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